Facebook usado por criminosos para vaga de assaltos a casas

Um grupo de assaltantes a residências nos EUA controlava o Facebook para descobrir que utilizadores é que iriam passar temporadas fora de casa, sabendo, assim, os melhores alvos para roubo, de acordo com a edição electrónica da PC World.

Só durante o mês de Agosto, 50 assaltos a residências particulares foram registados na cidade de Nashua, Estado norte-americano de New Hampshire. Do total, 18 crimes já foram associados ao grupo que fazia uso da popular rede social para obter informações.

As autoridades locais descobriram as acções do grupo criminoso e já conseguiu encontrar o primeiro dos três suspeitos no caso, avança ainda o portal.

+ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&id_news=468738

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PSP: Crimes violentos e graves diminuíram 7,9% já este ano

A criminalidade grave e violenta diminuiu 7,9% nos cinco primeiros meses do ano, revelou o diretor nacional da PSP, garantindo que nem sempre o número de crimes aumenta no verão.

Em entrevista à agência Lusa, por ocasião do 143.º aniversário da PSP, que se assinala na sexta feira, o superintendente chefe Oliveira Pereira avançou que a criminalidade geral desceu sete por cento nos primeiros cinco meses deste ano relativamente ao mesmo período de 2009, tendo também a grave e violenta diminuído 7,9%.

O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) disse também que nos cinco primeiros meses do ano as detenções efetuadas pela PSP aumentaram 3,5% face a igual período de 2009. Diário Digital

+Ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=457913

Portugal é o 9º país mais pacífico da Europa

Portugal é o nono país mais pacífico da Europa e o 13º em todo o mundo. A conclusão é do Índice de Paz Global, que aponta o Iraque como o país mais violento do mundo. Este estudo foi elaborado pelo centro de estudos Instituto para a Economia e Paz, a partir de dados compilados pela Economist Intelligence Unit, utilizando 23 indicadores, como o nível de gastos militares ou relações com os países vizinhos, mas também a taxa de homicídios ou crimes violentos, como refere a jornalista Lurdes Dias. RTP

+Ler notícia: http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=8&t=Portugal-e-o-nono-pais-mais-pacifico-da-Europa.rtp&article=351034

+Ver site Institute for Economics and Peace: http://www.economicsandpeace.org/

+Ver Global Peace Index: http://www.visionofhumanity.org/

Lisboa teme os seus bairros

“Lisboa é a cidade do País com mais crimes graves e violentos” – 44 roubos a bombas de gasolina, 35 por cento dos assaltos no País a carrinhas de tabaco, no distrito com mais participações de crime em 2009: 108 735. A frase repete-se a cada ano, nas apresentações de relatórios de segurança interna, e marca a vida de quem lá vive. É a capital onde o medo invade os comerciantes que somam roubos e lutam para manter seguros; onde os corações aceleram quando se abre a porta do autocarro ou do comboio; onde automobilistas e taxistas se trancam à noite. É a capital formada e cercada por bairros, dominados pelo tráfico, de onde saem os grupos de assaltantes armados e onde muito poucos ousam entrar.

O cheiro nos corredores não afecta quem lá vive. Com orgulho. “Isto não é mau. Tem algum mal fumar ganzas? Até as cotas da mercearia o fazem”, diz ‘Mamad’. Provocador, faz soltar gargalhadas entre os amigos. “Não temos oportunidades. Queremos um lugar para nos divertirmos e não conseguimos nada”, continua, assumindo-se vítima do estigma de viver num bairro problemático. “É o trauma que leva ao crime, ao ódio, à desigualdade”, numa cidade de excessos. E sobra para a polícia. O alvo predilecto da fúria e do flagelo social. Somam-se agressões, injúrias à porta dos tribunais, na rua, transportes e até à porta das esquadras. “É uma vergonha. Já todos levámos com garrafas, pedras. Já perdemos colegas e quando saímos de casa não sabemos se voltamos a entrar”, lamenta um polícia, sem esconder algum embaraço. Todos os dias são agredidos entre quatro a cinco agentes da PSP. “Temos medo. Não há nenhum polícia que não tenha. Mas sobretudo da Justiça, que faz pouco por nós.” Correio da Manhã

+Ler notícia na integra http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/capital-teme-os-seus-bairros

56 mortes nas prisões portuguesas

Taxa de óbitos nos estabelecimentos prisionais portugueses é o dobro da  dos outros países do Conselho da Europa.  “Uma taxa que ronda as 50 mortes por cada dez mil reclusos representa sensivelmente o dobro da média dos países do Conselho da Europa”, diz António Pedro Dores, investigador do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e dirigente da ACED. “É uma taxa de mortalidade extremamente elevada que resulta das condições miseráveis de funcionamento das prisões portuguesas onde só há pouco tempo se conseguiu acabar com o balde higiénico”.  

Segundo António Pedro Dores, o acesso dos reclusos a serviços externos de saúde é “muito complicado” pois o “controlo de custos no sistema prisional obriga, por exemplo, a que as doenças mentais praticamente não sejam tratadas”. A estes problemas, a ACED soma uma “elevadíssima incidência” de doenças infecto-contagiosas associada à toxicodependência – “cerca de metade dos presos assume o consumo de drogas” – e a “falta” de apoio médico adequado. Diário de Notícias

+Ler notícias na intergra http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1576895