Fecho de escolas “vai criar mais dificuldades”

Estabelecimentos a norte iniciam mobilização, os do centro já saíram à rua

Cerca de 80 representantes de órgãos de gestão escolar do Norte reuniram-se no Porto para debater o fecho de estabelecimentos e a fusão de agrupamentos previstos no plano de reordenamento da rede escolar. Isto no dia em que cerca de 500 pessoas se juntaram contra o processo em Viseu.

Indignação é a palavra que, segundo Manuela Mendonça, melhor ilustra o sentimento dos responsáveis escolares. “Indignação pela forma como o processo tem sido conduzido e pela falta de diálogo com as escolas”, sublinha a coordenadora do Sindicato dos Professores do Norte (SPN).

Segundo esta responsável “há um grande consenso quanto às consequências negativas da reorganização”. E aponta casos de “perigos” identificados. “No Porto, por exemplo, está prevista a fusão do Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas com o Agrupamento Escolar de Miragaia, que é um Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) e que, por isso mesmo, tem necessidades específicas no combate ao abandono escolar, entre outras”. Diário Notícias

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