Breves de quinta-feira

Instituto da droga cria centro
O Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) vai criar na Amadora um centro de recursos para a inserção de toxicodependentes, devido à crescente procura na unidade móvel do Programa de Substituição de Baixo Lumiar. O espaço foi cedido O pela autarquia da Amadora, que valoriza a necessidade de “melhorar a resposta na reintegração social”. A unidade móvel irá manter-se.
Fonte: Correio da Manhã

Jovens de Lisboa são os que mais cannabis consomem
Lisboa é a cidade portuguesa com os maiores índices de comportamento de risco do País. Lisboa apresenta o maior consumo de cannabis do País sendo que 42 dos jovens noctívagos já consumiram. A cocaína e o ecstasy apresentam também elevadas percentagens de consumo na capital portuguesa com 12 e 8 respectivamente. Os dados são de um estudo da Agência Europeia de Informação sobre Droga. De acordo com o estudo 23 dos jovens já foram ameaçados com armas de fogo em ambientes nocturnos e 5 já se envolveu em lutas físicas pelo menos uma vez. O estudo refere ainda que os jovens que saem à noite têm dez vezes mais probabilidade de experimentar drogas.
Fonte: Destak

Risco de Alzheimer pode ser reduzido
Mais de metade dos casos da doença de Alzheimer parecem ser desencadeados pelo estilo de vida e sete factores concretos, como o tabagismo, diabetes, hipertensão, obesidade, ou falta de actividade física parecem decisivos no aumento do risco da doença. São contas de investigadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), que desenvolveram um modelo matemático para calcular a redução do risco de contrair a doença para cada um dos factores. O estudo, publicado na Lancet Neurology, foi apresentado também em Paris, numa conferência internacional sobre a doença de Alzheimer.De acordo com a equipa de Deborah Barnes, a mudança para hábitos de vida mais saudáveis poderia obter uma redução de risco da doença da ordem dos 25%. Ou seja, seriam menos três milhões de casos anuais no mundo.
Fonte: DN

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Seis mil bicicletas do Porto a Matosinhos

A 5.ª edição do World Bike Tour (WBT), marcada para 31 de Julho, espera cerca de seis mil pessoas e outras tantas bicicletas. O percurso de 13 quilómetros vai da Ponte da Arrábida até Matosinhos.

Cerca de seis mil pessoas e outras tantas bicicletas são esperadas na 5.ª edição do World Bike Tour (WBT), que se realiza a 31 de Julho entre a Ponte da Arrábida e Matosinhos.

O percurso, de 13 quilómetros, começa às 11h30, na Ponte da Arrábida, vai pelo Cais de Gaia e pela ribeira e marginal do Porto até ao Passeio Atlântico, Matosinhos.

O objectivo do evento é promover a inclusão, o desporto, a saúde e o ambiente. Para participar, tem que ser paga uma taxa de inscrição no valor de 70 euros. O pagamento dá direito à participação na prova e a uma bicicleta. A prova é organizada pelo Instituto da Droga e Toxicodependência e pela Sportis.

O Centro de Congressos e Desporto de Matosinhos vai receber, entre os dias 27 e 30, a Feira WBT, onde, entre as 10h00 e as 20h00, todos os participantes têm de se dirigir para confirmar a inscrição e levantar o kit de participação. Também a 30 vai realizar-se uma prova destinada a 200 crianças com menos de 12 anos, no Passeio Atlântico, em Matosinhos.

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Energia… usa só a tua!

É uma intervenção significativa no campo da prevenção das toxicodependências. A Ocupação de Tempos Livres responde à necessidade de preencher os momentos vazios com actividades que forneçam competências de vida, ensinem regras e valores e dotem os jovens de ferramentas para se manterem afastados do abuso de drogas.

A Juventude Cruz Vermelha – Braga organiza, pela terceira vez, o Torneio +ATITUDE que envolve jovens de quatro escolas do centro de Braga: EB 2,3 André Soares, Francisco Sanches, Frei Caetano Brandão e Real. Este torneio envolve cerca de 300 jovens entre equipas masculinas e femininas.

Nos últimos dois meses, alunos destas escolas disputaram eliminatórias que lhes permitem jogar agora as partidas finais que irão acontecer na próxima segunda e terça-feira (dias 4 e 5 de Julho entre as 9:00 e as 12:00) nos campos do Complexo Desportivo da Rodovia.

De referir que estas actividades se enquadram no projecto +ATITUDE dirigido para a prevenção das toxicodependências e envolve cerca de 900 jovens do centro de Braga a frequentarem o 2º e 3º ciclos e é financiado pelo Instituto da Droga e da Toxicodependência.

Projecto de apoio a jovens em risco sem capacidade de resposta rápida

Em actividade desde finais de 2007, o Projecto Integrado de Apoio à Comunidade (PIAC), serviço dirigido a crianças e jovens em risco da Área Metropolitana do Porto, não dispõe de recursos humanos suficientes para responder atempadamente às centenas de solicitações que recebe por mês. A iniciativa da Delegação Regional do Norte do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), pioneira no que toca à prevenção precoce e multidisciplinar de comportamentos desviantes, ressente-se dos cortes na função pública.

O fim das colaborações em regime de outsourcing imposto pelos Programas de Estabilidade e Crescimento emagreceu a equipa: dos iniciais 18 técnicos restam apenas oito, sendo que apenas seis dão consultas e têm uma agenda particular de 100 a 200 utentes. “É incomportável, é impossível”, refere a coordenadora do projecto, Albina Sousa. “O que nos tem valido são os estagiários. Temos 17 de sete universidades, mas quase todos vão terminar em Julho. Há população que vai ficar sem apoio até Setembro e terá de mudar de terapeuta, o que é contra-indicado. Vinte e oito famílias já estão sem terapia familiar porque os técnicos saíram.” Também a mudança de instalações da Avenida da Boavista, no Porto, para Matosinhos levou muitos utentes a desistir de ir ao PIAC por “dificuldades de acesso”. Cada vez mais instituições encaminham utentes para o PIAC, entre as quais escolas, tribunais, lares e comissões de protecção de menores. A estes pedidos somam-se aqueles que, embora menos, se dirigem ao serviço por iniciativa própria. O objectivo sempre foi dar uma resposta rápida, de uma semana a 15 dias, a todas as solicitações, contemplando o utente em toda a sua esfera social.

Por exemplo, tal como o jovem necessita de acompanhamento psicológico para não voltar a experimentar haxixe, também os pais precisam, muitas vezes, de adquirir “competências parentais” em consultas de mediação familiar para saberem como “lidar com o filho”, salienta Albina Sousa. Por seu turno, os colegas da escola também devem ser aconselhados no sentido de prevenir futuros consumos. É uma resposta multidisciplinar, única na área da prevenção indicada por ser dada “num só espaço e numa só estrutura”, enfatiza o delegado regional, Adelino Vale Ferreira.

Foi exactamente a multidisciplinaridade e a rapidez de resposta que levaram o Tribunal de Família e Menores de Vila Nova de Gaia a recorrer cada vez mais ao projecto, refere a procuradora Judite Babo, para quem a situação actual do PIAC é “absolutamente preocupante”. “A resposta sempre foi muito boa, muito melhor que noutros serviços. Verificámos que era rápida, com qualidade e assertividade.” No início do ano passado, relata, o PIAC começou a comunicar às entidades que a capacidade de resposta tinha “diminuído drasticamente”.

A situação agravou-se, o que levou os magistrados da instituição a tomar em uma posição no mês passado, ao enviar um ofício à tutela comunicando que o corte nos recursos humanos estava a ter uma “influência tremenda” nos processos. O reforço e manutenção do PIAC também integra a lista de 50 medidas para a reforma da justiça apresentada pelo Sindicato dos Magistrados do Ministério Público ao Presidente da República ainda antes das eleições. “Actualmente, estão a marcar consultas para Dezembro de 2011. Estamos a falar de crianças e seis meses na vida de uma criança é muito tempo. É uma eternidade”, sublinha a procuradora. Continuar a ler

Breves

Consumo de álcool está a aumentar no meio laboral

O consumo de álcool está a subir ligeiramente em alguns sectores laborais, como a construção civil, ao contrário da droga. O Instituto da Droga e da Toxicodependência quer apurar a situação real e lança um inquérito em Setembro. Este inquérito que o Instituto da Droga prevê iniciar em Setembro será feito nos moldes do census e presta uma particular atenção ao consumo de drogas e de álcool em meio laboral. No entanto, a estrutura do estudo mantém os parâmetros que foram seguidos nos inquéritos realizados em 2001 e 2007 para que a análise comparativa dos resultados não seja desvirtuada

FONTE: Público

Médico critica legislação que descriminalizou droga

A poucos dias de se assinalarem dez anos sobre a lei que descriminalizou o consumo de drogas (sexta-feira), o médico Manuel Pinto Coelho faz um balanço negativo, afirmando que os resultados são “deploráveis” e que se registou um aumento do consumo de droga. Pinto Coelho, que é também presidente da Associação para um Portugal Livre de Drogas, considera que é tudo uma “rotunda falácia”.

FONTE: Correio da Manhã

Guardas prisionais querem novo estatuto

O Sindicato dos Guardas Prisionais SGP reivindicou ontem Dia Nacional da Guarda Prisional que este corpo seja equiparado a um órgão de polícia criminal para travar o tráfico de drogas no interior das cadeias. Segundo Jorge Alves dirigente do SGP só com este estatuto é que os guardas prisionais poderão deter pessoas que transportam droga nas visitas aos reclusos permitindo ainda elaborar o respectivo processo para o Ministério Público

FONTE: Público

Descriminalizar foi uma boa opção, dizem os indicadores

A 01 de julho completam-se 10 anos sobre a entrada em vigor da lei que descriminalizou o consumo de droga e a posse de determinadas quantidades para uso pessoal. João Goulão, presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), diz que “foi uma boa opção”.

Em entrevista à agência Lusa a propósito da efeméride, o responsável frisou que hoje, em relação a 2001, “há uma evolução positiva na maioria dos indicadores relacionados com o consumo”, especialmente na diminuição de consumo de todas as substâncias ilícitas no grupo etário mais jovem.

“Contrariamente ao que parece ser o senso comum, de que os miúdos andam todos a usar drogas, isso não é verdade. Quer estudos na população em geral, quer em meio escolar apontam para uma diminuição”, diz.

Mas há outros bons indicadores: menos casos na justiça derivados do uso de drogas e menos casos de consumidores de droga injetável. A questão da droga – no passado uma das maiores preocupações dos portugueses – surge hoje “em 12.º ou 13.º lugar” na lista do que mais apoquenta as pessoas. O problema já nem entra nas campanhas eleitorais, como no passado acontecia.

“Há uma evolução quase vertiginosa na queda da percentagem de pessoas infetadas com o vírus da sida entre os toxicodependentes”, diz também João Goulão, que no entanto deixa um aviso: “Não é possível estabelecer uma relação causa-efeito entre a evolução destes indicadores e a descriminalização. Há um pacote completo de políticas que têm vindo a ser prosseguidas e eu penso que é o resultado desse pacote que nos tem levado a uma evolução positiva”.

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Parceria no combate ao consumo de substâncias psicoactivas, estabelecida em Caldas da Rainha

A formalização de uma rede de parceiros de combate ao consumo de substâncias psicoactivas teve lugar no passado dia 28, no auditório da Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, com a assinatura de um documento denominado “compromisso de colaboração”.

Estabeleceram parceria o Instituto da Droga e da Toxicodependência, através do CRI Oeste – Equipa de Tratamento das Caldas da Rainha, a Câmara Municipal das Caldas da Rainha, a Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Caldas da Rainha, a Associação Viagem de Volta, a Junta de Freguesia de Nossa Senhora do Pópulo, a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens das Caldas da Rainha, Centro Distrital de Leiria da Segurança Social, o Centro Hospitalar Oeste Norte, o Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, o Centro da Juventude das Caldas da Rainha, a PSP, os Bombeiros, o Ponto de Ajuda da Santa Casa da Misericórdia das Caldas da Rainha, a Escola Básica 2,3 D. João II, a Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, a Escola Secundária Raul Proença, a Escola Básica Integrada de Santo Onofre e o Colégio Rainha D. Leonor.

O Instituto da Droga e da Toxicodependência preconiza o Plano Operacional de Respostas Integradas (PORI), que é uma medida estruturante ao nível da intervenção integrada, no âmbito do consumo de substâncias psicoactivas, a qual privilegia a existência de diagnósticos rigorosos que fundamentem a intervenção no território. A sua operacionalização obedece à implementação de fases sequenciais e é efectivada com a criação de Programas de Respostas Integradas (PRI) em cada território.

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