Roubini sobe probabilidade de recessão nos EUA para 40%

Nouriel Roubini carregou no pessimismo. O economista mundialmente conhecido por ter antecipado o colapso no sistema financeiro diz que a probabilidade de os Estados Unidos regressarem à recessão é de 40%.

O consultor e professor da Universidade de Nova Iorque prevê uma acentuada desaceleração da economia norte-americana já neste terceiro trimestre, antecipando uma progressão marginal do PIB “bem inferior a 1%”.

No melhor dos cenários, diz, a maior economia do mundo caminha para um horizonte em que terá um crescimento “anémico durante largos anos” devido ao processo de desendividamento que necessariamente terá de ser feito pelas famílias, banca e Governo. No pior cenário, a que atribui uma probabilidade de 40%, os Estados Unidos voltarão a encolher.

Os alertas de Roubini surgem em véspera da divulgação dados relativos ao andamento do Produto no segundo trimestre. Os economistas consultados pela Bloomberg antecipam, em média, que os Estados Unidos tenham já entrado numa nova fase de abrandamento, com um crescimento de 1,4%, bem aquém dos 2,4% inicialmente projectados.

“Com um crescimento de 1% ou inferior, os mercados accionistas poderão sofrer uma correcção severa e ser acompanhada de um aumento dos ‘spreads’ no crédito e no mercado interbancário”. Estas duas dinâmicas, poderão gerar um impacto negativo sobre a economia real e criar um ciclo vicioso que “pode facilmente levar a economia a uma nova recessão”, explica Roubini. Jornal Negócios

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O dilema da Casa Branca: o que fazer aos gigantes que criaram a bolha imobiliária?

Quase dois anos depois de o Governo ter salvo a Fannie Mae e a Freddie Mac do colapso, os EUA continuam sem saber ao certo o que fazer com as agências que estão na base do seu gigantesco mercado de crédito imobiliário. Mas o secretário do Tesouro, Timothy Geithner, deixou ontem a garantia: nada voltará a ser como antes da crise.

“Curar os males deste sistema é um dos problemas da política económica mais importantes e complicados com que o nosso país se depara”, disse ontem Geithner em Washington, numa conferência sobre a reforma do mercado imobiliário. “Não vamos deixar que a Fannie Mae e Freddie Mac voltem ao papel de antes, em que ganhavam quota de mercado aos concorrentes privados enquanto gozavam da percepção de apoio governamental”, adiantou o secretário do Tesouro.

As duas agências, que foram criadas depois da Grande Depressão dos anos 30 para garantir liquidez ao mercado de crédito, detêm ou dão garantia a 90 por cento dos empréstimos nos EUA. Em última instância, o risco de o Governo deixar de sustentá-las poderia levar os bancos e os investidores financeiros a fugirem do mercado imobiliário, o que teria um impacto catastrófico na economia. Sobretudo numa altura em que o mercado ainda dá sinais de debilidade.

Dados divulgados ontem mostram que o número de casas novas cresceu 1,7 por cento em Julho para as 546 mil. Embora melhor do que a queda de 8,7 por cento em Junho, este número ficou aquém das previsões dos analistas. A isso juntou-se ainda a descida de 3,1 por cento nas novas licenças de construção, para o nível mais baixo desde Maio de 2009. Público

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Forty Billionaires Give Away Half Of Wealth

Forty American billionaires have pledged to give at least half of their fortunes to charity as part of a campaign by Bill Gates and Warren Buffett.

Microsoft founder Gates and investor Buffett, who are worth a combined $90bn (£56.6bn), have persuaded 38 of their fellow billionaires to sign up.

The friends and philanthropists started The Giving Pledge last month.

Its aim is to persuade fellow billionaires to pledge the money to charity, either in their lifetime or after they die.

Buffett said: “We’ve really just started, but already we’ve had a terrific response.

“At its core, the Giving Pledge is about asking wealthy families to have important conversations about their wealth and how it will be used.”

He added: “We’re delighted that so many people are doing just that – and that so many have decided to not only take this pledge but also to commit to sums far greater than the 50% minimum level.”

Those who sign the pledge are also invited to publish a letter explaining their decision.

Among the latest batch to have signed up is New York Mayor Michael Bloomberg, who is worth $18bn (£11.3bn).

Others on the list include entertainment executive Barry Diller ($1.2bn, £775m), Oracle co-founder Larry Ellison ($28bn, £17.6bn), energy tycoon T. Boone Pickens ($1.1bn, £692m), media mogul Ted Turner ($4.8bn, £3bn), banker David Rockefeller ($2.2bn, £1.3bn) and investor Ronald Perelman ($11bn, £6.9bn).

They join Eli Broad, who made his money in property, venture capitalist John Doerr, media entrepreneur Gerry Lenfest and former Cisco Systems Chairman John Morgridge in supporting the effort.

The US has 403 billionaires, the most of any country, and all together they have a combined fortune of $1.3 trillion.

Mr Buffett himself pledged to give 99% of his wealth to good causes in 2006.

Gates and Buffet will now wine and dine other billionaires in an attempt to persuade them to follow suit. SKY News

+Ler notícia: http://news.sky.com/skynews/Home/World-News/Bill-Gates-and-Warren-Buffett-Persuade-40-Fellow-Billionaires-To-Give-Half-Their-Wealth-To-Charity/Article/201008115676990?f=rss

+Ver site Giving Pledge: http://givingpledge.org/

EUA avaliam três novos fármacos contra a obesidade

O governo norte-americano começa esta semana a avaliar uma série de três novos fármacos que prometem ajudar na luta contra a obesidade, doença que afecta cerca de 35% da população adulta do país. Dois dos novos medicamentos são combinações de fármacos já conhecidos, enquanto o terceiro, embora seja uma substância nova, mostrou ser o menos eficiente de todos. De acordo com as regulações da agência responsável pelos medicamentos nos EUA – a FDA –, para serem aprovados os fármacos devem propiciar a perda de pelo menos 5% do peso total no período de um ano, avança a Agência O Globo.

O mercado de fármacos para o tratamento contra a obesidade é um dos mais promissores para a Indústria Farmacêutica, devendo subir dos actuais 500 milhões de dólares por ano para mais de 3,4 mil milhões de dólares anuais em 2018. Mas a corrida está a ter sérios obstáculos. Há dois anos, o laboratório sanofi-aventis suspendeu as pesquisas em torno de uma promissora droga chamada Acomplia® devido a efeitos secundários psiquiátricos como depressão e pensamentos suicidas. Já em Novembro do ano passado, o laboratório Abbott foi obrigado a retirar do mercado europeu o seu remédio controlador de apetite Meridia® por causa de dados relativos a maior risco de ataques cardíacos. E, em Maio último, a própria FDA emitiu um alerta quanto ao Xenical®, medicamento que reduz a absorção de gordura pelo organismo, por poder causar sérios danos ao fígado. RCM Pharma

+Ler notícia: http://www.rcmpharma.com/news/9093/51/EUA-avaliam-tres-novos-farmacos-contra-a-obesidade.html

Portugal com 600 mil desempregados

A taxa de desemprego voltou a subir em Maio em Portugal, contrariando a tendência de redução patente entre os países membros da Organização para a Cooperação e do Desenvolvimento Económico (OCDE).

Segundo o relatório divulgado ontem, Portugal tinha, em Maio, uma taxa de desemprego de 10,9%, uma décima de ponto percentual acima do apurado para Abril. No conjunto dos países que integram a OCDE, aconteceu o contrário – uma quebra de 0,1% face aos 8,7% que tinha sido registados em Abril.

A organização estima que existiam, em Maio passado, 600 mil pessoas sem trabalho em Portugal, o que compara com os 560 mil desempregados reconhecido no início do ano.

No ranking da OCDE, os números de Portugal só são superados pela Irlanda (13,3%), pela Eslováquia (14,8%) e pela Espanha. O país vizinho viu a taxa crescer para 19,9%, o que equivale a 4,547 milhões de desempregados. Este valor absoluto é apenas superado, dentro da organização, pelos Estados Unidos, com quase 15 milhões de desempregados.

No conjunto da OCDE há 45 milhões de desempregados, segundo os dados que ontem foram revelados em Paris. Público

+Ler notícia: http://jornal.publico.pt/noticia/13-07-2010/portugal-com-600-mil-desempregados-19814215.htm

Termina prazo para BP controlar derrame de petróleo

Obama acusa petrolífera de pouco ter feito para evitar a catástrofe ambiental que já afecta as costas de vários estados norte-americanos.

Termina este domingo o prazo dado pela administração norte-americana à BP para que consiga travar a fuga de crude para as águas do Golfo do México.

Numa carta enviada sexta-feira à petrolífera britânica, mas que foi divulgada ontem, os Estados Unidos deram um prazo de 48 horas à BP, acusando ainda a gigante petrolífera de pouco ter feito para evitar a catástrofe ambiental que já afecta as costas de vários estados norte-americanos.

Amanhã, a administração da empresa vai discutir o que fazer com os lucros, havendo a hipótese de não serem distribuídos pelos accionistas devidos aos prejuízos causados pelo derrame de crude. Renascença

+Ler notícia: http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=93&did=108102