Drogas digitais. Ouvir ecstasy, LSD, heroína e marijuana

Não têm químicos, são ficheiros de som que circulam na internet e podem reproduzir os mesmos efeitos de outras drogas. O Instituto da Droga e da Toxicodependência ainda não conhece o fenómeno

Para arranjar uma droga digital não é preciso irmos ao bairro mais duvidoso da cidade ou correr o risco de sermos apanhados pela polícia. Uma pesquisa no Google é suficiente para conseguir gratuitamente um dos ficheiros de som que pretendem reproduzir os mesmos efeitos das drogas recreativas. “Gate of Hades” é um dos mais procurados na internet. Segundo a descrição no site http://www.i-doser.com – que, tal como o http://www.i-dose.us, é um dos principais agregadores desses ficheiros de drogas digitais -, quem ouvir este som pode esperar “pesadelos, experiências próximas da morte e muito medo”.

“Ouvi estático e era quase confortável, mas depois o barulho começou a ficar mais intenso e fiquei mesmo assustado”, contou ao i Gabriel (nome fictício), de 23 anos, que experimentou o ficheiro quando estava sozinho em casa. Durante os 30 minutos de “Gate of Hades” manteve-se de olhos fechados, auscultadores nos ouvidos e com as luzes da sala apagadas, tal como manda o site da i-Doser. “Foi puro susto e nada parecido com as drogas que tomei na vida [marijuana e cogumelos]. Não quero ouvir aquilo outra vez.”

Magda (nome fictício), de 22 anos, também não relacionou o efeito de “Gate of Hades” com o das drogas que já tomou. “Estava de olhos fechados, encostada à cabeceira da cama e comecei a adormecer a partir dos 7 ou 8 minutos”, diz. “Não deu para perceber se foi por ter ouvido aquilo ou porque estava cansada depois de um dia de trabalho.” De repente acordou com “o coração a sair da boca e um bip-bip horrível”, conta. “Se não fosse essa última parte, até era um bom som para adormecer.”

Além do “Gate of Hades”, que pode ser descarregado gratuitamente, o site da i-Doser tem disponíveis sons com nomes sugestivos como orgasmo, ecstasy ou heroína. Um CD com 6 ficheiros custa 16,36€ e, a avaliar pela quantidade de mensagens deixadas no fórum do site, existem muitos compradores.” Na minha cabeça estava a ser beijado por uma Na”vi do planeta Avatar”, relata Bryan que experimentou o ficheiro First Love.

Segundo o site, os efeitos conseguem–se através das “batidas binaurais”, isto é, quando cada ouvido recebe uma onda sonora diferente. “Este tipo de som chega a regiões do cérebro viradas para a detecção de sentimentos de satisfação como aqueles provocados pelo álcool ou pelas drogas”, explica ao i o neuropsicólogo Manuel Domingos. “Alguns são anárquicos, não têm frequência nem tom definidos e quando lhes somos submetidos de forma prolongada, podemos ficar com danos cerebrais, alterações de consciência ou de comportamento.” Jornal i

+Ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/72517-drogas-digitais-ouvir-ecstasy-lsd-heroina-e-marijuana

Viciados na Net correm maior risco de depressão

Os jovens que passam demasiado tempo na Internet têm perto de 50 por cento mais hipóteses de desenvolver uma depressão do que os utilizadores “moderados”. Os dados integram um estudo que envolveu aproximadamente 1.000 adolescentes, entre os 13 e os 18 anos de idade, em Guangzhou, no sul da China.

A análise defende que os jovens que passam de cinco a 10 horas por dia a navegar revelam-se agitados quando não estão em frente ao computador e perdem o interesse pelas interacções sociais.

“Alguns passam mais de dez horas por dia online e mostram-se utilizadores realmente problemáticos, apresentando sinais e sintomas de comportamento adicto (…) ao navegarem e jogarem”, refere Lawrence Lam, co-autor do estudo, citado pela Reuters.

Os investigadores garantem que nenhum dos 1.041 adolescentes que integraram a experiência apresentavam, de início, sinais de depressão. Nove meses depois, 84 mostravam sintomas, enquanto os que passavam tempo a mais online tinham perto de 50 por cento mais probabilidade de ficarem deprimidos, comparativamente aos internautas moderados.

A falta de sono e o stresse causado pelos jogos online podem explicar a tendência depressiva. “Quem passa tempo demais na Internet perde o sono, e é um facto muito bem estabelecido que quanto menos se dorme, maiores as hipóteses de depressão”, refere Lam. TEK Sapo

+Ler notícia: http://tek.sapo.pt/noticias/internet/viciados_na_net_correm_maior_risco_de_depress_1082028.html

Garantindo uma boa Reputação Online: como combater a descrédito Digital?

Cada vez mais empresas estão a ser confrontadas com as consequências que os Media Sociais podem ter nas relações em local de trabalho e na imagem corporativa. A proliferação de blogs e media sociais torna mais fácil a disseminação de comentários depreciativos sobre uma empresa. As empresas (e Organizações da Sociedade Civil como a Dianova) estão claramente preocupadas com o potencial dos media sociais para danificar as marcas (pessoais ou corporativas). Dois artigos – da CNN e da Law – apresentam a mesma solução: melhores políticas e regulação mais estrita.

Lei os artigos na integra:
– CNN http://edition.cnn.com/2010/LIVING/05/12/social.media.work.rants/?hpt=Mid

– LAW http://www.law.com/jsp/lawtechnologynews/PubArticleLTN.jsp?id=1202457997729

Qual a sua opinião acerca deste tema e desta solução em concreto?!

Novo Portal da Juventude é apresentado hoje em Lisboa

O novo Portal da Juventude http://www.juventude.gov.pt , que é hoje apresentado, vai abarcar todas as políticas públicas do setor e contar com novas valências e funcionalidades, mais dirigidas aos seus utilizadores. Segundo dados da Secretaria de Estado da Juventude e Desporto, o atual site, criado em 2004, “tem vindo a crescer consideravelmente”, sendo que em 2009 foram registados 1,7 milhões de visitantes únicos, mais 322 mil do que em 2008. “Este novo portal pretende abarcar transversalmente todos os programas a iniciativas direcionadas aos jovens e às associações jovens, geridos por todos os organismos da Administração Pública, numa perspetiva de concentração de toda a informação útil e necessária, num só espaço”, lê-se numa nota do gabinete do Secretário de Estado Laurentino Dias. Agência Lusa www.lusa.pt