Protocolo de Cooperação 2012: Uma questão de Confiança!

A propósito do recentemente celebrado Protocolo de Cooperação 2012 entre o MSSS e as 3 Organizações representativas do Sector Social, e a convite da VER sugerimos a leitura do Artigo de Opinião “Uma questão de Confiança”, sobre como criar, incrementar ou restabelecer Confiança junto dos múltiplos stakeholders. Clique aqui Artigo VER.

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Manifesto Posicionamento Institucional Dianova

SGS Qualidade e Marketing: Haverá Fronteiras? Fidelização pela Ética e Reputação por Rui Martins Dianova

Há 33 mil milhões de euros a passar sob o radar em Portugal

Crise leva a novo aumento da economia paralela, mostra estudo. Há limites na vontade de reduzir a sua dimensão

Economia paralela, mercado negro, economia subterrânea, candonga, economia informal: nomes diferentes para uma realidade que voltou a crescer em Portugal após a recessão económica do ano passado, a maior em 34 anos. A economia paralela valerá este ano 19,7% do valor oficial do Produto Interno Bruto português, mostra um relatório do economista austríaco Friedrich Schneider, especialista mundial nesta área, citado pela agência Lusa.

Este peso equivale a um volume de cerca de 33 mil milhões que transita sob os radares do fisco, da Segurança Social e dos vários reguladores das actividades, fazendo de Portugal o quarto país com a maior economia informal entre os 21 países da OCDE analisados por Schneider, professor na Universidade de Linz, na Áustria, e investigador do IZA, em Bona, um dos mais respeitados thinktanks europeus. Grécia (25,2%), Itália (22,8%) e Espanha (19,8%) lideram a lista.

A tendência de quebra da informalidade económica em Portugal, entre 2000 (quando pesava 22,7% do PIB) e 2008 (18,7%) – explicada sobretudo com os esforços de cobrança do fisco – foi interrompida no ano passado pela crise. O agravamento é global: nas nove maiores economias do mundo, oito registaram aumentos na informalidade pela primeira vez em cinco anos (a China, a segunda maior do mundo, não divulga dados).

A economia paralela é uma realidade mista: além da fuga mais sofisticada de capitais, que aumenta com subidas de impostos, a informalidade funciona como uma rede para desempregados ou pessoas com salários baixos. E, apesar dos custos que implica para o Estado – 14 mil milhões em impostos perdidos, estima a CGTP -, há limites ao interesse do governo em reduzir a sua dimensão, sustenta Schneider. O ministro da Economia, Vieira da Silva, concorda parcialmente.

“[Um aspecto] que não pode deixar de ser positivo [é o facto de] a economia paralela dar emprego às pessoas”, admitiu Vieira da Silva, citado pela Lusa.

Para lá do impacto no emprego, Friedrich Schneider explica em estudos anteriores que há uma moderação das perdas fiscais, uma vez que dois terços dos rendimentos ganhos sob o radar são depois gastos na economia oficial. Schneider salienta ainda o papel de válvula de escape de tensão social que a economia paralela representa, ao ocupar as pessoas e aumentar o seu nível de vida.

Os economistas salientam, contudo, os efeitos negativos que o peso exagerado da economia informal tem no crescimento. Numa altura de aperto das contas públicas – com os rácios do défice e da dívida pública sob intenso escrutínio externo -, a redução do peso para níveis defendidos pelos economistas (menos de 15% do PIB) daria um contributo adicional, do lado da receita, para o esforço público. Por outro lado, como referiu Vieira da Silva, “o problema merece um combate porque distorce a concorrência”. Mas o combate é difícil num país em que a confiança dos cidadãos no Estado e o retorno percebido do pagamento de impostos são baixos. Jornal i

+Ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/76910-ha-33-mil-milhoes-euros-passar-sob-o-radar-em-portugal

Confiança de doadores fundamental no combate à SIDA

O financiamento da luta contra a SIDA domina as conversações da conferência internacional que decorre em Viena.

Os activistas apresentam uma solução para aumentar a ajuda internacional. Querem que Bill Gates, multimilionário do império Microsoft e mecenas, apoie a chamada taxa “Robin dos Bosques”, um imposto sobre as transacções bancárias que pode ajudar no pagamento de iniciativas globais.

Apesar dos pedidos, Gates disse aos cerca de 20 mil delegados para se concentrarem na eficiência do tratamento e prevenção para recolher mais apoios em tempos de crise.

Palavras que vão de encontro ao pensamento de Bill Clinton, que reforça a importância monetária. A fundação do antigo presidente dos Estados Unidos está na linha da frente na luta contra a SIDA e quer mais programas de prevenção.

Expressão dessa necessidade é uma descoberta científica que foi anunciada à margem da conferência – a criação de um gel que durante os testes reduziu em 39 por cento a infecções com o vírus da SIDA em mulheres. Euronews

+Ler notícia: http://pt.euronews.net/2010/07/20/confianca-de-doadores-fundamental-no-combate-a-sida/

+Ver site AIDS 2010 XVIII International Conference, 18-23 Julho, Viena: http://www.aids2010.org/

Confiança na retoma leva Wall Street a nova subida

 As bolsas norte-americanas abriram em alta, depois de a China ter anunciado a flexibilização da sua taxa de câmbio.

A notícia de que a China vai permitir uma maior flexibilização da taxa de câmbio da sua moeda, o yuan, continua a aumentar o optimismo dos investidores em relação à retoma da economia mundial.

Sinal disso é que as bolsas norte-americanas abriram em alta acentuada, com o Dow Jones a valorizar 1,15%, enquanto S&P 500 e Nasdaq avançam 1,10 e 1,18%, respectivamente.

Uma tendência que se regista também nas principais praças europeias, que sobem pela nona sessão consecutiva, no maior ciclo de subidas dos últimos 11 meses. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/confianca-na-retoma-leva-wall-street-a-nova-subida_92560.html

Novo governador pede moderação salarial e mais poupança

Para o novo governador, Portugal terá de baixar salários para ser competitivo, os portugueses terão de poupar mais e os bancos devem estar preparados para ser alvo de mais regulação – tudo para atrair mais poupança e reduzir o endividamento externo. “A combinação do agravamento das necessidades de financiamento externo de alguns estados- -membros do euro com a maior atenção dos mercados financeiros e o agravamento da restrição da oferta de financiamento externo constitui hoje o maior desafio com que se depara a área do euro e em particular a economia portuguesa”, afirmou Carlos Costa.

Portugal é um dos países mais visados pela desconfiança dos mercados e pelo menos no último mês tem sido o Banco Central Europeu a assegurar a maior parte do financiamento aos bancos portugueses, levando a alertas sérios sobre a sustentabilidade da economia por gestores da banca, como Fernando Ulrich, do BPI. Ontem, à margem da tomada de posse, o presidente da Associação Portuguesa de Bancos, António de Sousa (ex–governador), admitiu ser “impossível dizer” quando terminarão os problemas de liquidez nos mercados interbancários – problemas que já estão a tornar o crédito mais escasso e caro para a economia portuguesa.

Mais poupança, menos salário Este reforço da confiança é um dos caminhos para uma das armas contra o endividamento: a poupança. O consumo terá de ser o grande sacrificado, já que Carlos Costa, na linha de Vítor Constâncio, defende o ajustamento dos salários para ajudar a repor a competitividade das exportações – os portugueses interiorizaram mais depressa os benefícios do euro (juros e inflação baixos) que o preço imposto (salários contidos aos ganhos de produtividade), indicou o novo governador. Jornal I

+Ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/63448-novo-governador-pede-moderacao-salarial-e-mais-poupanca