Facebook usado por criminosos para vaga de assaltos a casas

Um grupo de assaltantes a residências nos EUA controlava o Facebook para descobrir que utilizadores é que iriam passar temporadas fora de casa, sabendo, assim, os melhores alvos para roubo, de acordo com a edição electrónica da PC World.

Só durante o mês de Agosto, 50 assaltos a residências particulares foram registados na cidade de Nashua, Estado norte-americano de New Hampshire. Do total, 18 crimes já foram associados ao grupo que fazia uso da popular rede social para obter informações.

As autoridades locais descobriram as acções do grupo criminoso e já conseguiu encontrar o primeiro dos três suspeitos no caso, avança ainda o portal.

+ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&id_news=468738

A Rede Social – o filme em novembro nos Cinemas

O filme “A Rede Social”, que conta como foi criado o Facebook, tem estreia mundial marcada para 1 de Outubro, nos Estados Unidos, mas a Portugal só chega em Novembro.

Até lá, passa a ser possível acompanhar através de um site oficial, as notícias que antecedem o lançamento, bem como conferir a sinopse, imagens e vídeos sobre a produção inspirada na história daquela que é actualmente a maior rede social do mundo, com mais de 500 milhões de utilizadores.

O filme do realizador David Fincher – responsável por sucessos como Se7en, Fight Club ou O Estranho Caso de Benjamin Button – é baseado no livro “The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook, a Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal” (ainda sem versão portuguesa), sobre a origem e expansão do projecto de três alunos de Harvard que criaram uma rede para colocar em contacto os colegas da faculdade. Tek Sapo

+Ler notícia: http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/a_rede_social_o_filme_1089377.html

Proibir acesso dos patrões ao Facebook dos funcionários

O Governo alemão está preocupado com a privacidade dos trabalhadores e apresentou ontem um decreto-lei que regulamenta a colocação de câmaras de videovigilância no local de trabalho e proíbe que o patrão espie o que os funcionários (ou candidatos a um posto de trabalho) fazem no Facebook.

A medida ganha relevância numa altura em que é prática cada vez mais frequente, um pouco por todo o mundo, os empregadores consultarem a página do Facebook dos candidatos a um lugar na sua empresa para tentar assim descobrir os hábitos privados do futuro empregado.

Nos Estados Unidos, por exemplo, também houve já casos de funcionários despedidos por falarem mal do patrão na sua página pessoal da Internet.

Se a proposta for aprovada, a Alemanha será o primeiro país a proibir os empregadores de utilizar o Facebook para contratar pessoas ou espiar os seus funcionários, noticia a Euronews.

Além desta medida, a proposta visa ainda proibir o uso de câmaras de videovigilância para vigiar os trabalhadores. As empresas deixarão assim de poder filmar clandestinamente os funcionários, sendo proibida a colocação de câmaras em espaços como as casas de banho, salas de descanso ou vestiários.

O ministro do Interior alemão, Thomas de Maiziere, afiançou à Euronews que a nova lei “protege mais os trabalhadores?, mantendo a protecção dos “direitos dos empregadores na luta contra infracções ou corrupção no trabalho?. Diário Notícias

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Empresas controlam acesso ao Facebook

O Ikea é uma das empresas que já monitoriza o acesso dos seus colaboradores à Internet.

O ritual repete-se todos os dias. Chega ao escritório, liga o computador, descarrega os ‘emails’, abre a internet… e liga-se ao Facebook. O gesto faz parte da rotina de milhares de funcionários, que perdem pelo menos meia hora por dia nas redes sociais. Só que a falta de produtividade custa dinheiro: em concreto, cerca de 1,5 mil milhões de euros por ano só no Reino Unido, segundo conclui um estudo da consultora Morse.

Na Europa ainda não se chegou à tendência de cortar o acesso às redes sociais no local de trabalho, como já acontece em países como os Estados Unidos, mas algumas empresas estão a começar a limitar o uso do Facebook ou Twitter no local de trabalho ou a monitorizar o tempo que os seus funcionários – produtivos ou improdutivos – passam nas redes sociais. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/empresas-controlam-acesso-ao-facebook_96831.html

+Ler notícia “Twitter and social networks cost UK businesses” (Morse): http://www.morse.com/press_20.htm

Is Your Doctor Drunk on Facebook?

Facebook privacy concerns just hit a whole new level with the result of a recent study and a hospital horror story that suggests far too much information is made public on the Facebook pages of those to whom you entrust your life and health.

First came the story of William Wells, who arrived at St. Mary Medical Center in Long Beach, California on April 9 severely wounded. He died, but not before nurses could post pics of him on Facebook. Four staffers were fired, three disciplined, but none of the nurses involved were let go, the Los Angeles Times reports.

Almost equally alarming are some of the photos doctors post of themselves. The new study indicates that 46% of the recent medical school graduates in the study had public photos showing them drinking alcohol and 10% had public photos of them intoxicated. Questions, naturally, are now being raised over appropriate boundaries for doctors on Facebook.

But is the greater lesson here that doctors, like lawyers and judges, should be instructed in how to properly use social networking sites, including how to adjust privacy settings? With the very trusted role that doctors play in patients’ lives and the excess of private information available on the Web, it seems pertinent that Facebook management courses become mandatory in medical school. FastCompany

+Ler notícia: http://www.fastcompany.com/1679520/questions-raised-over-doctors-photos-on-facebook

Facebook atinge marca de 500 milhões de utilizadores

A rede social Facebook anunciou hoje ter alcançado a marca de meio milhão de utilizadores em todo o mundo. “Na manhã de hoje, 500 milhões de pessoas em todo o mundo já estavam a utilizar activamente o Facebook para se manterem conectadas a amigos e a outras pessoas de seu convívio”, escreveu Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, no seu blog. “Muitas pessoas mais têm a oportunidade de continuar conectadas com as pessoas com quem se importam”, prosseguiu ele.

A popularidade da rede social aumenta, apesar das persistentes críticas relacionadas às políticas de privacidade da empresa. Em maio, a rede social permitiu aos seus utilizadores ter mais controle sobre as contas e as configurações de segurança, depois de queixas com relação à complexidade dos controles de privacidade.

O Facebook tem sido cada vez mais visto como uma ameaça a gigantes da internet, como Google e Yahoo, o que deve ganhar ainda mais força se a empresa conseguir desenvolver com sucesso um modelo de negócios de anúncios baseado em recomendações de amigos, ao invés de se sustentar em buscas de anúncios. Estadão

+Ler notícia: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,facebook-atinge-marca-de-500-milhoes-de-usuarios,584339,0.htm

Facebook cria botão para comportamentos estranhos

O Facebook criou uma nova opção – um botão de pânico – que regista no perfil da pessoa que tenha tido um comportamento estranho.

Esta medida de segurança serve para alertar os contactos mais próximos de que podem estar a correr riscos.

O sistema criado, na sequência de um acordo entre os responsáveis pelo Facebook e o Centro de Protecção à Exploração Infantil Online (CEOP), destina-se sobretudo a alertar milhares de jovens e adolescentes que possam ser alvos de cyberbulling ou de assédio sexuais

“Só através do esforço constante da indústria, da polícia, dos pais e dos próprios jovens é que todos podemos manter a segurança online”, sublinha Joanna Shields, vice-presidente do Facebook para a Europa, Médio Oriente e África. Jornal i

+Ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/68890-facebook-cria-botao-comportamentos-estranhos

+Ver site CEOP Child Exploitation and Online Protection Centre: http://www.ceop.gov.uk/