Operação “regresso seguro” já registou quase 200 acidentes

Já foram divulgados os primeiros dados da operação Regresso Seguro da GNR. Ontem houve 4 acidentes graves dos quais resultaram um morto, quatro feridos graves e cinco feridos ligeiros. No sábado, a GNR registou 187 acidentes que causaram quatro feridos graves e 92 feridos ligeiros. Durante o fim de semana de regresso a casa, a GNR teve nas estradas mais de 1.700 militares. RTP

+Ler notícia: http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Operacao-regresso-seguro-ja-registou-quase-200-acidentes.rtp&headline=20&visual=9&article=371225&tm=8

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Campanha Oficial Espanha aconselha: Se conduzir, não fume

“Fumar enquanto conduz pode matar em dois segundos”. É este o mote da campanha de prevenção rodoviária que as autoridades espanholas lançaram este Verão, visando reduzir a sinistralidade rodoviária numa altura de regresso de férias.

A ideia surge suportada na estatística deste Verão: segundo os dados da Direcção Geral de Tráfego (DGT) espanhola, 40 por centos dos acidentes mortais nas estradas foram provocados por distracções. Faltas de atenção que, diz a DGT não se resumem a actos como falar ao telemóvel.

“Há distracções de que os condutores não têm consciência”, explica fonte da DGT à edição de hoje do jornal El Pais. “Nem todos temos assumido que fumar também distrai”, lembra.

“Procuras o maço, acendes um cigarro e fumas… são demasiados segundos se estás ao volante”. É esta a ideia da DGT.

A mesma fonte afirma ao El Pais que, no período de férias de Verão, a velocidade média dos veículos nas estradas aumenta em 3 quilómetros/hora. E lembra: “A 120 quilómetros por hora é preciso um espaço superior a um campo de futebol para imobilizar o veículo”. Diário Notícias

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1649510&seccao=Europa

Este foi o Julho com mais mortos nas estradas desde 2005

Um quinto do total de vítimas mortais de acidentes de viação deste ano morreu no mês passado. Tendência de descida inverteu-se

A morte de 82 pessoas na sequência de acidentes rodoviários, no último mês, faz deste Julho o mais mortal nas estradas portuguesas desde 2005. Os dados da sinistralidade, que ontem foram divulgados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), mostram uma inversão da tendência de descida do número de mortos na estrada.

Apenas na última semana do mês passado morreram 31 pessoas em acidentes rodoviários e 99 ficaram gravemente feridas. Em Julho, as estradas portuguesas fizeram um total de 82 vítimas mortais, cifra que, nos últimos cinco anos, apenas foi ultrapassada em 2005, quando morreram 100 pessoas no mesmo período.

Em Julho foi registado um quinto do total das vítimas mortais que constam nas estatísticas da ANSR. Nos primeiros sete meses do ano, morreram 406 pessoas nas estradas portuguesas, mais duas do que em igual período do ano passado.

Estes números dizem apenas respeito às mortes no local do acidente ou durante o percurso até aos hospitais. Apesar de o Governo ter decidido que as estatísticas devem também contabilizar os feridos resultantes dos sinistros que morram nos 30 dias seguintes, os dados ontem revelados ainda não incluem essas mortes, ainda que a ANSR garanta que vai divulgá-las durante este mês.

Daí que o presidente da Associação Cidadãos Auto-Mobilizados (ACA-M), Manuel João Ramos, considere que os “números são fictícios”. “Não estamos a lidar com números verdadeiros”, concorda Nuno Salpico, do Observatório da Segurança das Estradas (OSE). “A esmagadora maioria das vítimas dos acidentes de viação morre nos dias seguintes. Na realidade, podem ser 600 os mortos, mas não o sabemos”, considera Salpico, para quem o Governo é responsável por não ter criado “condições reais para que possam ser contabilizados os dados hospitalares” na estatística das vítimas dos acidentes rodoviários.

O relatório da ANSR indica que houve 59 mortos em acidentes no distrito de Lisboa, o que faz desta a região com mais vítimas mortais, seguindo-se Porto (55) e Aveiro (42). Já os distritos com menos vítimas mortais nas estradas foram Guarda (5) Vila Real (6) e Beja (8). De acordo com o documento, registou-se, porém, uma diminuição do número de feridos nos acidentes. Este ano há 23.354 feridos ligeiros, menos 829 que nos primeiros sete meses de 2009. Os feridos graves foram menos 39, num total de 1461.

“Sensação de impunidade”

Os 406 mortos registados até ao final do mês passado mostram uma quebra na tendência de diminuição das vítimas, que se tem mantido estável nos últimos cinco anos. E Agosto é, tradicionalmente, o mês em que mais acidentes mortais se registam em Portugal, o que pode agravar a realidade.

Nuno Salpico, do Observatório das Estradas, acredita que a sinistralidade pode ser imputada à “sensação de impunidade vivida pelos condutores” portugueses. “Todos os anos prescrevem cerca de um milhão de processos de contra-ordenação”, recorda. Para o líder do observatório, a crise também ajuda a explicar a situação. “Para não pagarem portagem, muitas pessoas preferem circular em IP, IC ou estradas nacionais, que são vias mais perigosas e aumentam os factores de risco”, ilustra. Público

+Ler notícia: http://jornal.publico.pt/noticia/04-08-2010/este-foi-o-julho-com-mais-mortos-nas-estradas–desde-2005-19957370.htm

Apresentação de Relatório Final de Acção Promoção de Saúde

Comportamentos de risco associados ao consumo de substâncias psicoactivas lícitas como o álcool constituem um dos problemas sociais que mais danos causam a nível neurológico, fisiológico e comportamental. Estimando-se que o alcoolismo atinja 20% da população entre os 15-64 anos portuguesa, as doenças de fígado causados pelo consumo abusivo de álcool originam 3,8% das mortes e correspondem a 1,25% dos gastos em saúde segundo um estudo da Unidade de Nutrição e Metabolismo do Instituto de Medicina Molecular.

Com o objectivo de inspirar a adopção de hábitos salutares, contrariando estas tendências destrutivas e danosas, a Dianova repetiu a bem sucedida primeira edição desta iniciativa realizada em 2009, lançando a segunda edição dos “Cocktails sem álcool: memórias divertidas de uma noite” a 8 de Maio 2010 em Torres Vedras, em que cada espaço de lazer ofereceu 1 bebida sem álcool, promovendo-se um consumo salutar e uma diversão nocturna que jovens e adultos se recordem no dia seguinte.

A 2ª edição desta iniciativa de Promoção de Saúde inserida na Semana da Juventude de Torres Vedras, organizada pela Dianova, contou com a parceria da Câmara Municipal de Torres Vedras, PSP TVD, Instituto Português da Juventude, Instituto da Droga e Toxicodependência, Red Bull, Restaurantes, Bares e Discotecas do Concelho.

+Apresentação Avaliação de Resultados http://www.slideshare.net/Dianova/apresentao-resultados-iniciativa-cocktails-2010