Wikileaks revela meandros do narcotráfico em Moçambique

Telegramas da embaixada norte-americana em Maputo, divulgados pelo WikiLeaks, revelam que Presidente moçambicano, Armando Emílio Guebuza, e antecessor Joaquim Chissano estão envolvidos com o narcotráfico.

Em Moçambique, o poder político ao mais alto nível está comprometido com o narcotráfico, revelam telegramas confidenciais da embaixada norte-americana em Maputo, divulgados pelo portal WikiLeaks, que envolvem o presidente Guebuza e o seu antecessor, Joaquim Chissano.

De acordo com diplomatas americanos, os traficantes financiaram campanhas eleitorais da Frelimo e o próprio Presidente Armando Guebuza e o seu antecessor, Joaquim Chissano. Corromperam igualmente polícias e agentes de alfândegas, além de controlarem portos e agentes nos aeroportos, o que lhes permite enviar a droga – haxixe, heroína, cocaína e mandrax – para a África do Sul ou para a Europa.

Questionado no Parlamento pelos jornalistas, o primeiro-ministro moçambicano, Aires Ali, disse que não tinha “nada a comentar”, acrescentando que essa seria uma questão a ser colocada à embaixada dos EUA.

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