Facebook usado por criminosos para vaga de assaltos a casas

Um grupo de assaltantes a residências nos EUA controlava o Facebook para descobrir que utilizadores é que iriam passar temporadas fora de casa, sabendo, assim, os melhores alvos para roubo, de acordo com a edição electrónica da PC World.

Só durante o mês de Agosto, 50 assaltos a residências particulares foram registados na cidade de Nashua, Estado norte-americano de New Hampshire. Do total, 18 crimes já foram associados ao grupo que fazia uso da popular rede social para obter informações.

As autoridades locais descobriram as acções do grupo criminoso e já conseguiu encontrar o primeiro dos três suspeitos no caso, avança ainda o portal.

+ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&id_news=468738

Proibir acesso dos patrões ao Facebook dos funcionários

O Governo alemão está preocupado com a privacidade dos trabalhadores e apresentou ontem um decreto-lei que regulamenta a colocação de câmaras de videovigilância no local de trabalho e proíbe que o patrão espie o que os funcionários (ou candidatos a um posto de trabalho) fazem no Facebook.

A medida ganha relevância numa altura em que é prática cada vez mais frequente, um pouco por todo o mundo, os empregadores consultarem a página do Facebook dos candidatos a um lugar na sua empresa para tentar assim descobrir os hábitos privados do futuro empregado.

Nos Estados Unidos, por exemplo, também houve já casos de funcionários despedidos por falarem mal do patrão na sua página pessoal da Internet.

Se a proposta for aprovada, a Alemanha será o primeiro país a proibir os empregadores de utilizar o Facebook para contratar pessoas ou espiar os seus funcionários, noticia a Euronews.

Além desta medida, a proposta visa ainda proibir o uso de câmaras de videovigilância para vigiar os trabalhadores. As empresas deixarão assim de poder filmar clandestinamente os funcionários, sendo proibida a colocação de câmaras em espaços como as casas de banho, salas de descanso ou vestiários.

O ministro do Interior alemão, Thomas de Maiziere, afiançou à Euronews que a nova lei “protege mais os trabalhadores?, mantendo a protecção dos “direitos dos empregadores na luta contra infracções ou corrupção no trabalho?. Diário Notícias

+Ler notícia:

10 Ways to Leverage LinkedIn to Generate Business

Being a regular user of LinkedIn, I’m disappointed when I see marketers that are not utilizing LinkedIn effectively to share their brand (either business or personal).  If you take the simple and effective actions that I discuss below, you’ll be taking great steps to increase your marketing visibility and success that your competition is not taking…yet.

I recently attended one of MarketingProfs Take 10 webinars called “How to Build Your Reputation at LinkedIn (in a Few Minutes a Week)” which was hosted by Jason Alba.  Most people have a profile on LinkedIn but most people don’t know what to do once they get set up either because they’re overwhelmed with all the options or simply don’t have the time.  Here’s 10 actions he suggested to take that can help you build your reputation that are effective and time efficient.

4 One-Time Actions You Should Take

  1. Enhance your profile.
  2. Modify your settings
  3. Join Groups

6 Ongoing Actions You Should Take

  1. Ask Questions.
  2. Answer Questions.
  3. Start Group Discussions. 
  4. Do An Advanced.
  5. Search for Companies.
  6. Update Your Network Status.

+Ler notícia: http://socialmediatoday.com/patricianeuray/160227/10-ways-leverage-linkedin-generate-business?utm_source=smt_newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter

Empresas controlam acesso ao Facebook

O Ikea é uma das empresas que já monitoriza o acesso dos seus colaboradores à Internet.

O ritual repete-se todos os dias. Chega ao escritório, liga o computador, descarrega os ‘emails’, abre a internet… e liga-se ao Facebook. O gesto faz parte da rotina de milhares de funcionários, que perdem pelo menos meia hora por dia nas redes sociais. Só que a falta de produtividade custa dinheiro: em concreto, cerca de 1,5 mil milhões de euros por ano só no Reino Unido, segundo conclui um estudo da consultora Morse.

Na Europa ainda não se chegou à tendência de cortar o acesso às redes sociais no local de trabalho, como já acontece em países como os Estados Unidos, mas algumas empresas estão a começar a limitar o uso do Facebook ou Twitter no local de trabalho ou a monitorizar o tempo que os seus funcionários – produtivos ou improdutivos – passam nas redes sociais. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/empresas-controlam-acesso-ao-facebook_96831.html

+Ler notícia “Twitter and social networks cost UK businesses” (Morse): http://www.morse.com/press_20.htm

Facebook atinge marca de 500 milhões de utilizadores

A rede social Facebook anunciou hoje ter alcançado a marca de meio milhão de utilizadores em todo o mundo. “Na manhã de hoje, 500 milhões de pessoas em todo o mundo já estavam a utilizar activamente o Facebook para se manterem conectadas a amigos e a outras pessoas de seu convívio”, escreveu Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, no seu blog. “Muitas pessoas mais têm a oportunidade de continuar conectadas com as pessoas com quem se importam”, prosseguiu ele.

A popularidade da rede social aumenta, apesar das persistentes críticas relacionadas às políticas de privacidade da empresa. Em maio, a rede social permitiu aos seus utilizadores ter mais controle sobre as contas e as configurações de segurança, depois de queixas com relação à complexidade dos controles de privacidade.

O Facebook tem sido cada vez mais visto como uma ameaça a gigantes da internet, como Google e Yahoo, o que deve ganhar ainda mais força se a empresa conseguir desenvolver com sucesso um modelo de negócios de anúncios baseado em recomendações de amigos, ao invés de se sustentar em buscas de anúncios. Estadão

+Ler notícia: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,facebook-atinge-marca-de-500-milhoes-de-usuarios,584339,0.htm

Facebook cria botão para comportamentos estranhos

O Facebook criou uma nova opção – um botão de pânico – que regista no perfil da pessoa que tenha tido um comportamento estranho.

Esta medida de segurança serve para alertar os contactos mais próximos de que podem estar a correr riscos.

O sistema criado, na sequência de um acordo entre os responsáveis pelo Facebook e o Centro de Protecção à Exploração Infantil Online (CEOP), destina-se sobretudo a alertar milhares de jovens e adolescentes que possam ser alvos de cyberbulling ou de assédio sexuais

“Só através do esforço constante da indústria, da polícia, dos pais e dos próprios jovens é que todos podemos manter a segurança online”, sublinha Joanna Shields, vice-presidente do Facebook para a Europa, Médio Oriente e África. Jornal i

+Ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/68890-facebook-cria-botao-comportamentos-estranhos

+Ver site CEOP Child Exploitation and Online Protection Centre: http://www.ceop.gov.uk/

Sr. Criatividade. “As redes sociais não são brinquedos para crianças”

Como se comunica na era das redes sociais? É o que a Ogilvy vai discutir no evento VERGE, que começa terça-feira em Lisboa em parceria com a AESE – Escola de Negócios. O CEO Brian Fetherstonhaugh explica ao i o que pensa das realidades trazidas pela web social.

Vinte e sete anos depois de ter entrado na Ogilvy, Brian Fetherstonhaugh já viu meia dúzia de revoluções no mercado da publicidade e outras tantas crises. Mas nunca como agora foi tão importante repensar estratégias: entrámos na era em que o consumidor é que manda. As redes sociais dão um poder inédito a quem compra e quem vende precisa de se habituar. Como? O CEO da OgilvyOne WorldWide explica.

Mas também há um lado negativo: uma marca pode sofrer muito nas redes sociais.

Sim. As redes sociais não são algo que uma marca possa controlar. É algo em que uma marca inteligente pode participar de forma saudável. Se um marketeer acha que pode calar as vozes negativas, vai falhar. O consumidor controla as redes sociais. As marcas têm de ser convidadas para as conversas. Isto requer todo um novo estilo, uma atitude diferente dos marketeers. Não tão intrusiva e não tão promocional como sempre foi. É um pouco como ser pai. Quando os filhos têm quatro anos, eles obedecem, os pais têm poder sobre tudo. Isso era o consumidor de antes. Agora, o consumidor tem 18 anos. Pode guiá-lo, mas não controlá-lo. Tem de lhe mostrar amor, mas deixá-lo fazer erros. Se tentar calá-lo, ele vai expulsá-lo.

+Ler notícia http://www.ionline.pt/conteudo/61959-sr-criatividade-as-redes-sociais-nao-sao-brinquedos-criancas