Falta de apoio obriga instituições a procurar dinheiro e cortar despesa

Os responsáveis pelas associações que se dedicam às pessoas que são afectadas pela doença, de uma forma directa ou indirecta, dizem que “a corda na garganta” está cada vez mais apertada e há projectos e actividades que podem ser adiados ou cortados. Desde as conhecidas, como a Sol, a Abraço ou a Acreditar, às mais pequenas, como a Associação Nacional de Esclerose Múltipla, passando por maiores como a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal, todas sofrem com o mesmo mal: menos dinheiro. No território sem fins lucrativos e de quem depende dos outros, há quem pense em novas formas de ir buscar verbas, desde a venda de artigos em supermercados até fundos europeus, mas há também quem olhe para o plano de actividades a pensar no que se pode cortar.

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