Centro de Formação Dianova | Atenção NOVAS DATAS

ATENÇÃO NOVAS DATAS | CICLO DE FORMAÇÃO | RESPONSABILIDADE SOCIAL & SUSTENTABILIDADE: 31 Março, Lisboa | 1 Abril, Torres Vedras | 3 Abril, Vila Franca de Xira.

Conheça a história e evolução da temática da Responsabilidade Social das Empresas – Organizações e que ferramentas poderá utilizar para se preparar e responder às exigências dos consumidores de hoje e de amanhã. 

Lisboa https://www.facebook.com/photo.php?fbid=658122407578861&set=a.641244395933329&type=3&theater

Torres Vedras https://www.facebook.com/photo.php?fbid=658121320912303&set=a.641244395933329&type=3&theater

Vila Franca de Xira https://www.facebook.com/photo.php?fbid=658121827578919&set=a.641244395933329&type=3&theater 

Para mais informações e inscrições http://formacao.dianova.pt/desenvolvimento-organizacional/163-introducao-a-responsabilidade-social-das-empresas-e-das-organizacoes

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Pedro Mota Soares “O Estado não tem vocação para gerir instituições sociais”.

Ministro da Solidariedade e Segurança Social há poucos meses, Pedro Mota Soares entrou no edifício da Praça de Londres com o país a atravessar um enorme crise económica e social. O tempo é pouco e o Memorando da troika exigente. A sua primeira grande medida foi o Plano de Emergência Social, mas vêm aí grandes e profundas reformas. A primeira é o Estado sair da gestão de instituições sociais. A segunda é o plafonamento das pensões.

Extractos da Entrevista…

Tem falado muito em economia social, mas a verdade é que muitas instituições estão em dificuldades e a desempregar pessoas. Tem noção disso?

A sustentabilidade das instituições sociais preocupa-nos muito. Percebemos que seria fundamental ter, junto do Plano de Emergência Social, um verdadeiro fundo de emergência. Por isso estamos a mudar o que existia no Fundo de Socorro Social, garantindo que passe a ser verdadeiramente um fundo de emergência para as instituições. Até aqui era muitas vezes usado para se fazer eventos, seminários, conferências, estudos e atribuir viaturas a instituições. Nós queremos que passe a servir para garantir o equilíbrio financeiro das instituições em dificuldades. Recebemos um fundo esgotado, mas já conseguimos alocar-lhe 10 milhões de euros. E também estamos a trabalhar numa linha de crédito para as instituições sociais, de cerca de 50 milhões de euros, para que possam transformar as dívidas de curto prazo em dívidas de médio e longo prazo.

Muitas dessas instituições endividaram-se para responder a exigências do próprio Estado.

Temos trabalhado directamente com as instituições para garantir que as regras que o Estado lhes impõe em termos de qualidade e segurança têm alguma sensatez. Uma das primeiras medidas que tomámos quando chegámos ao governo foi criar uma portaria que permitiu potenciar em cerca de 20 mil lugares a respostas das creches. Isto porque percebemos que era possível aligeirar as regras e aumentar a capacidade de resposta sem pôr em risco a segurança. Agora queremos fazer o mesmo ao nível da resposta às pessoas mais idosas, no que toca aos lares e ao apoio domiciliário.

Também tomou medidas para que a fiscalização numa IPSS não fosse tão rígida como num restaurante. Qual tem sido a resposta da ASAE?

Muito positiva. Para tudo é preciso sentar as pessoas à mesma mesa e falar de forma aberta. Não fazia sentido que a ASAE tivesse o mesmo grau de exigência. A economia social representa 5,5% do PIB nacional. É um valor relevante e que merece ser estimulado. E é um sector com grande potencial, mesmo em alturas de crise: não se deslocaliza, os apoios que dermos ficam dentro do país, tem uma importância grande na substituição de importações. Além disso, as instituições sociais relacionam-se de perto com as economias locais, estimulando-as e dando emprego a pessoas com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho. É crescentemente importante estimular esta economia. Contamos, até ao final do ano, ter fechado um protocolo com as instituições que seja uma mudança de paradigma na relação que têm com o Estado.

Tenciona actualizar, no próximo ano, o valor das transferências do Estado para as instituições sociais?

Neste momento estamos a negociar esse e outros pontos com as instituições e julgo que será importante respeitar as mesas negociais.

Os seis anos de governação socialista ficaram marcados por alguma tensão na relação com estas instituições. Havia uma ideologia no sentido de o Estado fazer concorrência em matéria de respostas sociais. A política deste governo é acabar com a construção de equipamentos e dar completa iniciativa às organizações sociais?

Penso, sinceramente, que o Estado não tem vocação para dirigir instituições sociais. Há uns meses fui visitar uma instituição em que um funcionário com uma função muito útil se reformou há já dois anos e ainda não foi substituído por causa das alterações do anterior governo ao nível da abertura de concursos e contratações. Compreendemos cada vez mais que o Estado tem muitas dificuldades na gestão directa destes equipamentos. É por isso que queremos fazer, muito rapidamente, a transferência dos equipamentos que ainda estão na tutela da SS para o sector social. Entendo que quando contratualizamos conseguimos gerir melhor e até com menos recursos.

Ler Entrevista integral http://www.ionline.pt/portugal/pedro-mota-soares-estado-nao-tem-vocacao-gerir-instituicoes-sociais

Revista EXIT 27 “Gestão da Mudança no Terceiro Sector: mito ou revolução?”

A 27ª edição e última de 2011 da revista EXIT dedicada ao tema “Gestão da Mudança no Terceiro Sector: mito ou revolução?” já está disponível para leitura / download. Mais de 20 colaboradores especialistas sobre o tema genérico ou sub-temas – Sustentabilidade, Governance, Reputação, Inovação Social e Investimento Social – enriquecem esta edição e debate social sobre as mudanças e valor do Terceiro Sector / Economia Social para o desenvolvimento e crescimento de Portugal.

Clique aqui numa das 3 opções para leitura/download:

Revista EXIT site Dianova

– Revista EXIT página Slideshare Dianova

Revista EXIT página ISSUU Diuanova

 

Contamos com a vossa opinião para melhorarmos a revista. Boa leitura!

 

 

 

 

 

 

 

 

Best practice marketing forum launched for non-profit organisations

Data management specialist Data Discoveries is to host its first best practice marketing forum for non-profit organisations at the Grand Central Hotel on Thursday 18 November between 5.30pm and 7pm.

Data Discoveries has worked with many public sector, blue chip and charitable organisations over the last 15 years.

With an intimate knowledge of how to improve direct mail response with effective database management, this will be the first topic at the forum on 18 November. Attendees at the best practice forum will be shown key tips on how to improve their database to vastly increase response from direct mail, so achieve the best return from marketing expenditure. This will include a question and answer session where attendees can ask specific questions.

According to the Direct Marketing Association, over half of charities spend between £0.5m – £2.5m every year on direct marketing alone. Data Discoveries estimates that up to 30% could be saved through more effective database management.

Ler artigo completo em: UKFundraising

SNS: Ex-ministros defendem garantia de sustentabilidade

Os antigos ministros da Saúde Paulo Mendo e Correia de Campos defendem que o próximo Orçamento do Estado (OE) devia garantir a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde, preconizando mais verbas e a remuneração por objetivos, respetivamente.

«Eu gostava que o OE [de 2011] não fosse um orçamento cortado, que a crise não cortasse a progressão natural – cada vez com orçamentos maiores – do SNS. O fundamental é o seu financiamento», afirmou à Lusa Paulo Mendo, ministro da Saúde de Cavaco Silva.

Correia de Campos, ministro da Saúde dos socialistas António Guterres e José Sócrates, «gostaria de ver [no OE de 2011], em primeiro lugar, o conceito global de sustentabilidade do SNS», ou seja, manter o SNS com «as suas características universal, geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais da população, tendencialmente gratuito».

Paulo Mendo assume ter alguma dificuldade em apontar «objetivos pontuais», argumentando que «é todo o sistema que tem que ser pensado na sua forma global e ser orçamentado em função dessa globalidade, o que significa uma mudança da forma de ser orçamentado».  Dário Digital

+Ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=467576

Olhar Jurídico sobre a Bolsa de Valores Sociais

Cotada na Bolsa de Valores Sociais http://www.bvs.org.pt desde 2 de novembro de 2009, com o projecto “Educação é a melhor Prevenção” Aventura Emotiva 3G http://www.bvs.org.pt/view/viewDoaProj01.php?cod=47, a Dianova encoraja Investidores Sociais corporativos ou individuais a tornarem-se shareholderes deste espaço lúdico-pedagógico inter-geracional de desenvolvimento de competências pessoais e sociais destinado a filhos, pais e avós, aquirindo parte das 200.000 acções sociais.

Como refere Deolinda Aparício Meira, Professora-Adjunta da área científica de Direito do ISCAP, em entrevista ao Impulso Positivo, “Juridicamente, este investimento será, portanto, uma doação, ou seja, à luz do art. 940.º do Código Civil, estaremos perante um contrato pelo qual uma pessoa (o investidor social), por espírito de liberalidade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa. Não existirá um correspectivo de natu­reza patrimonial, mas apenas um correspectivo de natureza moral. No caso da BVS, o investidor não espera um correspectivo traduzido num re­torno financeiro, mas um novo tipo de lucro, o lucro social, entendendo-se como tal os resultados positivos para a comunidade gerados pelo projecto apoiado através da BVS.”

+Ler Revista Impulso Positivo: http://mailings.vidaeconomica.pt/files/newsletters/2010-07/impulsopositivo/15/impulso_positivo_20100715.pdf

+Ver apresentação “Torne-se um Shareholder Dianova”: http://www.slideshare.net/Dianova/projecto-educacao-melhor-prevencao-financiadores-2010

Suplemento NGO GRI já disponível

O GRI (Global Reporting Initiative) acaba de lançar o NGO Sector Supplement estando disponível para download gratuito através do site do GRI.

O Suplemento NGO foi lançado a 27 de Maio no decorrer da conferência “GRI Amsterdam Global Conference on Sustainability and Transparency“, durante a qual representantes da Oxfam International, Center for Human Rights and Environment e ex Secretário-Geral da Amnesty International debateram diferentes pontos de vista sobre como as ONG deverão reportar. O lançamento do “Futuro do NGO Reporting” poderá ser visto no YouTube.

+Ver site: http://www.globalreporting.org/ReportingFramework/SectorSupplements/NGO/

-Ver site Conferência: http://www.amsterdamgriconference.org/?dm_t=0,0,0,0,0