Cancro é a doença com mais custos económicos no mundo

O cancro é a doença no mundo com mais custos económicos, pelas mortes e perda de produtividade associadas, revela um estudo da Sociedade Norte-Americana do Cancro.

A investigação, que deverá ser apresentada esta quinta-feira no Congresso Mundial do Cancro em Shenzen, na China, assinala que o cancro custa mais em produtividade e em perdas de vidas humanas do que a sida, o paludismo, a gripe ou outras doenças contagiosas.

Com base em relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS) e em dados económicos do Banco Mundial, os cientistas concluíram que o cancro tem um impacto económico de 895 mil milhões de dólares (698 mil milhões de euros), superando os 753 mil milhões de dólares (587 mil milhões de euros) de custos relacionados com as doenças cardíacas.

A OMS estima que o cancro venha a derrubar, este ano, os ataques cardíacos da liderança das causas de morte.

O estudo é patrocinado pela Livestrong, a fundação do ciclista Lance Armstrong, que superou a doença. Público

+Ler notícia: http://www.publico.pt/Sociedade/cancro-e-a-doenca-com-mais-custos-economicos-no-mundo_1451744

+Ver site Sociedade Norte-Americana do Cancro: http://www.cancer.org/

+Ver site Organização Mundial de Saúde: http://www.who.int/en/

+Ver site Fundação Livestrong: http://www.livestrong.org/

Mais 1,2 milhões de doentes com Sida em tratamento

Cerca de 5,2 milhões de seropositivos estavam a receber tratamento contra o VIH no final do ano passado, um aumento de 1,2 milhões de pessoas relativamente a 2008, segundo a Organização Mundial de Saúde.

“É o maior aumento de pessoas em tratamento num único ano”, congratulou-se Hiroki Nakatani, vice-director geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) para a Sida, durante a Conferência Internacional dedicada à doença que decorre em Viena, na Áustria.

Os dados deste organismo indicam que no final de 2008 se encontravam em tratamento com antiretrovirais cerca de quatro milhões de pessoas.

Os antiretrovirais são medicamentos que tornam a Sida uma patologia crónica, permitindo aos doentes sobreviver à infecção, mas não matando completamente o vírus.

As novas directivas da OMS, divulgadas hoje, segunda-feira, numa conferência em Viena, recomendam que o tratamento comece mais cedo, mesmo antes de surgirem os sintomas, e que sejam usadas moléculas menos tóxicas. Jornal Notícias

+Ler notícia: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1621765

Indústria do fumo busca cada vez mais as mulheres jovens, diz OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) advertiu que a indústria tabagista tem concentrado seus esforços em conquistar mais consumidores do sexo feminino e nos países em desenvolvimento. Numa declaração divulgada a 31 de Maio por ocasião do Dia Mundial Sem Tabaco, a OMS disse que, em algumas economias emergentes, já há mais mulheres do que homens jovens que fumam regularmente.

Segundo a OMS, isso é uma realidade em países como Bulgária, Chile, Colômbia, Uruguai, Croácia, México, República Tcheca, Nigéria e Nova Zelândia. O fumo é a maior causa de mortes evitáveis do mundo, vitimando mais de cinco milhões de pessoas por ano. Dessas, em média 1,5 milhão são mulheres.

Jovens

A OMS estima que, atualmente, apenas 20% do total de fumadores no mundo são do sexo feminino. “Sabemos que a publicidade ao tabaco cada vez mais se direciona às mulheres jovens”, disse o director-geral assistente para doenças não contagiosas e saúde mental da OMS, Ala Alwan. A indústria tabagista, de acordo com a entidade, procura difundir a imagem de que consumir cigarro é elegante e está na moda.

+Ler notícia: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,industria-do-fumo-busca-cada-vez-mais-as-mulheres-jovens-diz-oms,559586,0.htm

Violência doméstica é uma epidemia, diz OMS

Vários especialistas reuniram-se em Coimbra para discutir o tema, considerado já um problema de saúde pública. Considerado um problema de saúde pública, a violência doméstica deve ser encarada como uma doença, sendo necessário encaminhar os doentes vítimas deste mal para tratamentos, dizem os especialistas, que denunciam a falta de profissionais hospitalares com formação para acompanhar estas situações. TVI24 http://www.tvi24.iol.pt/