CENTRO APOIO PSICOSSOCIAL +SAÚDE… ACESSÍVEL A TODOS

O CAP+Saúde surge como uma preocupação da Dianova em disponibilizar uma intervenção terapêutica e psicossocial acessível e de qualidade à Comunidade em geral e sobretudo às Pessoas em maior situação de carência económica e vulnerabilidade social e/ou emocional.

Localizado em Lisboa (junto ao Hospital D. Estefânia e com gabinete em Monte Redondo – Torres Vedras), oferece 6 serviços com uma Equipa de 5 profissionais experientes dirigidos a Jovens, Adultos e Famílias, com o objectivo de promover oportunidades para uma nova aprendizagem adaptativa, de auto-realização e de satisfação pessoal.

  1. Avaliação Psicológica: Conhece a causa dos seus Problemas que o/a perturbam?
  2. Acompanhamento Psicológico / Psicoterapêutico: Encontra-se emocional ou socialmente vulnerável?
  3. Intervenção na Adolescência: Com que frequência te revês no mito do “super-homem”?
  4. Orientação Vocacional e Profissional: Já sabes que área vocacional queres prosseguir?
  5. Avaliação e Intervenção em Necessidades Educativas Especiais: O seu filho/a sofre de dificuldades de aprendizagem?
  6. Intervenção Familiar: Dificuldades de comunicação e relação familiar?

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Europa em Debate | “Cinco Ideias Para Uma Europa Mais Jovem” a 18 de Março

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Desde o Outono de 2011 que dois representantes de instituições europeias têm vindo a visitar universidades, por toda a Europa, para se reunirem com os jovens, ouvi-los e registarem as suas ideias para uma Europa “mais jovem e melhor”. Na próxima segunda-feira, as propostas mais fortes serão discutidas num evento especial, transmitido em “livestreaming”, que encerra este périplo de audição que aproximou delegados institucionais e agentes informais. Fonte: Debating Europe

 

Das ideias recolhidas ao longo dos últimos meses, foram seleccionadas cinco, que vão ser remetidas ao Parlamento Europeu – a única instituição da União Europeia eleita directamente pelos cidadãos Europeus – e ao Comité Económico e Social Europeu, que representa a sociedade civil Europeia. No evento da próxima segunda-feira, estarão presentes precisamente o primeiro Vice-presidente do Parlamento Europeu, Gianni Pittela, e a Vice-Presidente do Comité Económico e Social Europeu, Anna Maria Darmanin.

Entre as propostas concretas estão a criação de um Presidente da União Europeia, elegido por todos os cidadãos da União, um serviço de emprego público Europeu, um Programa de Graduação Europeu ou mesmo o alargamento dos direitos aprovados num Estado-Membro aos restantes.

Democracia, Emprego, Direitos, Educação e Esfera Pública Europeia estarão no centro do debate. “Ajudarão estas cinco ideias a construir uma Europa melhor?”, eis a questão lançada no site “Debating Europe”, uma plataforma de discussão em torno de Assuntos Europeus, que será responsável pela transmissão em “livestreaming” e “liveblogging” do evento “Cinco Ideias Para Uma Europa Mais Jovem”, agendado para a próxima segunda-feira às 13h30 (GMT).

Siga o debate no Twitter, via hashtag #5ideas.

 

Cinco ideias: De um presidente da UE a uma companhia pública de radiodifusão europeia

 

Abaixo seguem as principais directrizes do debate da próxima segunda-feira, de acordo com o canal “Debating Europe”:

 

Democracia: “A criação de uma verdadeira união política Europeia. Este processo implica a existência de um Presidente da União Europeia, eleito directamente por todos os cidadãos da União Europeia.”

Emprego: “Implementar um serviço de emprego público Europeu. Tendo em vista não apenas facilitar a correspondência de empregadores e das pessoas que procuram trabalho. Desenhado para orientar as escolhas dos jovens na sua procura de emprego, para sugerir soluções de formação profissional ou educação aptas para servir as necessidades do mercado de trabalho.”

Direitos: “A estandardização dos direitos humanos, sociais, cívicos, políticos e económicos na União Europeia. Qualquer direito aprovado por um Estado-Membro da União deve ser automaticamente alargado aos cidadãos de todos os Estados-Membros. Isto evitará que alguns direitos se tornem os privilégios daqueles que podem pagar por eles.”

Educação:Estabelecer um Programa de Graduação Europeu: um curso de 4 anos; 4 universidades; 4 países europeus. A ser concertado com o desenvolvimento do ensino à distância e das universidades virtuais, e o estabelecimento de embaixadores da União Europeia em todas as faculdades de todas as universidades da União Europeia: estudantes que irão ajudar outros estudantes a estarem informados sobre os seus direitos, oportunidades de mobilidade, emprego e estágios oferecidos pela União Europeia.”

Esfera Pública Europeia: “De acordo com o Eurobarómetro, a televisão é de longe a fonte de informação líder para os Europeus (2012); Neste sentido, a União Europeia deve apoiar a criação de uma companhia pública de radiodifusão europeia.”

Igualdade de Género | Portugal menos igual, assinala Fórum Económico Mundial

Islândia, o país mais igual | Iémen na cauda do ranking mundial

Em 2012, Portugal está mais desigual em questões de género, segundo o relatório do Fórum Económico Mundial (FEM) divulgado nesta quarta-feira. Caiu 12 lugares face ao ranking do ano passado. A queda na percentagem de mulheres em posições ministeriais é um dos motivos apontados para justificar este declínio.

Os países do norte da Europa, por sua vez, mantêm-se nos lugares cimeiros – Islândia, Finlândia, Noruega, Suécia e Dinamarca encontram-se entre os sete países onde a igualdade entre homens e mulheres é mais efectiva. Irlanda e Nova Zelândia completam o septeto no topo.

O relatório frisa que nos países nórdicos, a igualdade já atingiu os 80%, na sequência de leis que facilitam a conciliação da vida familiar com o trabalho e de avanços na concessão paritária de licenças de parentalidade.

No índice de igualdade de género alusivo a este ano, Portugal encontra-se no 47º lugar de 135, o pior resultado obtido pelo país, num índice publicado desde 2006. No ano passado, Portugal encontrava-se em 35º. O melhor resultado foi obtido em 2006 (33ª posição).

O relatório dá conta que esta descida está relacionada “sobretudo” com “uma quebra no rácio de educação primária e terciária, bem como na percentagem de mulheres em posições ministeriais” (31% em 2011 contra 18% em 2012).

O índice incluído no Global Gender Gap Report  avalia 135 nações, que representam mais de 93% da população mundial, medindo as desigualdades entre homens e mulheres, quanto à Participação Económica e Oportunidades, Educação, Poder Político e Saúde e Sobrevivência. De zero a um – em que “um” representa a igualdade total – Portugal obteve 0,7071.

É na Participação Política, por exemplo, que Portugal ocupa um melhor lugar na lista de países (43º), seguindo-se a Participação Económica e Oportunidades (55º), a Educação (57º) e a Saúde e Sobrevivência (83º). Em 2011 já havia sinais de “pequenas deteriorações nas categorias de rendimento estimado, igualdade salarial e representação feminina no Parlamento”, mudanças espelhadas numa descida no ranking do ano passado para a 35ª posição.

Os resultados agora divulgados são conhecidos um dia depois de a Comissária Europeia Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania Viviane Reding ter anunciado o adiamento, para “Novembro, o mais tardar”, da proposta de criação de uma quota de 40% de mulheres nos cargos não executivos dos conselhos de administração das empresas europeias.

 

Igualdade, educação e competitividade

Na lista dos 135 países avaliados, encontramos nos lugares cimeiros países onde as desigualdades entre homens e mulheres ainda são alarmantes, mas onde houve progressos significativos na área da saúde.

Por exemplo, Filipinas, Nicarágua, África do Sul, Cuba, Moçambique e Cabo Verde encontram-se à frente de Portugal, nos 20 primeiros lugares. Paquistão, Síria, Arábia Saudita, Chade, Irão, Mali e Marrocos estão situados no fim da lista.

“No futuro, o talento será mais importante do que capital ou qualquer outra coisa. Desenvolver a dimensão do género não é apenas uma questão de igualdade: é a porta de entrada para o sucesso e a prosperidade num mundo cada vez mais competitivo”, comentou Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Económico Mundial, na apresentação dos resultados.

Entre 2011 e 2012, 82 de 132 países melhoraram em termos de igualdade económica entre homens e mulheres, sendo que dentro das quatro maiores economias globais, a China é o único país que decresceu neste capítulo. O relatório aponta ainda para uma mudança lenta: mais de metade dos países analisados nos últimos 7 anos pelo FEM tem registado menos de 5% de melhorias no campo da desigualdade económica entre géneros.

“Os dados sugerem uma forte correlação entre os países mais bem-sucedidos na eliminação da desigualdade de género e aqueles mais competitivos do ponto de vista económico”, assinala o relatório.

Também a educação é um dos factores apontados como essencial para a mudança. “Nos países onde as mulheres têm mais escolaridade do que os homens, a linha de frente da mudança agora é tornar o casamento e a maternidade compatíveis com uma maior participação das mulheres nas áreas económica e política”, argumentou o co-autor do relatório Ricardo Hausmann, director do Centro para o Desenvolvimento Internacional da Universidade de Harvard.

“Os rankings são desenhados para criar uma maior consciência entre a população  mundial dos desafios resultantes das disparidades de género e as oportunidades criadas para reduzi-las”, pode-se ler no site do Fundo Económico Mundial.

A desigualdade económica a nível global situa-se nos 60%, refere ainda o relatório.

 

OCDE: Portugal é dos países mais desiguais no acesso à educação

60% dos jovens de famílias com poucas habilitações não terminam o ensino secundário em Portugal, estando o nosso país entre os piores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) neste domínio, conclui um relatório recente desta entidade.

Esta é uma das principais notas negativas do “Education at a Lance 2011”, um relatório exaustivo dos indicadores para a educação publicado recentemente.

Em 2009, em 28 de 33 países da OCDE, 60% ou mais pessoas entre os 25 e os 64 anos completaram pelo menos o ensino secundário.

Por sua vez, Portugal encontra-se no leque dos países em que mais de metade do grupo deste intervalo de idades não completou os estudos do secundário, a par do Brasil, do México e da Turquia.

Apesar da melhoria geral das qualificações em Portugal, a origem social das famílias ainda condiciona o percurso escolar da geração seguinte, conclui o estudo. Quer para baixo, quer para cima: Portugal regista a mais alta probabilidade de um jovem cujos pais tenham estudos superiores entrar na universidade.

Em contrapartida, a Suécia, Finlândia, Irlanda e Austrália são os países da OCDE onde mais jovens de meios desfavorecidos concluem o ensino superior.

 

Governo decide mais do que as escolas

Numa altura em que o ministro da Educação anunciou o objectivo de aumentar a quota de alunos no ensino vocacional, um dado confirma a tendência anunciada por Nuno Crato. Na última década, o ensino profissional tem crescido entre pessoas dos 25 aos 34 anos em Portugal, à semelhança do que acontece na Grécia e em Itália. Por sua vez, Islândia, Noruega e Polónia estão entre os países da OCDE em que menos jovens escolheram o ensino vocacional.

A OCDE conclui ainda que, em Portugal, 78% das decisões relacionadas com o ensino são tomadas pelo executivo e não pelas escolas, um valor muito acima da média da OCDE (24%).

O desemprego entre licenciados aumentou de 2,7% em 2000 para 3,8% em 2012.

 

Outros objectos de análise num relatório de cerca de 600 páginas

“Nos países da OCDE, os governos têm estado a trabalhar com orçamentos públicos encolhidos, ao mesmo tempo que vão desenhando políticas para tornar a educação mais eficaz e mais atenta às exigências crescente”. É esta a introdução a um relatório com quase 600 páginas, que expõe um vasto conjunto de indicadores que comparam sistemas de educação e que permitem “medir o actual estado da educação internacionalmente”.

Quem participa na educação? Quanto se gasta nela? Como é que os sistemas de educação operam? Estas são as perguntas que são respondidas em “Education at a Lance 2011”, através de um vasto leque de resultados educacionais, comparando, por exemplo, a performance dos estudantes em assuntos-chave como o impacto da educação nos vencimentos e nas oportunidades de emprego para os adultos.

A análise foca-se ainda nas reformas das propinas implementadas desde 1995, contém indicadores sobre as áreas da educação escolhidas pelos estudantes, dados sobre o envolvimento dos estudantes na leitura e indicadores sobre a integração no mercado laboral dos estudantes dos programas vocacionais e académicos.

Chapitô, Beira Serra e “Castreja” entre vencedores do Prémio António Sérgio

“Boas Práticas”, “Estudos e Investigação” e “Trabalhos Escolares” foram as categorias em destaque na primeira edição do Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio, cuja cerimónia de entrega ocorreu, nesta segunda-feira, no âmbito das “Conferências de Economia Social”, na Fundação Calouste Gulbenkian, com a presença dos vencedores e jurados.

 

A Beira Serra, a Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa e o Chapitô foram distinguidos ex aequo na primeira categoria. A primeira pela criação do Gabinete de Intervenção Social das Nogueiras, em Teixoso, Covilhã, um complexo destinado à “capacitação do potencial humano duma população particularmente fragilizada e estigmatizada, promovendo a igualdade de oportunidades e o empreendedorismo social”. A segunda por práticas “relevantes” no âmbito do apoio domiciliário a pessoas com necessidades especiais, sem recurso a internamentos ou institucionalizações. E o terceiro pela capacidade de “inclusão social através da formação dos jovens e da difusão do capital circense na sociedade”, segundo os critérios do júri.

“Vida e morte numa mina do Alentejo – Pobreza, Mutualismo e Provisão Social – O caso de São Domingos na primeira metade do século XX” – tese de mestrado de Miguel da Conceição Bento, formado em Serviço Social – venceu o galardão na categoria de “Estudos e Investigação”. A tese, que será publicada entre Outubro e Novembro, debruça-se sobre a “diversidade e dinâmica mutualista formal e informal no quadro da providência na sociedade portuguesa”.

Na categoria dos “Trabalhos Escolares”, venceu um projecto comunitário que envolveu a comunidade educativa do Agrupamento Vertical das Escolas de Briteiros, Guimarães. A constituição da “Castreja – Cooperativa de Apoio Social e Cultural” e de uma loja solidária são os principais activos alcançados por um grupo de cerca de 50 voluntários que servem oito freguesias. Os jurados salientaram nesta iniciativa a aproximação de pais, alunos, professores, juntas de freguesia, o centro de saúde e a rede social, que lhes proporcionou “diversas dinâmicas comunitárias”. O Agrupamento de Escolas da Cidade de Castelo Branco e o Agrupamento de Escolas de Teixoso receberam uma menção honrosa pelos projectos “Defender o Ambiente, Ser solidário” e “Palco IEF – Projecto de Formação em Teatro e Cidadania”, respectivamente.

Integraram o júri Eduardo Graça, presidente da CASES, Joana Branco Lopes, membro da Associação Par – Respostas Sociais, João Menezes, coordenador do Gabinete de Apoio ao Bairro de Intervenção Prioritária da Mouraria, Jorge de Sá, vice-presidente do CIRIEC Portugal, José Hipólito dos Santos, sócio-economista, Luísa Valle, directora do Programa Gulbenkian de Desenvolvimento Humano, e Maria da Conceição Couvaneiro, membro do CIRIEC Portugal.

Este prémio anual da CASES tem como objectivo a “promoção do conhecimento e reconhecimento público do sector da Economia Social e das suas organizações, em particular, entre a juventude”, e é dirigido a pessoas singulares e colectivas.

Prémio Dianova | Lusófona: Cooperação, Inovação Social e Educação

O Verão de Anya

Reportagem: Rita Montez
Fotografia: José Cária

Anya Kot, 12 anos, já conhece bem os cantos à casa de Maria João e Hernâni Leitão. A rapariga ucraniana é alta e esguia, de ar frágil e doce. Mas os seus mais de 1,70 metros de altura são enganadores.

É ainda uma criança, que tem como sua melhor companhia em Portugal o João, de 6 anos e neto do casal que a acolhe. Maria João, apesar dos seus 57 anos, está já há algum tempo reformada da banca. O marido, com 59 anos, trabalha como gestor de negócios na Liberty Seguros.

À nossa chegada, Anya aninha-se no sofá junto da sua “segunda família” até que, aos poucos, começa a perder a timidez e vai mostrando o seu português quase perfeito. Há três anos que deixa a sua aldeia natal de Musiiky a 40 km da maldita e desativada central nuclear de Chernobyl, que explodiu em 1986, para gozar seis semanas de férias, longe da poluição, em Peniche.

“Cerca de 80% das crianças que vivem nas cidades e aldeias à volta de Chernobyl estão doentes. Sofrem de problemas cardíacos, digestivos e sanguíneos. E já nasceram muitos anos depois do desastre”, relata Hernâni. Trata-se, afinal, da pior catástrofe nuclear da História. Anya, por exemplo, tem uma anemia congénita.

O projeto Verão Azul, que tem trazido Anya até Peniche, é muito claro. “Esta não é só uma iniciativa de beneficência, para proporcionar seis semanas de férias a crianças com poucos recursos. É um período durante o qual queremos que estes jovens vivam em ambientes livres de radiações”, explica Fernando Pinho, coordenador nacional do Verão Azul. A ideia surgiu há quatro anos, após este responsável da Liberty Seguros ter conhecido um programa semelhante em Espanha, desafiando, depois, os seus colaboradores a replicá-lo em Portugal. Ao fim de um ano de burocracias e de viagens a Kiev, para cumprir os formalismos exigidos, foi criada a Associação Cultural e Recreativa e de Solidariedade, para gerir o programa no nosso país. Fernando Pinho alerta para que, pelo menos por agora, a associação só aceita candidaturas de famílias de acolhimento que trabalhem na seguradora.

“É preciso ter muito cuidado com os agregados que escolhemos”, justifica.

FÔLEGO VITAL

A adesão é voluntária e, tirando casos pontuais de dificuldades na adaptação das famílias a estas crianças, todas elas originárias da aldeia de Musiiky, a experiência tem-se repetido, ano após ano.

Este verão, encontram-se em Portugal 11 crianças, entre os 10 e os 15 anos. “Quando se aproxima a data de chegada da Anya, começamos a contar os dias que faltam”, diz, a sorrir, Maria João Leitão.

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