SIB quer conhecer melhor organizações da sociedade civil

O Social Investment Business (SIB) lançou um inquérito para conhecer as necessidades financeiras futuras das organizações da sociedade civil. O inquérito vai estar online pelo menos durante um ano. Os dados recolhidos servirão de apoio à criação de um plano de desenvolvimento de novos fundos, avança o portal Third Sector.

O objectivo do estudo é “assegurar” que o SIB está a “desenvolver os produtos certos para ajudar [as instituições] a atingir os seus objectivos” – pode-se ler na introdução ao inquérito online deste operador na área de gestão de fundos. E a quem se destina? A empresas sociais, instituições de solidariedade social, associações e cooperativas, mas também a empresas privadas com objectivos sociais que nunca tiveram acesso a investimento social.

“Da experiência de gerir mais de mil vínculos com investidores ao longo dos últimos dez anos, tivemos [noção] das suas necessidades de financiamento, mas para ter a certeza que os nossos fundos têm o máximo de impacto, precisamos de ouvir [a opinião] de mais organizações do sector sobre as suas necessidades de financiamento e que tipo de negócios lhes parecem apelativos”, avançou Jonathan Jenkins, director geral do grupo SIB, citado pelo portal Thirdsector.

O inquérito pergunta a líderes – sobretudo do terceiro sector – se há projectos específicos que desejassem desenvolver, caso tivessem mais acesso a financiamento, e que tipos de financiamento lhes interessam mais. No formulário há questões sobre a escala geográfica das organizações, os serviços e produtos que disponibilizam ou as facturações relativas aos anos 2011/2012 e 2010/2011.

De acordo com Jenkins, os inquéritos anteriores mostraram que cerca de 20% das associações tinham necessidades de financiamento superiores a 1 milhão de libras e que a maioria das organizações estava apostada em aumentar a escala de programas próprios já em curso.

O director geral do grupo SIB disse ainda que havia mais interesse por um financiamento do tipo “equity-like” – produtos que se assemelham a stocks e a acções, onde o nível de reembolso para o investidor depende do sucesso da instituição de solidariedade social.

O SIB é um organismo gestor de fundos especializado, que geriu até ao momento mais de 1300 investimentos em organizações da sociedade civil. A missão, de acordo com o site oficial do grupo, passa por “ter um efeito transformador no sector – dando poder ao sector quer a nível organizacional, quer a nível estratégico, de modo a que este seja mais sustentável e valorizado na oferta de serviço público” e  por “ser um líder no ramo do investimento social, baseado no sucesso demonstrável em auxiliar as organizações da sociedade civil de todas as dimensões a fazerem mais daquilo que elas fazem melhor”.

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European Communication Monitor 2012 – Síntese de resultados

Cerca de 2.000 profissionais da área da Comunicação – entre directores-presidentes de agências, responsáveis por departamentos de comunicação e consultores, oriundos de organismos públicos, empresas privadas e de organizações sem fins lucrativos – de 42 países europeus, incluindo Portugal, responderam ao repto lançado, online, durante o mês de Março de 2012, pela EUPRERA (European Public Relations Education and Research Association), em parceria com a EACD (European Association of Communication Directors), a revista Communication Director, e um grupo de investigação de onze universidades europeias de renome, sob a batuta do professor Ansgar Zerfass, da University de Leipzig, Alemanha.

 

O que pensam, hoje, da comunicação estratégica os profissionais do ramo na Europa? Era esta questão central de um inquérito proposto por estas entidades, desdobrada em trinta perguntas. Alguns resultados do European Communication Monitor 2012 – estudo empírico anual de tendências de referência na área de Comunicação – podem ser vistos neste vídeo-síntese:

 

 

Quatro tendências a registar e a acompanhar: 82% das organizações têm mais touch points com os seus públicos do que há 5 anos; questões éticas como as regras de transparência e a comunicação nas redes sociais são mais relevantes do qua há 5 anos para 58% dos profissionais sondados; 3 em 4 dos inquiridos concordam que a “voz corporativa” é criada por todos os membros das organizações em interacção com os stakeholders; 75% dos entrevistados assumem a dificuldade em provar o impacto das actividades alusivas à comunicação nos objectivos das organizações.

117 pessoas confirmam as nossas suspeitas

No nosso inquérito em exposição no site Dianova, colocamos uma simples pergunta para curiosidade dos que lá passaram. “Na sua opinião, o consumo de álcool e drogas é preocupante como causa de sinistralidade rodoviária?” foi a questão apresentada para decisão dos participantes que se dividiram entre as opções: “Muito preocupante”; “Sim”; “Pouco preocupante” e “Não”.

A resposta foi massiva e não deixa margens para dúvida. Dos 168 votantes, setenta por cento considerou muito preocupante. Logo a seguir do sim que com 22% e 37 votos aparece em segundo lugar. As pessoas que desvalorizaram o consumo de álcool e drogas perfazem 9 votos, entre 6 PP e 3 não. Aguardem o próximo inquérito e visitem a nossa página regularmente.