Concurso multimédia “Migrantes na Europa” | Vamos ajudar a Bárbara Lopes a vencer a categoria Prémio Público Online

A Coordenação Nacional apela ao voto da finalista a representar Portugal no concurso “Migrantes na Europa” Bárbara Lopes, de 21 anos,categoria Fotografia, intitulada “Lisboa Tolerante”, da EPI – Escola Profissional de Imagem durante o mês de Setembro através do site  http://www.migrantsineurope.eu/finalists .

Sinopse: Esta imagem foi tirada no Largo de São Domingos, no Rossio, em Lisboa. Este largo é um ponto de referência e de turismo da cidade, sendo também frequentado por pessoas de várias nacionalidades que escolheram Portugal como destino migratório. É um local emblemático dos movimentos migratórios – nas paredes podemos ler ‘’Lisboa tolerante’’ em várias línguas.

Boa sorte para a Bárbara e para Portugal!

ImagemEPI

O trabalho da Bárbara Lopes foi um dos 27 seleccionados pelo Júri Europeu, integrado pela jornalista Fernanda Freitas, a 5 de Setembro último em Bruxelas, já disponíveis para visualização e votação online www.migrantsineurope.eu, e que teve como objectivo de estimular junto dos estudantes de Artes, Jornalismo, Comunicação e Multimédia um debate construtivo e, ao mesmo tempo, reflectir sobre a situação e impacto dos migrantes nas sociedades Europeias.

Entre os 27 Finalistas http://www.migrantsineurope.eu/finalists o Júri seleccionou um Vencedor por categoria Poster | Fotografia | Vídeo, os quais serão conhecidos na Cerimónia de Entrega dos Prémios a 14 de Outubro em Bruxelas que contará com a presença da Comissária Europeia Cecilia Malmstrom. 

Adicionalmente, os cidadãos europeus poderão eleger através do site  http://www.migrantsineurope.eu/finalists durante o mês de Setembro o melhor trabalho que vencerá a categoria Público Votação Online

Cada um dos 4 Vencedores receberá um Prémio de 10.000€.

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Agenda European Action On Drugs Lisboa 2011

Certificado do Compromisso Dianova na European Action On Drugs

Político alemão avisa que Portugal arrisca seguir o caminho da Grécia

Michael Meister, dirigente de topo do partido de Angela Merkel, acusa o Governo Sócrates de não fazer o suficiente para impulsionar a economia

Portugal não está a fazer o que é necessário para evitar cair na mesma situação em que caiu a Grécia. O aviso foi feito ontem por Michael Meister, dirigente de topo do partido da chanceler alemã Angela Merkel.

O recado crítico a Portugal foi passado durante uma entrevista que Meister, porta-voz para as questões financeiras do partido dos democratas-cristãos, concedeu ontem à agência de notícias Bloomberg, em Berlim.

O político germânico teme que Portugal caia numa recessão profunda porque não está a fazer o suficiente para dinamizar a economia e o Governo não avança medidas para tornar as empresas mais competitivas. Meister aconselha Portugal a investir mais na área da educação e da formação, e nas novas tecnologias, como a Alemanha fez, no passado não muito distante, e com bons resultados, conforme sublinhou Meister.

“Cada país tem que fazer a sua parte para impulsionar a sua economia na zona euro, e não apenas cortando nos gastos, como Portugal fez”, criticou Michael Meister. O porta-voz da CDU para as questões financeiras acrescentou: “Necessitamos de assinalar aos mercados – não se preocupem, porque estamos a resolver os nossos problemas estruturais e seria desejável mais participação de Portugal.”

Apesar de surpreendentes, as declarações de Meister não surgem fora de contexto, porque a Alemanha tem dado sinais de preocupação com a timidez da retoma económica europeia e com os ritmos divergentes a que se está a processar entre os diversos países – particularmente os do Sul.

E, quando a Grécia corria risco de incumprimento, o Governo germânico esticou tanto quanto pôde a corda dos apoios, até que o executivo grego se comprometesse com um rigoroso plano de estabilidade. “Seguramente, não é nosso objectivo ver outro Estado-membro a ter que recorrer aos fundos europeus de emergência”, assegurou Meister.

As críticas do dirigente democrata-cristão alemão surgem também em linha com as mais recentes posições do comissário europeu responsável pelos assuntos financeiros. Anteontem, Olli Rehn manifestou preocupação pelo facto de a recuperação económica europeia estar a acontecer “a duas velocidades” e acrescentou que a situação actual poderá pôr em causa a coesão comunitária.

Numa mensagem para o Governo Sócrates, Rehn referiu que é necessário aprofundar a consolidação orçamental e realizar reformas estruturais para que o país regresse a um cenário de crescimento sustentável e de criação de emprego.

Anteontem, a Comissão Europeia reviu em alta as previsões de crescimento para a zona euro (1,8 por cento em 2010). Neste quadro, Portugal acentuará divergências com os seus principais parceiros, uma vez que não é expectável que a economia cresça acima de 1 por cento no corrente ano. Públco Online

+ler notícia: http://jornal.publico.pt/noticia/15-09-2010/politico-alemao-avisa-que-portugal-arrisca-seguir-o-caminho-da-grecia-20204755.htm

Bruxelas quer ver Portugal “intensificar” a redução do défice

Zona euro cresce quase o dobro do esperado este ano e leva Portugal à boleia. Comissão manda recado a Lisboa

O crescimento europeu, aproveitado pelas empresas exportadoras, pode tirar Portugal da recessão – mas o país tem de ser mais rápido a reduzir o desequilíbrio orçamental na administração pública. Esta foi a mensagem enviada ontem pela Comissão Europeia, a cerca de um mês da apresentação do Orçamento do Estado para 2011.

“Portugal tem uma boa hipótese de recuperar das dificuldades actuais, mas certamente que a intensificação da consolidação orçamental é indispensável”, apontou o comissário dos Assuntos Económicos, Olli Rehn.

A recomendação europeia surge depois de o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ter garantido, a semana passada, aos mercados financeiros cortes duros na despesa pública em 2011, acompanhados de nova subida da carga fiscal (com a redução dos benefícios fiscais). Nos primeiros sete meses deste ano, Portugal era o único dos países problemáticos do euro – que incluem Grécia, Espanha e Irlanda – cujo défice e despesa aumentaram. O facto começa a ser notado pelos mercados, que têm pressionado os juros da dívida portuguesa para novos máximos. Ontem a taxa de juro corrente da dívida a dez anos aliviou ligeiramente, para se fixar em 5,77% (com um spread face à Alemanha acima de 335 pontos).

A “boa hipótese” de saída da crise de que fala o comissário Olli Rehn é oferecida pela zona euro, cliente de 72% das exportações portuguesas. O bloco da moeda única deverá crescer a um ritmo médio de 1,7%, indicaram as previsões intercalares da Comissão Europeia, quase o dobro dos 0,9% previstos em Maio.

Este ritmo mais forte, assim como a expansão moderada dos gastos das famílias no primeiro semestre, deverá garantir um crescimento ligeiramente acima de 1% para Portugal este ano – pouco mas acima da previsão de 0,7% inscrita no Orçamento do Estado para 2010. Esta diferença no PIB (o denominador no rácio do défice orçamental), bem como o impacto na receita fiscal (sobretudo IVA, que subiu 14,6% até Julho), são uma ajuda essencial para o cumprimento do objectivo de 7,3% para o défice este ano – especialmente quando a despesa pública continua a aumentar (2,7% até Agosto). Jornal i

+ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/78242-bruxelas-quer-ver-portugal-intensificar-reducao-do-defice

Comissão Europeia quer o sector financeiro reformado até ao fim de 2011

A Comissão Europeia quer a proibição das vendas “abusivas” de títulos financeiros que não estão na posse do vendedor (naked short selling), mais impostos sobre as actividades financeiras e mais regulação dos produtos derivados e das agências de notação de risco de dívida (rating), disse o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, no discurso sobre o Estado da União.

Alguma destas propostas vão avançar já no Outono, disso Durão Barroso, no seu discurso perante o Parlamento Europeu, esta manhã em Estrasburgo. A taxa sobre as actividades financeiras é analisada hoje no Ecofin (Conselho de Ministros de Economia e Finanças), havendo ainda divergências entre os 27.

A Comissão pretende que o sector financeiro europeu esteja “reformado no final de 2011”.

“Os dias de aposta em que a casa de alguém vai arder chegaram ao fim”, disse Barroso, ao dizer que pretende também “lidar com os credit default swaps” (contratos que seguram contra o risco de incumprimento de uma obrigação financeira).

A Comissão “continua a insistir em que são os bancos, e não os contribuintes, quem tem de pagar antecipadamente os custos dos seus riscos de falência”.

Barroso disse também que chegou a altura de “modernizar a nossa economia social de mercado para podermos competir globalmente” e que pretende apresentar as “propostas legislativas mais urgentes” no dia 29 deste mês.

Prometeu também “dotar a união monetária de uma verdadeira união económica”.

Fazendo o balanço do ano, considerou que a União “suportou o teste” que lhe foi colocado pela crise internacional e que “deu muitas das respostas necessárias” e que “as perspectivas económicas da União são melhores agora do que há um ano”. Público

+Ler notícia: http://economia.publico.pt/Noticia/comissao-europeia-quer-o-sector-financeiro-reformado-ate-ao-fim-de-2011_1454659

Bruxelas prepara aprovação de novas regras para melhorar a supervisão financeira

Os ministros das Finanças da União Europeia vão aprovar depois de amanhã novas regras para a supervisão do sistema financeiro comunitário. O comissário responsável pelo sector garante que “ninguém escapará” ao novo quadro regulatório. A City de Londres teme que a mudança afecte a essência dos seus negócios.

A principal mudança na regulação do sistema passa pela criação de autoridades que irão supervisionar os sectores bancário, segurador e de produtos derivados financeiros a um nível comunitário. Até agora, essa competência está a cargo de instituições nacionais, que funcionam com base na legislação que cada país adopta.

Estes “polícias” do sistema irão zelar para que cada um dos sectores observe as regras estabelecidas para o seu funcionamento de modo a prevenir a eclosão de novas crises como aquela de que a Europa ainda está a recuperar lentamente.

A competência dos novos organismos supervisores será para monitorizar os três sectores de uma forma global. Não terão privilégios para acompanhar a vida das empresas individualmente.

Mesmo assim, as principais praças financeiras – com a City londrina à cabeça – temem que as novas regras limitem a sua margem de manobra, principalmente na criação e comercialização dos chamados produtos derivados e dos hedge-funds (fundos de capital de risco), muitos dos quais funcionam à margem do sistema e sem serem obrigados a revelar publicamente as suas contas.

Esta preocupação reforçou-se com as declarações do comissário europeu do mercado interno ao Financial Times. Michael Barnier afirmou que “ninguém escapará” às novas regras e ao novo regime de supervisão que os ministros deverão aprovar depois de amanhã, após ter sido conseguido, na semana passada, um compromisso da Comissão com o Parlamento Europeu.

Apesar de haver entendimento para a criação dos novos órgãos de supervisão, o estabelecimento das novas regras que o sistema terá de observar ainda está em fase de redacção final. O rascunho que circula em Bruxelas aponta, no entanto, para uma maior transparência das empresas que operam nos mercados de derivados e de capital de risco, uma maior standardização dos produtos que são comercializados e um reforço dos controlos aos sectores em análise.

Nas declarações ao Financial Times, Michael Barnier fedefendeu que as regras serão “inteligentes e não discriminatórias” e refutou as críticas de que a indústria perderá competitividade face à congénere norte-americana. “Os Estados Unidos estão a fazer uma reforma semelhante, em paralelo com as nossas iniciativas”, defendeu.

Os ministros das Finanças deverão também dar “luz verde” à entrada em vigor, em 2011, do novo “semestre europeu”, o exercício através do qual os projectos de orçamento nacionais dos Estados-membros serão discutidos no seio da União antes de serem aprovados internamente. Público

+Ler notícia: http://economia.publico.pt/Noticia/bruxelas-prepara-aprovacao-de-novas-regras-para-melhorar-a-supervisao-financeira_1454455