Execução do QREN em 20%

Meta do Governo para este ano. Mil milhões aplicados nos últimos 6 meses

A bancada social-democrata acusou ontem, sexta-feira, o Governo de incompetência e falta de vontade política na gestão do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). O ministro da Economia garantiu que no final deste ano a taxa de execução será superior a 20%.

Vieira da Silva anunciou ontem que o Governo prevê uma execução superior a 20% do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) no final de 2010, “o que fará com que este ano seja um dos anos de mais elevada utilização de fundos comunitários”.

O ministro da Economia, que falava durante uma interpelação ao Governo da iniciativa do PSD sobre “competitividade da economia e execução do QREN”, garantiu que “nos últimos seis meses, a execução do QREN acelerou de forma muito significativa, passando de 6,6% para 11,8%”, uma injecção adicional na economia superior a mil milhões de euros.

Para o responsável pela pasta da Economia, “esta evolução do QREN reforça claramente o seu papel como instrumento modernizador e de combate à crise”, garantindo que Portugal não corre o risco “de qualquer corte nos fundos estruturais”. Jornal Notícias:

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Portugal recusa recorrer a ajudas externas

O ministro das Finanças afirma que Portugal não vai recorrer ao Plano Europeu de Resgate nem ao Fundo Monetário Internacional. Em entrevista ao Financial Times, Teixeira dos Santos refere que o país tem capacidade para cumprir com os compromissos assumidos.

“A nossa percepção é de que os mercados ainda estão dispostos a comprar a dívida pública portuguesa”, afirmou o governante ao jornal inglês, acrescentando que “nós não estamos numa situação em que precisemos de utilizar os recursos de última instância”.

O ministro de Estado e das Finanças está convencido que o país tem “capacidade para contrair empréstimos com juros baixos”, revelando que o Executivo “está disponível para prestar garantias aos bancos para aceder ao dinheiro emprestado pelo Banco Central Europeu”. No entanto, acrescentou que até agora “nenhum banco accionou pedidos nesse sentido”.

Segundo Teixeira dos Santos, o Governo de minoria socialista “vai fazer o que for preciso” para reduzir o défice de 4,6% do Produto Interno Bruto do próximo ano e para 2,8% em 2013. RTP

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Portugal terá de apertar mais o cinto depois de 2011

Portugal terá de aprofundar ainda mais a dieta orçamental depois de 2011, alertou ontem Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo. Também o comissário europeu dos assuntos económicos, Olli Rehn, pediu ontem que se trabalhe em medidas adicionais para alcançar os objectivos para lá de 2011″, frisando a importância das reformas na área do trabalho. Estes são os primeiros avisos europeus desde o anúncio conjunto em Maio por José Sócrates e Pedro Passos Coelho do pacote de austeridade com medidas para reduzir o défice, o mais duro da democracia portuguesa – e surge no mesmo dia em que a Alemanha, a maior economia do euro, apresentou um plano de dieta financeira mais rigoroso desde o pós-guerra.

A mudança de tom da Europa acompanha as preocupações com a instabilidade nos mercados cambiais e de dívida (ver página 25), agravadas com a crise húngara. Ontem de manhã, o novo governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, admitia que as medidas de austeridade até agora tomadas pelo governo estavam de acordo “com as expectativas da União Europeia”, mas que estas “são em função daquilo que pensam os mercados”.

A dúvida sobre se serão precisas mais medidas em Portugal pairou na semana passada. Depois de Teixeira dos Santos ter deixado escapar um “esperemos que não seja necessário”, a propósito de um aperto adicional do cinto, foi a vez de José Sócrates indicar que o “aumento de impostos é suficiente para os objectivos orçamentais” até 2011. O plano até agora apresentado inclui subidas no IVA, IRS e IRC, assim como cortes nos benefícios sociais e no investimento público.  Jornal I

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Presidente defende: façam férias no País

Turismo no estrangeiro agrava dívida externa.

“Aqueles que podem passar férias devem passá-las cá dentro”, defendeu o Presidente da República, Cavaco Silva, num discurso hoje em Albufeira, no qual disse que férias “cá dentro” ajudam a criar emprego e férias no estrangeiro significam “agravamento da dívida externa de Portugal”.
Fazer férias em Portugal, afirmou Cavaco Silva, segundo um excerto da intervenção divulgado pela TSF, “é uma ajuda preciosa para ultrapassar a situação difícil em que o País se encontra”, enquanto “turismo no estrangeiro significa importações de serviços e, consequentemente, agravamento da dívida externa de Portugal, que é um dos nossos maiores problemas.” PressTur

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Social Marketing and Socially Responsible Management: ‘Changing Times, New Challenges’

Realiza-se a 3 de novembro a Social Marketing and Socially Responsible Management: ‘Changing Times, New Challenges’, no ISM Open da Open University Business School. Esta conferência de 1 dia resulta da actual atmosfera de turbulência económica e social global. Que papel podem os gestores de marketing social e responsabilidade social desempenhar para uma economia mais sustentável e socialmente equitativa? É sobre este desafio que irão participar académicos, profissionais e investigadores de políticas públicas para apresentar e debater pesquisa actual sobre estas temáticas. + info paara Call for papers http://www.nsmcentre.org.uk/images/stories/Call_for_Abstracts_ISM_Conference_2010__2_.pdf