Portugal é o 4.º país com mais emigrantes

Portugal tem a quarta maior comunidade de emigrantes da União Europeia, com um milhão de cidadãos portugueses a residirem noutro Estado-membro, revela um relatório ontem divulgado pelo gabinete de estatísticas da UE. Em Janeiro de 2009, segundo o Eurostat, só a Roménia, Polónia e Itália tinham mais emigrantes a residir no espaço europeu. Quanto à imigração, Portugal tem uma taxa abaixo da média comunitária, de 4,2 por cento do total da população. Público

+Ler notícia: http://jornal.publico.pt/noticia/08-09-2010/portugal-e-o-4%C2%BA-pais-com-mais-emigrantes-20161443.htm

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Portugueses entre os que mais emigram para outros países da UE

Cerca de um terço dos estrangeiros residentes nos 27 Estados-membros da União Europeia são provenientes de outros Estados-membros. Portugal está entre os quatro países que mais residentes vê partir para zonas da região.
De acordo com um comunicado do Eurostat, a 1 de Janeiro de 2009, 37% dos residentes estrangeiros na União Europeia a 27 são oriundos de países dentro do próprio grupo. Isto é, 11,9 milhões de 31,9 milhões de estrangeiros no total. Os restantes, são provenientes de outros países europeus (7,2 milhões), África (4,9 milhões), Ásia (4 milhões) e continente americano (3,3 milhões).

Portugal contribui com 1 milhão de estrangeiros, ou 3%, juntamente com a Itália, de onde são oriundos cerca de 1,3 milhões dos estrangeiros, ou 4%; a Polónia, responsável por 1,5 milhões dos cidadãos estrangeiros, ou 5%; e a Roménia, que corresponde a 2 milhões ou 6% do total de estrangeiros nos 27 Estados-membros.

As idades destes cidadãos tende a ser menos elevada que a dos cidadãos nacionais. É na Itália, Holanda e Finlândia que se registam as maiores diferenças.

Mas, em média, os estrangeiros de fora da EU27 são mais novos que os provenientes dos Estados-membros. Como é o caso de Portugal, onde a média de idade é de 40,9 anos, que compara com uma média de 33,3 anos os cidadãos estrangeiros oriundos de países não estados-membros e 38 anos em média dos cidadãos que vêm de países da UE27.

Quanto aos países que mais recebem estes estrangeiros, destaca-se a Alemanha, com cerca de 7,2 milhões de estrangeiros; seguida da Espanha, com 5,7 milhões; o Reino Unidos, com 4 milhões de estrangeiros, segundo valores de 2008; a Itália, com 3,9 milhões e a França, com 3,7 milhões de estrangeiros.

Estes cinco países reúnem em si 75% dos cidadãos estrangeiros dos 27 Estados. No entanto, é o Luxemburgo que lidera a lista dos países com uma maior proporção de cidadão estrangeiros em relação à sua população, correspondendo os primeiros a 44% da população do país.

Em segundo lugar surge a Letónia, com 18%, seguida do Chipre e Estónia, onde os cidadãos estrangeiros correspondem a 16% da população em ambos. 12% da população espanhola é estrangeira, 11% para o caso da Irlanda e 10% para o caso da Áustria. Jornal Negócios

+Ler notícia: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=442305

Portugal regista fraca natalidade

Portugal registou no início do ano a terceira menor taxa de natalidade dos 27 Estados da União Europeia (UE), que em conjunto superaram a barreira dos 500 milhões de habitantes, segundo anunciou ontem o Eurostat. De acordo com o gabinete de estatísticas Eurostat, a 1 de janeiro, Portugal registou a terceira menor taxa de natalidade da UE, ao atingir 9,4 nascimentos por cada mil habitantes.
No conjunto dos 27, 5,4 milhões de crianças nasceram na UE durante o ano passado, traduzindo uma taxa de natalidade de 10,7 nascimentos por cada mil habitantes, ligeiramente inferior à taxa de 10,9 registada em 2008.
As taxas de natalidade mais elevadas foram registadas na Irlanda (16,8), no Reino Unido (12,8) e em França (12,7).
Além de Portugal, as taxas de natalidade mais baixas da UE foram verificadas na Alemanha (7,9), na Áustria (9,1) e em Itália (9,5), referiu o Eurostat.
Num comunicado, o Eurostat refere ainda que a 1 de janeiro de 2010, a UE tinha em conjunto uma população de 501,1 milhões de habitantes, contra 499,7 milhões um ano antes.
Paralelamente, a UE registou 4,8 milhões de óbitos em 2009, ou seja, uma taxa de mortalidade de 9,7 óbitos por cada mil habitantes, estável em relação ao ano precedente.
O saldo migratório positivo também teve um papel importante no aumento da população da UE. “Em 2009, um pouco mais de 60 por cento do crescimento da população na UE foi originado pela migração”, sublinhou a Eurostat. Jornal da Madeira

+Ler notícia: http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=4&id=158125&sdata=2010-07-28

Portugal é o campeão europeu das mercearias

Um relatório de Bruxelas mostra que apesar da existência de grandes superfícies, as mercearias conseguem impor-se pela sua relação de proximidade.

Portugal é o país europeu com maior peso de pequenas mercearias no total dos estabelecimentos de bens alimentares e um dos países com os preços mais baixos no retalho. Um relatório da Comissão Europeia, que faz um retrato do sector do comércio a retalho, revela que Portugal é um dos países que, apesar do grau de concentração em torno das grandes superfícies, mais tem visto crescer o pequeno comércio alimentar. Bruxelas detectou um conjunto de estrangulamentos neste sector na UE, que tem sido alvo de muitas queixas dos pequenos comerciantes, e promete um novo pacote legislativo ainda este ano para os remover.

No sector da alimentação, Portugal destaca-se como um dos poucos países em que o número de mercearias com um só empregado aumentou desde 2003. Portugal é aliás o país da UE com o maior peso destas mercearias de um empregado com 80%, contra 11% na Estónia. Mas, por outro lado, é aquele que tem menor peso das grandes mercearias que empregam 2 a 9 pessoas (17%), em contraste com países como a Holanda (72%). Somando tudo, de 1 a 9 empregados, a Itália lidera com 99,2% e Portugal é segundo com 98,8%, enquanto no final da linha está a Estónia com apenas 80%.

A análise dos preços também é díspar entre os países. Na alimentação e bebidas não alcoólicas, em 2008 os preços foram mais elevados na Dinamarca (147% da média UE) e mais baixos na Bulgária (67%). Entre os antigos 15 da UE, só a Holanda (88%), Espanha (94%) e Portugal (86%) têm os níveis de preços abaixo da média europeia. DE Online

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-e-o-campeao-europeu-das-mercearias_94288.html

Evento Anual da European Action On Drugs

Realiza-se a 24-25 de Junho o evento anual da European Action On Drugs, uma iniciativa da Direcção-Geral de Justiça, Liberdade e Segurança da UE que pretende congregar compromissos das Organizações (públicas, privadas e sociedade civil) dos 27 estados membro da União Europeia. A Dianova Portugal irá participar neste evento, como nova signatária da EAD.

+Site European Action On Drugs: http://ec.europa.eu/ead/html/index.jsp

+Site da DG Justiça, Liberdade e Segurança: http://ec.europa.eu/justice_home/fsj/drugs/fsj_drugs_intro_en.htm

Portugal ainda é o 9.º mais pobre

Em 2009, portugueses voltam a marcar passo. Poder de compra mantém-se em 78% da média da UE.

Os portugueses estão há três anos a marcar passo no que respeita ao seu poder de compra. Pelo terceiro ano consecutivo, Portugal registou em 2009 um PIB per capita que corresponde a 78% da média da União Europeia (UE), de acordo com os dados ontem divulgados pelo Eurostat, relativos às primeiras estimativas sobre este indicador de riqueza europeu.

No entanto, 2009 foi um ano mau para ganhos de riqueza. A maioria dos países analisados pelo Eurostat perdeu ou manteve a posição do ano anterior. Apenas britânicos, austríacos, malteses e suíços registaram melhorias.

Portugal continua, assim, a ser o nono país mais pobre da UE (22 pontos abaixo da média), ficando atrás de Chipre, Grécia, Eslovénia e República Checa, e com o mesmo nível de Malta. Este país viu a sua posição melhorar dois pontos, de 2008 para 2009, equiparando-se a Portugal.

Em relação ao topo da lista, mantemos a 18.ª posição entre os 27. A liderança do PIB per capita cabe ao Luxemburgo, com uma riqueza que ascende a 268% da média europeia, ou seja, quase três vezes mais. Contudo, os luxemburgueses empobreceram face ao ano anterior, caindo oito posições. DN Economia

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1599574

Governação económica europeia deverá arrancar no próximo ano

Os líderes da União Europeia (UE) chegaram hoje a acordo, em Bruxelas, sobre a governação económica do bloco europeu, que deverá ser uma realidade já em 2011, segundo indicou o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. Entretanto, o primeiro ministro português, José Sócrates, mostrou-se satisfeito com o reforço da governação económica acordado pelos 27.

“Chegámos a acordo sobre algumas das mais importantes orientações” nesta matéria, disse José Manuel Durão Barroso, salientando que o sistema de governação bancária “deverá estar pronto” no próximo ano.

O líder do executivo comunitário comprometeu-se, na conferência de imprensa no final da cimeira, a apresentar linhas gerais de um programa até ao final do mês e propostas concretas em setembro.

Governação “pragmática e operacional”

A solução encontrada pelos 27 para a governação económica da UE é, no entender do presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, pragmática e operacional.

“Decidimos ser pragmáticos e operacionais”, disse Van Rompuy na conferência de imprensa final da cimeira, acrescentando que “não há necessidade e criar novas instituições”.

“É uma questão de trabalharmos melhor juntos”, sublinhou.

“A Europa avançou”, diz Sócrates. SIC Notíciais

+Ler notícia: http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/Governacao+economica+europeia+devera+arrancar+no+proximo+ano.htm