AUMENTO CONSUMO PSICOFÁRMACOS ENTRE 240% E 171% NA ÚLTIMA DÉCADA

AUMENTO CONSUMO PSICOFÁRMACOS | o relatório “Saúde Mental 2013” do programa nacional para a Saúde Mental apresenta uma elevada prevalência de doenças mentais, que se encontram entre as principais responsáveis pela incapacidade para a actividade produtiva e psicossocial, com destaque para a depressão major.

Estes valores elevados de consumo indiciam um problema de saúde pública que deve ser alvo de intervenções direccionadas.

Os psicofármacos, como antipsicóticos e antidepressores, que actuam no Sistema Nervoso Central são responsáveis pelo aumento da utilização e despesa do Serviço Nacional da Saúde na última década.

Na última década (2000-2012) registou-se um consumo dos psicofármacos em todos os subgrupos mas com maior evidência nos antidepressores com 240% e antipsicóticos com 171% de aumento.

Portugal apresenta um nível superior de consumo dos antidepressores (88DHD) aos dos países europeus como Itália (37 DHD) e Noruega (57 DHD).

Igual tendência relativamente ao consumo de ansiolíticos, sedativos e hipnóticos, com Portugal (96 DHD) à frente de Itália (53 DHD), Noruega (62 DHD) ou Dinamarca (31 DHD).

In “Psicofármacos: Evolução do consumo em Portugal Continental (2000-2012), Cláudia Furtado, INFARMED

LINK http://www.infarmed.pt/portal/page/portal/INFARMED/MONITORIZACAO_DO_MERCADO/OBSERVATORIO/ESTUDOS_REALIZADOS 

Anúncios

Discussão Pública | Plano Nacional para a Redução dos Comportamentos Aditivos e das Dependências (PNRCAD) 2013 – 2020

É posto hoje à discussão pública, até dia 30 do mês de setembro, o Plano Nacional para a Redução dos Comportamentos Aditivos e das Dependências (PNRCAD) 2013 – 2020.

Ler+ http://www.idt.pt/PT/Paginas/MontraIDT.aspx

 

Ler+ http://www.idt.pt/PT/Documents/MontraIDT/2013/PNRCAD_2013_2020.pdf 

Trata-se da primeira versão de um documento estratégico, elaborado no âmbito da Estrutura de Coordenação para os Problemas da Droga, das Toxicodependências e do Uso Nocivo do Álcool, que contou, para a sua elaboração, com um vasto número de serviços e entidades, públicas e privadas, bem como de técnicos de vários domínios do conhecimento que têm contribuído para o desenho da política na área dos comportamentos aditivos e das dependências.

Este documento terá uma vigência até 2020 e teve uma apreciação e aprovação prévias do Senhor Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Saúde.

O PNRCAD será operacionalizado através de dois Planos de Ação quadrienais, sendo o primeiro, referente ao período 2013-2016, elaborado a partir deste momento.

O Plano Nacional terá uma avaliação intercalar em 2016, coincidente com o fim do primeiro Plano de Ação, e uma no final do período da sua vigência.

É importante e desejável a participação de setores ainda não auscultados, bem como de cidadãos cujo contributo possa melhorar e adequar o desenvolvimento de estratégias que pretendem dar resposta a problemáticas ligadas aos comportamentos aditivos e às dependências.

Os comentários e sugestões devem ser remetidos para o seguinte endereço de correio eletrónico:

e-mail: planonacional.dependencias@sicad.min-saude.pt 

Profissionais dos serviços de saúde mental aprendem a lidar melhor com casos

Profissionais dos serviços locais de saúde mental vão receber formação e ser sensibilizados para a temática da violência doméstica, para poderem identificar e intervir mais rapidamente junto de vítimas e agressores. As ações de sensibilização e de formação, englobando 180 profissionais, foram objeto de protocolos assinados na terça feira entre a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e a Coordenação Nacional para a Saúde Mental e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, no quadro do projeto Sem Violência Familiar. Destak/Lusa

+Ler notícia http://www.destak.pt/artigo/64935