Programa de estágios para jovens alargado às autarquias

Redução da duração do estágio de 12 para 9 meses e exclusão de médicos e enfermeiros do programa entre as novas regras que entram hoje em vigor.

A partir de hoje, o programa de estágios profissionais do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) é alargado às autarquias e passa a excluir médicos e enfermeiros, segundo a portaria publicada ontem em Diário da República e que entra hoje em vigor.

Estas alterações – que incluem ainda a redução da duração do estágio de 12 para 9 meses – terão em conta as candidaturas apresentadas a partir de hoje. A abertura de nova fase de candidaturas está prevista para dia 16, tendo estado suspensas desde dia 30 de Junho para avaliação do programa. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/programa-de-estagios-para-jovens-alargado-as-autarquias_96853.html

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Profissões operárias também são bem pagas

O presidente do IEFP salienta que nem só as licenciaturas significam um bom salário.

Com o mercado laboral ainda a recuperar da crise que fez o número de desempregados disparar para perto dos 600 mil, o presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Francisco Madelino, lembra que, além dos empregos mais qualificados, há outro tipo de trabalhos no mercado que também são bem pagos.

Em entrevista à Lusa, Madelino salienta que existe actualmente uma “dualização das tendências do mercado de trabalho”. Por um lado, defende o presidente do IEFP, há a necessidade de “profissões mais qualificadas que vão ser mais bem remuneradas” em áreas das energias, ambiente, tecnologias de informação, saúde e turismo. Por outro, há um conjunto de necessidades em termos de profissões operárias qualificadas de nível intermédio. “Não serão pessoas licenciadas, mas serão bem pagas, para fazer trabalhos de manutenção doméstica e outros”, disse.

“Depois, há um segundo segmento de empregos que continuarão sempre a ter procura e que são tudo aquilo que tem a ver com profissões operárias qualificadas ou mesmo até com qualificações mais baixas – desde a construção civil, seguranças, ‘call centers'”, acrescentou.

Segundo Francisco Madelino, este desenvolvimento ao nível das qualificações é o que as economias precisam para se modernizarem, nomeadamente a portuguesa. Já os empregos mais desqualificados, vão contar com uma concorrência forte e crescente da população imigrante, alertou Francisco Madelino.

Por outro lado, no que diz respeito ao trabalho qualificado o presidente do IEFP acredita que “há áreas novas que vão nascer, nomeadamente as áreas das energias verdes, na área da poupança energética e novas energias. São áreas de muito futuro”. Seguem-se as engenharias ambientais, tecnologias da informação e de aplicação aos equipamentos industriais, a área da saúde, com o envelhecimento demográfico e também o turismo.

‘New skills for new jobs’

A Europa está neste momento a discutir o documento “New skills for new jobs”, uma tentativa de definir as tendências do mercado laboral para os próximos dez anos e de perceber quais as qualificações necessárias para responder às ofertas de trabalho. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/profissoes-operarias-tambem-sao-bem-pagas_96578.html

+Ver site European Centre for the Development of Vocational Training (CEDEFOP): http://www.cedefop.europa.eu/EN/

Governo reduz duração de estágios profissionais

As medidas activas de emprego não escapam aos cortes orçamentais. A proposta do Ministério do Trabalho será discutida na reunião de hoje de concertação social.
O Governo prepara-se para reduzir de doze para nove meses a duração dos estágios profissionais, uma das poucas medidas de apoio ao emprego que no ano passado superaram as expectativas.

Tendo em conta que a comparticipação do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) consiste no pagamento de parte da bolsa mensal, a medida permitirá ao Estado poupar 25% por cada estagiário.

Francisco Madelino, presidente do IEFP, confirmou ao Negócios a apresentação de um projecto de portaria do Governo que corrige o diploma publicado a 1 de Março. O objectivo é reduzir custos e fomentar uma “maior rotatividade” entre os beneficiários, justifica. Contactado, o ministério do Trabalho não quis comentar. A portaria em vigor prevê que o estágio tenha a duração de doze meses, tal como aconteceu ao longo de 2009. Antes desse período, os estágios tinham a duração de nove meses, podendo excepcionalmente ser alargados a um ano. Jornal Negócios

+Ler notícia: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=436919

Registo de Maio é 14,6% superior ao mesmo período de 2009/Centros

O desemprego continua a atingir um número recorde de pessoas, mas começa a dar sinais de abrandamento. No final de Maio havia 560.751 desempregados inscritos nos centros de emprego, o quarto maior número de sempre e mais
14,6% do que no mesmo mês de 2009. Ainda assim, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) dá conta de uma redução de 1,8% em comparação com o mês de Abril, assinalando uma melhoria do mercado de trabalho que é comum nos meses de Maio, altura em que têm início algumas actividades sazonais. Público

+Ler notícia: http://economia.publico.pt/Noticia/centros-de-emprego-tem-560-mil-inscritos-
mas-a-tendencia-de-crescimento-abranda_1442258