86% de empresas portuguesas apostam na retenção de talento

A retenção de talento está a dominar as decisões das empresas portuguesas, para as quais aquisição de talento é, neste ano, “menos prioritária”. Eis uma das conclusões de um estudo mundial recentemente realizado pela consultora de recrutamento Michael Page. A conciliação entre trabalho e família está entre as estratégias de reter talento mais apreciadas pelos trabalhadores, revela o Barómetro Global de Recursos Humanos da Michael Page 2013. A partir de: Expresso Emprego

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Em Portugal, o cenário sócioeconómico não é animador: a taxa de desemprego subiu no país para um novo máximo histórico – no primeiro trimestre deste ano atingiu os 17,7%, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística. Apenas 58% das empresas nacionais – contra 76% a nível europeu e 86% a nível mundial – projectam recrutar em 2013, de acordo com o estudo da Michael Page, que em Portugal registou respostas de 236 líderes de Recursos Humanos e de 4348 gestores de várias empresas.

O facto de a aquisição de talentos ser, hoje, “menos prioritária” deve-se, segundo Álvaro Fernandéz, director geral do PageGroup em Portugal, a duas questões: “a actual conjuntura económica do país” e a “falta de capacidade de crescimento das estruturas”.

Pelo mundo, para minimizar eventuais quebras de produtividade, os líderes de Recursos Humanos estão apostados em reter mais talento. Portugal segue esta tendência: 86% das empresas portuguesas inquiridas estão a focar-se na retenção de talentos, mais do que o recrutamento de novos trabalhadores.

Medidas que facilitam a conciliação entre o trabalho e família, programas de saúde e fitness e o trabalho a partir de casa estão entre acções com peso idêntico à questão salarial para um número crescente de trabalhadores. A formação também tem um peso importante, segundo os cerca de 4000 gestores inquiridos.

62% dos inquiridos em Portugal referiram compensações e benefícios como principal prioridade dos recursos humanos. Seguem-se relação com colaboradores e gestão de mudança (52%).

37% das empresas portuguesas oferecem aos colaboradores programas de saúde e fitness e 26% permitem o trabalho a partir de casa.

Dianova e a Conciliação 

No Terceiro Sector, e fora das contas da Michael Page, a Dianova Portugal vai se destacando no ramo da conciliação.

Reconhecendo a crescente importância das temáticas de Gestão de Pessoas | Capital Humano relativas à conciliação e equilíbrio entre a vida profissional e a vida familiar e pessoal, a Dianova Portugal implementou os seus Planos de Igualdade e Conciliação entre 2011 e 2012, materializados na adopção de um conjunto de medidas junto dos seus Colaboradores que integram as dimensões de estabilidade e qualidade no emprego, flexibilidade laboral, serviços de apoio e suporte à família.

Na sua sequência, e após uma extensiva auditoria realizada pela SGS e respectivo parecer favorável, foi atribuída pela Fundación Másfamilia à Dianova a Certificação EFR Economia Social (marca Entidade Familiarmente Responsável para as Organizações da Economia Social e Solidária | Terceiro Sector), de acordo com a Norma EFR 1000-2, edição 2, a 18 de Fevereiro último.

Para Cristina Lizarza, Presidente de Direcção da Dianova, a profunda modificação dos valores da sociedade, a alteração dos papéis no seio da família, o acesso da mulher ao mercado de trabalho, a dificuldade de atrair e reter talento, entre outros factores, transformaram a igualdade de oportunidades e a conciliação da vida profissional com a vida pessoal numa necessidade e num elemento estratégico para a competitividade organizacional“.

http://www.dianova.pt/imprensa/comunicados-de-imprensa/411-dianova-pioneira-em-portugal-com-certificacao-modelo-gestao-efr-economia-social

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Projecto “Excelência SEDES” | Candidaturas até 15 de Outubro

 

É a primeira edição de uma iniciativa com o selo da associação cívica SEDES e tem como objectivo “sublinhar a importância estratégica” da gestão de pessoas para o sucesso das empresas. O projecto “Excelência SEDES: Boas Práticas na Gestão de Pessoas” vai premiar organizações que se candidatem online a uma ou mais distinções até 15 de  Outubro.

A sua empresa tem investido na formação de acolhimento dos novos empregados? Tem monitorizado o desenvolvimento de competências dos trabalhadores ou capitalizado a experiência acumulada dos talentos séniores? Está atenta à gestão da diversidade e tem apostado no desenvolvimento de competências interculturais com vista a uma internacionalização mais eficaz? A comunicação interna na sua empresa tem sido responsável e transparente?

Caso a resposta a alguma das perguntas seja afirmativa, pode pensar em candidatar a sua empresa a pelo menos uma das cinco categorias deste prémio. A saber: “acolhimento e integração”, “desenvolvimento de competências”, gestão de talento sénior”, “internacionalização e carreiras internacionais” e “reestruturação e redução de estruturas”.

A iniciativa é promovida pela SEDES, uma associação cívica criada em 1970 que pugna por uma “gestão humanista e eficaz e de pessoas no seio das organizações”. Este projecto – que se pretende repetir anualmente – tem como finalidade distinguir a excelência e potenciar a multiplicação das melhores práticas na área dos Recursos Humanos em Portugal.

O prémio consiste num diploma e num troféu, a serem entregues num evento ainda não agendado, bem como na sua ampla divulgação pelos meios de comunicação social parceiros do projecto “Excelência SEDES”.

As entidades que queiram aderir ao projecto, poderão concorrer, através de um questionário online (no site da SEDES), a uma ou mais categorias, até dia 15 de Outubro.

Como complemento, serão tidos em conta na avaliação pelos membros de um conselho consultivo uma entrevista ao director de recursos humanos de cada empresa concorrente e evidências de excelência através de documentação. Dentro destes comprovativos (em vídeo ou registo escrito), deverão constar uma descrição de processos e procedimentos, históricos das práticas com respectivas métricas ou testemunhos.

O extremo que fintou a droga

Em Sanlúcar de Barrameda, onde Nolito nasceu, mais do que o futebol de rua dominava o consumo e o tráfico de drogas. Os pais do pequeno Manuel caíram nessa mesma tentação, algo que não aconteceu com o agora jogador do Benfica, embora fosse muitas vezes tentado pelos colegas de rua. “A mãe dele entregou-o à avó. Foi ela e o avô que trataram dele desde pequeno, que fizeram tudo para não cair na droga”, começa por contar ao DN o tio José, que partilhou casa com Nolito: “Vivíamos todos juntos, sempre fomos bastante unidos, e talvez por isso o Nolito tenha conseguido vingar no que sempre mais quis fazer, o futebol.”

Começou a dar os primeiros pontapés na bola no seu clube de bairro, a União Deportiva Algaida de Sanlúcar. Como preferiu não seguir os estudos, trabalhava também num talho local para ajudar os avós, mas o futebol era mesmo o seu sonho. “Fisicamente não era muito forte, mas caía e levantava-se as vezes que fosse preciso. Tinha muita adrenalina e muita paixão. O bairro onde morava era complicado, chegaram a dar-lhe droga, mas ele fugiu. Sabíamos que iria vingar mesmo muito novo. Ama o futebol e por isso preferiu ir para o Benfica, onde teria mais oportunidades do que no Barcelona. Mas tenho a certeza de que um dia volta lá, tem valor para mais do que o Benfica”, disse ao DN Pedro, um dos seus primeiros treinadores.

Mãos no céu pelo avô

Quarta-feira marcou, frente ao Trabzonspor, em encontro da primeira-mão da terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, o seu primeiro golo oficial pelo Benfica. A primeira coisa que fez foi apontar para o céu. A dedicatória há muito que a faz e sempre para o seu avô Manuel, a quem tratou sempre como pai. “Adorava-o. Morreu pouco tempo depois dele assinar pelo Barcelona. Quando era novo, prometeu ao avô que iria jogar no Barça. Conseguiu-o. Hoje, olha para o céu quando marca golos. De certeza que ele estará muito orgulhoso do que já fez pelo Benfica. Desfeita por ter trocado o Barça? Não. Agora é que o Nolito está feliz, a segunda divisão não era para ele. Um diz talvez regresse, mas quis o Benfica e sabia que aí podia ser feliz. Nós aqui estamos muito contentes pelo golo e por tudo o que tem feito. É um grande jogador e um grande homem”, salientou o tio.

A paixão pelo irmão António

Nolito tem um irmão, António, que também estava ao encargo da sua avó. Quando começou a ter capacidade financeira (o primeiro clube que lhe pagou, o Atlético Sanluqueno, dava-lhe 800 euros por mês, agora recebe 800 mil por ano), chamou-o para perto de si, e logo estará em Lisboa com ele, juntamente com a sua mulher e a filha Lola. E Nolito quer trazer mais dois familiares.

Ainda tem vícios de futebol de rua

Pedro, um dos seus primeiros treinadores, é da mesma opinião de Jorge Jesus, que quarta-feira salientou que o espanhol “ainda jogava pouco para o colectivo”. “Jogar numa primeira divisão é diferente dos escalões secundários. O Nolito ainda tem vícios de futebol de rua, mas tem tanto talento que isso é facilmente ultrapassável. Jogar e treinar diariamente com jogadores como Aimar ou Saviola vai ajudá-lo, e muito em breve será titular do Benfica, não tenho dúvidas sobre o seu talento”, referiu, destacando também as suas qualidades fora do relvado: “É uma pessoa de família, humilde, profissional, não sai à noite como alguns jogadores. É cumpridor e o que mais lhe interessa é jogador futebol.”

Fonte: Diário de Notícias

Formação Pedagógica Inicial de Formadores – Flyer

Apresentação da 1ª Acção de Formação Pedagógica Inicial de Formadores
que se irá desenvolver nas instalações da Dianova.

Formação Pedagógica Inicial de Formadores – Flyer
Consulte o cronograma pdf do curso aqui.
Para se inscrever neste curso de formação preencha o formulário que encontrará nesta página, para o email: formacao@dianova.pt.