Entrevista a Fabio Bernabei [II]: Há “ainda um grande fosso entre ONGs e ‘think tanks’ especializados no tema das drogas e os mass media”

“Cannabis Medica”: 100 respostas de Fabio Bernabei a afirmações pró-uso medicinal da marijuana

Na segunda de três partes da entrevista à Dianova Portugal, o  também jornalista Fabio Bernabei lembra por que razão fundou o Osservatorio Droga, em Itália. Traz ainda à baila o “segredo” islandês, um caso “bem-sucedido” de prevenção do consumo excessivo de álcool e de marijuana, que quer ver replicado em toda a Europa. O entrevistado acredita que “o consumo de quaiquer drogas ilícitas é contrário à dignidade pessoal do ser humano”, estando empenhado em “parar as actividades da Máfia baseadas no dinheiro relacionado com a droga”. O objectivo é ambicioso: “um mundo livre de drogas”.

 

Dianova Portugal: O seu background profissional é o jornalismo de investigação. Como lhe parece que os órgãos de comunicação generalistas e especializados têm tratado o tema da droga? Faz sentido chamá-lo “jornalista-activista”?

Fabio Bernabei: Em Itália temos algumas Organizações Não Governamentais e “think tanks” [grupos de reflexão] especializados no “tema da droga”, com os seus órgãos internos, e o seu nível de conhecimento é muito profissional, mas temos ainda um grande fosso entre estes e os mass media.

Por isso, fundei o Osservatorio Droga, membro da World Federation Against Drugs [Federação Mundial Contra as Drogas], cuja missão relaciona-se com a arena mediática, fornecendo informações ao público em geral, para uma melhor e mais profunda compreensão do “tema da droga”, com o objectivo de alcançar um mundo livre de drogas.

De facto, nós acreditamos que o consumo de quaisquer drogas ilícitas é contrário à dignidade pessoal do ser humano, porque elas alteram, às vezes permanentemente, os processos cognitivos. A integridade destes processos cognitivos é parte do conceito de dignidade humana de ser uma pessoa livre e responsável.

 

Dianova Portugal: No livro argumenta que os cientistas não reconhecem a marijuana como um medicamento. O que devem as autoridades fazer com os fármacos legais, perigosos, actualmente disponíveis no mercado dos medicamentos?

Fabio Bernabei: Tem razão. Se também os produtos medicinais regulares reconhecidos como seguros para uso humano, depois de uma longa série de testes científicos, necessitam de uma vigilância pós-marketing para averiguar as reacções adversas suspeitas, imagine a canábis, nunca aprovada por nenhumas agências nacionais de fármacos. E, sim, temos que aumentar a monitorização contínua de qualquer tipo de medicamentos.

 

Dianova Portugal: “A canábis é de longe a droga ilícita mais cultivada, traficada e consumida do mundo”, afirma a Organização Mundial de Saúde. Como é que se pode combater o mercado negro e o crime organizado nesta matéria?

Fabio Bernabei: Como? Prevenção! Historicamente as organizações da Máfia começaram a envolver-se no tráfico de droga, depois da erupção da procura da droga criada propositadamente pelos activistas e pensadores da “beat generation”. Nós lutamos contra a procura, vamos parar as actividades da Máfia baseadas no dinheiro relacionado com a droga. Agora mais do que nunca.

A prevenção elementar mais bem-sucedida, baseada em provas, vem-nos da Islândia. Graças a uma tecnologia totalmente nova, [os islandeses] estancaram a ascensão do consumo excessivo de álcool e do fumo de marijuana, com o consumo de substâncias a descer constantemente nos últimos dez anos e agora próximo de 1% [vf. em www.icsra.net].

Qual foi o segredo? Quebrando o “isolamento” da comunidade científica das políticas sociais do Governo geridas com um foco especial na comunidade local. O projecto “Youth in Europe”, implementado pelo Icelandic Centre for Social Research and Analysis e coordenado pela ECAD [European Cities Against Drugs], está agora a promover em toda a Europa a experiência da Islândia.

 

Dianova Portugal: O livro “Cannabis Medica” está a ser traduzido noutros idiomas?

Fabio Bernabei: Para já, não. E é pena, porque é um assunto importante, que afecta todas as nações. Em inglês sugiro a leitura do “Cannabiz. The Explosive rise of medical marijuana industry” [“Canabiz. A ascensão explosiva da indústria da marijuana médica”].

O autor, John Geluardi, tem um ponto de vista oposto ao meu, mas o livro é excelente, pela quantidade e qualidade das informações sobre aquilo que se está a passar realmente agora nos Estados Unidos e que em breve se passará na Europa.

 

Amanhã, na terceira e última parte da entrevista… A lei Portuguesa de descriminalização pelos olhos de Bernabei | A “contradição” do consumo de drogas “responsável” | Medicina Herbal Chinesa vs Canábis Médica

Nota: Esta entrevista está dividida em três partes. Amanhã revelamos as perguntas e respostas finais. Uma versão em PDF da entrevista na íntegra será disponibilizada no Slideshare da Dianova Portugal também amanhã, quarta-feira. A Parte 1 pode ser lida aqui.

 

Entrevista: “Criança é retirada quando não há alternativa”

DULCE ROCHA – MAGISTRADA

Mais de um terço das crianças que deixam as instituições de acolhimento regressam aos pais. É uma prioridade dos instituições sociais?

Os serviços têm sempre a esperança de que, quando se resolve a causa que deu origem à intervenção, a criança possa regressar à família nuclear. Há a ideia de que as crianças podem regressar se os pais forem preparados, se os factos que deram origem ao internamento se alterarem, por exemplo, um problema de alcoolismo ou de toxicodependência, e em que a pessoa é sujeita a tratamento.

Concorda?

Na minha experiência profissional [magistrada no Tribunal de Família e Menores de Lisboa] nunca se pôs a hipótese de regressarem à família. Os factos que levaram à retirada são tão sérios e gravosos que a maior parte das vezes não é possível a reunificação familiar. Não digo que seja impossível, o que digo é que isso nunca aconteceu comigo. Quando a criança é retirada é porque não há alternativas e há psicólogos que defendem que não deve regressar, pois acaba por sofrer várias rupturas.

O que é que justifica essa insistência?

Os serviços não consideram ser possível a ruptura dos laços afectivos dessa filiação, e essa ruptura existe. Pensam que os dados biológicos são indestrutíveis, e a realidade não é essa.

Qual deverá ser, então, a alternativa?

A alternativa não pode passar pelo regresso aos pais. Se a criança foi retirada e posteriormente a família voltou a ter condições para a receber, provavelmente não deveria ter sido retirada. Se existe uma relação afectiva, então a técnica deve ajudar essa família para que se criem condições para continuar com a criança. E a criança não tem de ficar com a família nuclear, pode ficar com a família alargada. Se a família está de tal forma afectada que exige que vá para uma instituição, não há hipóteses de serem criadas condições depois da separação.

Fonte: Diário de Notícias

Tabaqueiras processam Governo norte-americano

Cinco tabaqueiras processaram a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos por as obrigar a publicar imagens mais chocantes e maiores dos malefícios do tabaco nos maços de cigarros a partir de 2012. RJ Reynolds Tobacco, Lorillard Tobacco, Commonwealth Brands, Liggett Group e Santa Fe Natural Tobacco foram as empresas que na terça-feira apresentaram uma ação legal num tribunal federal de Washington contra a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla inglesa) dos EUA.

Estas tabaqueiras alegam que as novas regras para a venda de maços de tabaco, que entrarão em vigor em setembro de 2012, violam a sua liberdade de expressão, direito consagrado na Constituição, por obrigarem à promoção da mensagem anti-tabaco do governo, ao mesmo tempo que se queixam do elevado custo da impressão dos novos maços.

A lei prevê que os maços de tabaco apresentem imagens mais gráficas que alertem para os malefícios do consumo do tabaco, como cadáveres, pulmões doentes e dentes podres, que deverão cubrir a parte superior dos dois lados dos maços de tabaco e 20% da publicidade neles impressa, situação contestada pelas tabaqueiras por alegarem que essas imagens terão um tamanho maior do que o seu próprio logótipo.

“Depressão, desencorajamento e medo” dos consumidores

Os maços de cigarros terão de apresentar uma das nove imagens selecionadas por cientistas e internautas entre um total de 36. Para as tabaqueiras, as novas regras contribuirão para a “depressão, desencorajamento e medo” dos consumidores na aquisição dos seus produtos, refere a ação legal apresentada pelas cinco empresas que pretende evitar a sua entrada em vigor. “O governo pode exigir advertências simples e que não sejam controversas, mas não que um maço de cigarros sirva como meio para promover a sua campanha anti-tabaco”, afirmou o advogado que representa as tabaqueiras.

As tabaqueiras perderam uma ação semelhante no ano passado em Kentucky, com o juiz a deliberar que o Governo tem o direito de obrigar as empresas a divulgarem nos maços de cigarros imagens chocantes dos malefícios do tabaco, tendo sido depois apresentado recurso e o processo ainda corre na Justiça. Um das maiores tabaqueiras dos EUA, a Altria – empresa-mãe da Philip Morris e produtora dos cigarros Marlboro – não se juntou a nenhuma destas ações legais contra a FDA.

Mais de 220 mil pessoas nos EUA deverão ser diagnosticadas este ano com cancro do pulmão, segundo a Sociedade Americana de Cancro. Nos EUA, o tabaco é responsável pela morte de 443 mil pessoas todos os anos e de 1.200 por dia.

Ler mais: Expresso

Experiência de um ex-toxicodependente na primeira pessoa

Passava pouco mais das 19 horas quando cheguei à casa de Miguel (nome fictício). Toquei à campainha e vi o jovem que tinha falado comigo dias antes ao telefone. Concordou darme uma entrevista sobre a sua experiência no mundo viciante das drogas. A entrevista transformou-se numa conversa que se soltou debaixo de uma nuvem de fumo de cigarro. Esteve dependente de drogas pesadas, mas tudo começou num charro. Foi com um grupo de amigos que Miguel teve o primeiro contacto com drogas. Com 13 anos começou a consumir haxixe. Inicialmente, fumava às sextas-feiras, mas com o passar do tempo chegou “à fase em que era cool e fumava diariamente”.

Miguel tinha à noção de que o que fazia não era bom. Fazia-o às escondidas, não era moda. “Fumava aquilo por brincadeira, porque achava algo normal”. Tão normal que passou a rotina. Miguel pensava que nunca iria consumir outro tipo de drogas e chegou a ser alertado por amigos que podia entrar noutros mundos. “Mas nós não queríamos saber, era normal o que fazíamos, não havia que estar preocupado”. Do haxixe passou ao consumo esporádico de extasy e esta nova droga “levou-me para perto de outro tipo de consumidores, pessoas que cheiravam cocaína, que fumavam cocaína”. As pessoas que conhecera estavam ligadas ao mundo da noite. Miguel enquanto Dj ficou cada vez mais perto destes novos consumidores. O discurso parou. Acendeu um cigarro. Ao segundo bafo confessa que foi numa passagem de ano que tudo passou para outro patamar. “Pensei que se cheirasse uma vez nunca me ia acontecer nada de mais, e cheirei. Fiquei tão exaltado, entusiasmado, drogado, que me convidaram para fumar cocaína, crack. Nesse dia fumei cocaína e heroína”. Aquilo que Miguel pensara nunca poder acontecer, aconteceu. Experimentou duas das drogas mais viciantes que existem, a cocaína e heroína.

O cigarro libertou-o. Fala-me sobre a sua experiência com cocaína. Começa-se por consumir em ocasiões especiais: passagens de ano ou aniversários. No entanto, este consumo sofre o mesmo processo que o consumo de haxixe. Era uma vez por semana, passaram a ser duas e de duas a todos os dias. É tudo muito rápido. “Eu estudava fora e isso permitia-me ter uma liberdade muito grande… quando fumava, nunca pensava nos efeitos daquilo, até porque os meus amigos que fumavam estavam bem, e sempre pensei que conseguia sair quando quisesse. Sempre pensei que tinha o controlo da situação”. Miguel tornara-se dependente. As facilidades financeiras nunca permitiram a Miguel sentir os efeitos secundários, estava sistematicamente sob o efeito da droga. Para ele o normal era estar drogado. Os rituais sociais desapareciam, “chegava à noite de sexta-feira não pensava onde ia ter com os amigos, mas sim onde ia comprar a droga”. Foi nessa altura que teve a noção que era dependente. Acordava de manhã e a primeira coisa em que pensava era consumir para voltar ao estado, que para ele, era o normal.

A sociedade deturpava-se, Miguel tinha criado uma sociedade particular. “Naquela altura eu parava com poucas pessoas que não consumiam e isso é que era normal, o resto da sociedade passava-me ao lado”. Após perder a namorada por causa do vício, Miguel apercebeu-se que bateu no fundo, tinha perdido a noção da realidade e chegava a consumir 80 a 100 euros de cocaína e heroína por dia. Tentou sair uma, duas, três vezes, mas nunca conseguiu. A vontade de consumir era maior. As tentativas de sair resultavam em consumos maiores. Miguel começou a ver-se como uma pessoa diferente, perdeu a confiança da família. Bastava um novo passo em falso para ser expulso de casa. Foi ele que contou à família que era dependente. Foram os familiares que o ajudaram a frequentar o Hospital Conde Ferreira. “Tinha chegado ao fim da linha. Era agora ou nunca, tinha que ser”.

Durante 7 dias Miguel esteve em tratamento e limpou o organismo. Mas o seu principal obstáculo era psicológico. A sua vontade era consumir, mesmo que não estivesse a sentir a ressaca. Frequentou então uma clínica de psicologia durante 2 meses, onde aos poucos foi perdendo a vontade de consumir. Ganhou novos horizontes na sua vida. Hoje, Miguel reconhece: “se não tivesse a família que tenho, sei que nesta altura estaria morto ou preso”. E consumiu mais alguma vez? Admite que sim. Ainda passou 2 meses a consumir esporadicamente, mas, depois, ponto final. “Ganhei consciência, nunca mais consumi desde então; estou completamente limpo”. Miguel acende outro cigarro, conversamos mais um pouco, a pessoa que eu tinha à minha frente não era mais a que descrevera atrás. Ele está diferente. Toda a experiência que passou não teve só momentos negativos. Serviu para ver a verdadeira amizade. Os amigos foram presença assídua no seu discurso. Foram extremamente importantes para Miguel. E na hora de agradecer, não os esquece. O gosto pelas coisas voltou. Voltou a estudar. Voltou a viver. “Ganhei a confiança da família e o amor que tinha perdido por parte deles, sinto-me outra pessoa”. As cores voltaram a pintar-lhe a vida.

Fonte: JN

Top 5 das ferramentas inovadoras em RH que funcionam de verdade

Queres encontrar uma maneira de obter alguma tração para a sua mais recente iniciativa de marketing ou assessoria de imprensa? Se é isso que você precisa, então é hora de abraçar a media social – existem algumas boas ferramentas para o ajudar a encontrar os jornalistas, as fontes e identificar as pessoas que você deseja se conectar.

Aqui está o nosso top 5 em ferramentas inovadoras para o marketing:

1. HARO
Help a Reporter Out (HARO) é uma criação de Peter Shankman. O site reúne jornalistas à procura de fontes e fontes à procura de RP’s livres, que é um junção perfeita. O site é livre para usar e disfrutar. Tudo que o que você precisa fazer é se registar. As Fontes têm acesso a várias actualizações diárias em diferentes categorias, tais como negócios, estilo de vida e assim por diante.
Eles podem entrar em contacto com a pessoa à procura de fontes directas e fazer uma contribuição. É uma maneira fácil de obter citações em publicações respeitadas e com mais de 30.000 jornalistas a usá-lo, os profissionais de relações públicas não podem ignorar este site.

2. Pitch Engine
O Pitch Engine é outro recurso que visa juntar as empresas e os jornalistas nas mais diversas tarefas. É um site de imprensa com uma diferença, que visa diretamente a libertação dos media sociais. Leva apenas alguns minutos para carregar uma versão, adicionar conteúdo multimédia e criar um tweet personalizado que recebe a sua mensagem. Ele se integra com uma série de sites de media social e torna mais fácil obter o destaque nos motores de busca para os seus lançamentos. Inscrevendo-se gratuitamente terá permissão para um pitch livre a cada mês, mas terá de se registar num plano pago para conseguir mais.

3. MuckRack
O MuckRack dá-lhe acesso a todos os jornalistas no Twitter, pelo menos aqueles que são identificados como tal e foram adicionados ao banco de dados. Ele controla os tweets dos jornalistas, dando aos profissionais de RH uma maneira fácil de ver o que está a acontecer em dezenas de meios de comunicação. Você pode refinar o que vê por intermédio de plataformas de comunicação, por fonte ou por beats e também pode verificar as ligações populares e notas imprensa.

4. Journalisted
Se precisa de acesso para a imprensa do Reino Unido para uma perspectiva internacional, então o Journalisted é semelhante ao MuckRack, mas sem os tweets. Ele agrega as publicações do Reino Unido por meios de comunicação, jornalistas e palavras-chave, tornando mais fácil encontrar qualquer informação que precisar.

5. Swix
Finalmente, se você precisar de uma maneira de acompanhar os feeds on-line, então o Swix poderia ser a ferramenta ideal. Fornece análises de media social para o Facebook, Twitter, YouTube e muitas outras plataformas e também permite que você monitorize as campanhas mediáticas. A ferramenta foi projetada para profissionais de marketing de social media (ou profissionais de relações públicas que oferecem esses serviços).
Uma vez que sua conta está configurada, todas as suas propriedades de media social são automaticamente rastreadas e pode ver relatórios do crescimento e compromisso para partilhar com os seus clientes. A criação de ofertas é livre em versão beta, mas vai precisar de desembolsar 9 dólares por mês para o Google Analytics.

Fonte: The Wall Blog

Parceria no combate ao consumo de substâncias psicoactivas, estabelecida em Caldas da Rainha

A formalização de uma rede de parceiros de combate ao consumo de substâncias psicoactivas teve lugar no passado dia 28, no auditório da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, com a assinatura de um documento denominado “compromisso de colaboração”.

Estabeleceram parceria o Instituto da Droga e da Toxicodependência, através do CRI Oeste – Equipa de Tratamento das Caldas da Rainha, a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, a Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Caldas da Rainha, a Associação Viagem de Volta, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens das Caldas da Rainha, Centro Distrital de Leiria da Segurança Social, o Centro Hospitalar Oeste Norte, o Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, o Centro da Juventude das Caldas da Rainha, a PSP, os Bombeiros, o Ponto de Ajuda da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha, a Escola Básica 2,3 D. João II, a Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, a Escola Secundária Raul Proença, a Escola Básica Integrada de Santo Onofre e o Colégio Rainha D. Leonor.

O Instituto da Droga e da Toxicodependência preconiza o Plano Operacional de Respostas Integradas (PORI), que é uma medida estruturante ao nível da intervenção integrada, no âmbito do consumo de substâncias psicoactivas, a qual privilegia a existência de diagnósticos rigorosos que fundamentem a intervenção no território. A sua operacionalização obedece à implementação de fases sequenciais e é efectivada com a criação de Programas de Respostas Integradas (PRI) em cada território.

Ler a notícia integral em jornaldascaldas.com

EAD Lisboa/Dianova no Sociedade Civil da RTP2