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SNS colocou saúde portuguesa em 12.º lugar mundial

O Serviço Nacional de Saúde (SNS) é, porventura, o serviço público português com maior impacto na evolução de todo o colectivo nacional.

O SNS é hoje amplamente reconhecido e citado como uma extraordinária realização social de Portugal. Foi uma promessa e um fruto da nossa Democracia e tem sido um instrumento valioso para garantir equidade e coesão social.

No início dos anos 70, Portugal tinha os piores indicadores de saúde da Europa Ocidental. Vinte anos depois da sua criação, em 15 de Setembro de 1979, a Organização Mundial de Saúde, no seu Relatório Mundial de 2000, posicionava o desempenho do sistema de saúde português em 12.º lugar entre 191 países.

No seu Relatório Mundial de 2008, a Organização Mundial da Saúde reconhece novamente Portugal como um bom exemplo a nível mundial, desta vez para destacar a prioridade dada aos cuidados de saúde primários. 

Tem havido um forte investimento no SNS, e os ganhos obtidos são compensadores.

O governo instituiu o dia 15 de Setembro como o dia do SNS, decisão tomada na comemoração dos seus 30 anos sob o lema Garantir o Futuro. Portal Governo

+ler notícia: http://www.governo.gov.pt/pt/GC18/Governo/Ministerios/MS/Notas/Pages/20100914_MS_Com_SNS.aspx

Farmácias nos hospitais aderem à unidose

Utente vai poder comprar remédios à medida das suas necessidades dentro de algumas semanas. Anúncio foi feito hoje pela ministra da Saúde durante a apresentação de uma nova campanha de promoção dos genéricos.

As farmácias abertas ao público em seis hospitais públicos – Santo André (Leiria), Santa Maria (Lisboa), São João (Porto), Faro, Padre Américo (Vale do Sousa) e Hospital Geral de Coimbra – vão dispensar medicamentos por unidose. O serviço deverá estar disponível “dentro de algumas semanas”, revelou hoje a ministra da Saúde, Ana Jorge.

O alargamento da medida a outras farmácias não é, para já, previsível por que a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) ainda não recebeu nenhum pedido de adesão ao serviço. A dispensa de remédios por quantidade individualizada só está autorizada para alguns antibióticos, anti-histamínicos, anti-inflamatórios, paracetamol e antifúngicos. 

Ana Jorge garantiu a concretização da unidose por ocasião do anúncio de uma nova ação de promoção dos medicamentos genéricos. Orçada em 263 mil euros, a campanha vai decorrer entre 15 de setembro e 8 de outubro para promover “o diálogo entre o doente e o médico” e “melhorar o acesso ao medicamento a quem dele necessita, em especial às pessoas com menos recursos económicos”, explica a ministra.

Poupar é objetivo

A poupança também faz parte do plano: “É uma campanha que pretende sensibilizar os cidadãos e os profissionais de saúde para os custos com os medicamentos comparticipados simultaneamente pelo SNS e pelo cidadão. Este é um encargo partilhado de que importa termos consciência. Por isso, a campanha apela à responsabilidade de todos na redução desta despesa”. Ainda assim, a governante fez questão de salientar que mais do que gastar menos, pretende-se “mudar o comportamento dos profissionais de saúde e dos utentes”.

E os dados mais recentes revelam que já há algumas alterações: “A quota de mercado dos genéricos atinge hoje os máximos de sempre, representando 19,2%”. Nos primeiros sete meses deste ano, o número de embalagens vendidas aumentou 7,6% em relação ao mesmo período de 2009.

Na apresentação da nova campanha, nas instalações do Infarmed, em Lisboa, Ana Jorge revelou ainda que as medidas postas em marcha para o setor do medicamento já estão a surtir efeito, nomeadamente ao nível da contenção da despesa. “De uma taxa de crescimento de 16,8% em maio, passámos para 7,7% em Junho e 2,9% em julho”, ou seja, próximo da meta de 2,8% estabelecida para 2010. Expresso Online

+ler notícia: http://aeiou.expresso.pt/farmacias-nos-hospitais-aderem-a-unidose=f603698

Hospitais privados fazem mais de metade das consultas

Os hospitais e clínicas privadas dominam o campo das consultas em Portugal e já asseguram 25 por cento dos internamentos do Serviço Nacional de Saúde. Associação Portuguesa de Hospitalização Privada justifica esta fuga aos serviços públicos com o crescente recurso aos seguros de saúde.

A medicina privada está a ganhar terreno face ao Serviço Nacional de Saúde, segundo os mais recentes dados, fornecidos pela Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP), na data em que se assinala precisamente o Dia do Serviço Nacional de Saúde.

Os hospitais e clínicas privados já asseguram mais de metade do total das consultas realizadas em Portugal, 25 por cento dos internamentos, têm 25 por cento da capacidade cirúrgica e garantem cinco por cento dos serviços de urgência. Por outro lado, detêm 15 por cento das 5000 camas hospitalares.

A razão deste aumento da procura aos serviços privados encontra-se, ainda segundo a APHP, na oferta crescente dos seguros de saúde, aos quais recorrem, actualmente, mais de dois milhões de pessoas, o que representa um quinto da população portuguesa.

Espírito Santo Saúde, HPP Saúde e Mello Saúde são os três maiores operadores de saúde privada a operar em Portugal e dominam 70 por cento do mercado. Ciberjunta

+ler notícia: http://www.ciberjunta.com/hospitais_privados_dados_consultas_internamentos_saude14092010.html

Baratas medicinais

Um grupo de cientistas no Reino Unido garante que o cérebro dos insectos possui moléculas capazes de matar bactérias resistentes com mais eficácia e menos danos.

A maioria das pessoas odeia-as. Acha que são repugnantes. No entanto, apesar da má reputação das baratas, são insectos que podem trazer benefícios para a saúde.

De acordo com um grupo de cientistas da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, o cérebro das baratas e dos gafanhotos contém moléculas capazes de enfrentar e matar bactérias tão resistentes como as “Staphylococcus aureus“, uma das espécies patogénicas mais comuns, cuja infecção é frequentemente causada por pequenos cortes na pele.

Essa bactéria pode colonizar a pele dos seres humanos até 15%, alastrando-se por vezes a outros órgãos do corpo. As “Staphylococcus” vivem na nossa pele e estão sempre à espera de uma pequena lesão para poderem penetrar no nosso organismo.

Este é o motivo pelo qual devemos sempre lavar bem as feridas. Uma vez no sangue, pode atingir qualquer órgão. A infecção das válvulas do coração é a mais temida complicação provocada pela “Staphylococus aureus”.

Os investigadores, que apresentaram os seus resultados na reunião da Sociedade Geral de Microbiologia, a decorrer em Nottingham, indicam que os tecidos do cérebro bem como os do sistema nervoso destes insectos são capazes de matar mais de 90% das bactérias mais difíceis como a “Stapohilococcus (MRSA) ou E. Coli”, sem prejudicar as células humanas. Essas bactérias são habitualmente combatidas com recurso à penicilina.

“Actualmente, estão a ser estudadas em laboratório as propriedades antibacterianas destas moléculas, e espero que as mesmas possam vir a ser utilizadas para desenvolvermos novos antibióticos mais eficazes contra essas patologias”, afirmou Lee Simon, um dos autores do trabalho. “Acredito que podemos desenvolver novas drogas, mais eficazes e com menos efeitos colaterais”.

O segredo da defesa natural contra as bactérias que as baratas e os gafanhotos parecem ter é relativamente fácil de explicar. Os cientistas argumentam que estes insectos “vivem a maior parte das vezes em ambientes sem higiene e sem saneamento, onde existem muitos tipos de bactérias. Para sobreviver, foram obrigados a desenvolver estratégias para se protegerem desses organismos”.

“No entanto, é apenas um primeiro passo, muito preliminar. Se pudermos isolar o composto dos tecidos dos insectos, ainda levará muitos anos para desenvolver uma droga segura e eficaz que possa ser comercializada”, reconhecem os autores da investigação. Jornal Notícias Online

+Ler notícia: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1657181

Doentes crónicos arriscam pagar remédios gratuitos

A lista dos 5 medicamentos grátis para pensionistas muda em Outubro. Utentes com receitas antigas terão de as renovar ou pagar a diferença caso os seus remédios saiam da lista

A partir de 1 de Outubro, milhares de doentes crónicos do regime especial arriscam ter de pagar por medicamentos a que antes acediam de graça. A revisão trimestral de preços vai trazer alterações à lista dos cinco medicamentos mais baratos em cada área e, por isso, a comparticipação a 100% pode não abranger os mesmos dos últimos três meses. Médicos e associações alertam que muitos doentes têm receitas para seis meses e podem ter de pagar por um remédio, a menos que peçam nova receita.

O cenário irá ocorrer a cada três meses no âmbito das revisões dos preços de referência (genérico mais caro por área). E a indústria alerta que, perante um negócio que abrange 1,3 milhões de portugueses, “as empresas, de genéricos ou não, estejam a debater-se para conseguir colocar os produtos entre os cinco mais baratos”, diz fonte da Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos (Apogen), que calcula que haja 180 substâncias activas com genérico.

Este “suicídio colectivo”, devido à prática de preços demasiado baixos, avisa a mesma fonte, “vai afectar sobretudo doentes crónicos com fracas condições e polimedicados”. Nestes casos, estes doentes apenas terão acesso a remédios gratuitos no escalão A. De resto, terão um acréscimo de 15% à comparticipação de cada escalão, que será assim de 84%, 52% ou 30% sobre o preço do genérico mais caro. Muitos medicamentos líderes de vendas, como os do colesterol ou estômago, estão nestes escalões.

O secretário de Estado Óscar Gaspar admite “que medicamentos gratuitos deixem de ter apoio com esta revisão”. Mas a tutela diz que se vai “estar atento para que os cidadãos, sobretudo os mais necessitados, possam beneficiar do regime de comparticipação mais favorável a que possam ter direito”.

Carlos Aguiar, cardiologista do Hospital de Santa Cruz, alerta que “as doenças cardíacas são maioritariamente crónicas, por isso passamos muitas receitas a seis meses. Preocupa-me que estes doentes cheguem à farmácia e percam apoio a 100% porque nós trancamos as receitas. Ainda por cima, os doentes são informados de que há uma alternativa mais barata quando a responsabilidade não é nossa”, refere. A velocidade destas mudanças, que visavam integrar rapidamente genéricos em novas áreas, só pode ser travada com uma alteração da lei ou com receitas não trancadas, que permitam a troca na farmácia. Mas os médicos alertam para os perigos de tal prática (ver texto em baixo).

BernardoVilas Boas, da Associação Nacional das USF, diz que grande parte dos doentes, especialmente idosos, “levam consigo três vias, ou seja, três receitas com prazo de seis meses”. Para contornar a questão, podem tentar levantar as receitas de uma vez, o que é raro acontecer. Ainda por cima, os doentes também levam muitas vezes remédios que não têm genérico, o que implicava terem de pagar tudo de uma só vez”.

Luís Araújo, imunoalergologista da Associação Portuguesa de Asmáticos, diz que, só no meio milhão de casos da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica “há 60% a 80% de idosos, parte dos quais com apoio a 100%”. São pessoas a quem passam receitas triplas com frequência. “Estamos a falar de reformados que têm de ir às consultas pedir novas receitas, obrigando o médico a recebê-las de novo para ajustar a mediação”, alerta. DN Online

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1657334

Dívidas na saúde tornam Estado refém de interesses privados

Correia de Campos não sabe qual o motivo das sucessivas derrapagens financeiras do Ministério da Saúde. Em entrevista ao “Jornal de Negócios”, o ex-ministro da Saúde não consegue explicar as contas e afirma mesmo que quando ele lá estava “não houve derrapagens”. Correia de Campos criticou o bastonário dos médicos por não ter agido no “caso do oftalmologista do Algarve” do qual tem conhecimento há quatro anos.

Ministro da Saúde em 2002 e 2008, sem nunca ter concluído o mandato, Correia de Campos explicou que para evitar derrapagens teve de exercer um controlo muito próximo sobre organizações de meios complementares de diagnóstico. “Em algumas dessas reuniões tive que informar os agentes de empresas estrangeiras que Portugal não admitia que os feitores de feitorias internacionais aqui mandassem”, recorda.

Agravam-se resultados dos hospitais:

Os resultados negativos dos hospitais com gestão empresarial agravaram-se 154 por cento no primeiro semestre do ano.

O “Diário Económico” referia, na sua edição de sábado, que do primeiro para o segundo trimestre os prejuízos subiram 20 por cento, de 180 para 216 milhões.

Os hospitais com gestão públicas também não ficam bem no panorama geral, com um resultado líquido do exercício a descer dos 28,4 milhões para os 9 milhões, o que revela uma degradação de 68,3 por cento.O vigor das contas da saúde em geral também se consegue, de acordo com a experiência do actual eurodeputado, “andando em cima dos hospitais. Reunindo com os gestores, fazendo psicodrama, ameaçando demissões” e com o sistema de avaliação de gestores hospitalares pela ARS.

Em entrevista ao “Jornal de Negócios”, o antigo governante acrescenta que o Estado fica “completamente capturado com elevadas dívidas” (a interesses privados), dando como por exemplo o fundo organizado pelas farmácias, que paga juros do crédito bancário.

Atrasos às farmácias prejudicam “independência” do Estado

Em declarações à Lusa, publicadas também esta terça-feira, o antigo secretário de Estado de Correia de Campos, Francisco Ramos, classificou de “preocupante” o atraso no pagamento às farmácias, dizendo que esta é “uma questão de independência do Estado face ao poder económico”. RTP

+Ler notícia: http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Dividas-na-saude-tornam-Estado-refem-de-interesses-privados.rtp&article=373306&visual=3&layout=10&tm=2