MAIS POTENTES, MAIS RÁPIDAS, MAIS PERIGOSAS

EXPRESSO DIÁRIO | 27-05-2014

 
Relatório europeu alerta para uma mudança acelerada no mercado de estupefacientes, cada vez mais dominado por drogas sintéticas muito potentes, feitas em laboratório. Mas até a clássica marijuana está mais forte do que era .
 
O mundo está a mudar depressa, mas essa mudança é ainda mais vertiginosa no submundo das drogas. Apesar de realçar uma redução generalizada do consumo de estupefacientes nos últimos anos por quase toda a Europa, o relatório anual de 2014 do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (EMCDDA), divulgado hoje, alerta para um fenómeno persistente, com consequências ainda imprevisíveis a longo prazo: o surgimento contínuo de novas drogas, produzidas em laboratório, aumentando a oferta constantemente renovada de alternativas sintéticas. Mais poderosas e potencialmente mais perigosas.  
 
Só em 2013 o sistema de alerta rápido da União Europeia deu conta de 81 novas substâncias psicoativas, aumentando para 350 o número de drogas que estão sob vigilância pelas autoridades nos 28 Estados-membros da UE que, juntamente com a Noruega e a, são contemplados no relatório do EMCDDA. “Deve ser para nós motivo de grande preocupação o recente aparecimento de novas substâncias opiáceas e alucinogénicas, tão ativas do ponto vista farmacológico que, mesmo em quantidades diminutas, podem ser utilizadas para produzir múltiplas doses”, alertam Wolfgand Götz, diretor do EMCDDA, e João Goulão, o português que atualmente preside ao conselho de administração do observatório europeu. “O mercado de droga europeu não só está a sofrer grandes alterações como estas ocorrem num ritmo cada vez mais rápido.”  
 
A concorrência feroz lançada por uma nova vaga de substâncias sintéticas já contaminou, inclusive, a mais popular das drogas tradicionais na Europa. “A canábis é um exemplo notório em que as novas técnicas de produção estão a afetar a potência tanto da resina (haxixe) como dos produtos herbáceos” (vulgarmente conhecida como erva).  
 
UM GRAMA, 100 MIL DOSES  
 
A potência tem sido, aparentemente, uma das apostas dos produtores e traficantes de estupefacientes. Como exemplo, o relatório faz a comparação: para produzir 10 mil doses de MDMA (ecstasy) são precisas 750 gramas de substância ativa, mas para 10 mil doses de carfentanil, um opiáceo sintético usado legalmente como um analgésico para cavalos e que substitui a heroína, são precisos apenas 0,1 gramas. Ou seja, com um grama é possível fazer 100 mil doses.  
 
81 Novas drogas identificadas na Europa só durante 2013  
 
As redes de produção e tráfico sabem o que estão a fazer. Tornaram o trabalho das autoridades policiais e de saúde pública um autêntico puzzle, com muitas peças soltas. “A elevada potência de algumas substâncias sintéticas dificulta ainda mais a sua deteção, dado que estão presentes no sangue em concentrações muito baixas. A emergência de substâncias sintéticas extraordinariamente potentes tem igualmente implicações ao nível da aplicação da lei, na medida em que mesmo pequenas quantidades destas drogas podem dar origem a inúmeras doses”.  
 
E as dores de cabeça não ficam por aí: como a maior parte das overdoses ocorre atualmente com indivíduos que misturam diversas substâncias, muitas delas desconhecidas, é cada vez mais difícil determinar com rigor a causa de morte. O facto de serem drogas sintéticas está, por outro lado, a alterar profundamente a logística e a geografia do crime organizado. Segundo o observatório, as redes criminosas têm expandido o negócio na Europa à custa de um gigantesco mercado ilegal da canábis, reinvestindo os lucros em laboratórios clandestinos para sintetizar novas substâncias. Ao contrário da cocaína e da heroína, estas drogas não precisam de ter na origem plantações de coca ou de papoila de ópio.  
 
Existem “indícios de uma oferta crescente de metanfetaminas na Europa”, produzida internamente, na Europa Central e do Norte, diz o relatório. É citado “o desmantelamento na Bélgica das duas maiores instalações de produção de droga alguma vez localizadas na União Europeia, com capacidade para produzir em muito pouco tempo grandes quantidades de MDMA (ecstasy)”.  
 
MELHORES DO QUE OS OUTROS  
 
Com uma prevalência de consumo de substâncias ilícitas menor do que na maioria dos outros países europeus, Portugal é citado no relatório do EMCDDA por ter adotado em 2013 uma lei a proibir a venda das chamadas “legal highs”, drogas sintéticas que os portugueses podiam, até aí, comprar em lojas devido a um vazio legal. De resto, e tirando o caso da heroína, onde a situação em Portugal é pior do que a média europeia (tendo em conta o número de consumidores que começaram um programa de tratamento), na maior parte dos parâmetros o nosso país apresenta valores de consumo de drogas inferiores a boa parte dos nossos parceiros.  
 
Nas anfetaminas, por exemplo, 0,5% dos portugueses terão consumido pelo menos uma vez na vida este tipo de estimulantes, contra 3,5% de média para o universo dos 28 estados-membros da UE. O fosso é ainda maior em relação ao consumo de anfetaminas nos últimos 12 meses por jovens adultos (até aos 34 anos): 0,1% em Portugal contra 0,9% na Europa.  
 
Esses valores têm depois reflexo nas mortes por overdose. Houve 29 óbitos ao longo de 2012 em Portugal relacionados com o consumo de drogas, o que dá 4,2 casos por cada milhão de habitantes, quatro vezes menos do que na Europa como um todo (17,1) e muito longe dos 191 registados na Estónia, dos 63 na Suécia ou das 71 overdoses por cada milhão de habitantes na Irlanda. O mesmo não se pode dizer em relação à Sida. Houve 56 casos diagnosticados de HIV em Portugal em consumidores de drogas injetadas. Embora distante do cenário de rápida degradação vivido na Grécia, com 484 contágios num só ano, esse valor coloca o nosso país ligeiramente acima da média europeia.

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Fonte (Foto): http://3.bp.blogspot.com/-v1orBmfZO98/UkQv2bi7duI/AAAAAAAAT_Q/ji3uJRRvv6M/s1600/drogas.jpg

 

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EUROPA APOIA “SALAS DE CHUTO” EM LISBOA

Expresso | 22-05-2014

Saúde. Observatório Europeu sublinha vantagens de sala de consumo assistido, que está pronta para avançar na Mouraria. Reúne consenso dos técnicos, mas não é pacífica na Câmara  
 
A criação de uma ‘sala de chuto’ em Lisboa, prestes a avançar na zona da Mouraria, promete dar polémica, mas o Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT) — organismo da União Europeia que monitoriza a situação da droga na Europa — é inequívoco quanto às vantagens do projeto. Se a cidade quiser reduzir os riscos associados ao uso de droga e melhorar a saúde e a ordem públicas, acabando com o consumo a céu aberto, a criação deste espaço é a forma mais eficaz de o conseguir, garante ao Expresso Dagmar Hedrich, diretora do Departamento de Boas Práticas e Intervenções Sociais e de Saúde .
 
A localização já está escolhida e o projeto tem o aval das autoridades de saúde e do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), cujo parecer está agora a ser ultimado. Só falta mesmo a assinatura final do presidente da Câmara, António Costa.  
 
Apesar do consenso dos técnicos, o projeto não será pacífico na autarquia. António Proa, vereador do PSD, afirma que esta é uma questão “controversa e fraturante” no interior do partido, que ainda não tem uma posição formal sobre a matéria. “Não duvido que proteja a saúde dos toxicodependentes e a saúde e segurança públicas, ao reduzir o consumo a céu aberto, mas tenho uma oposição de princípio, já que um equipamento destes acaba, de alguma forma, por promover o consumo”, diz. 
 
A concretizar-se, a abertura na capital portuguesa de uma sala de consumo assistido está longe de ser um projeto de vanguarda. Em toda a Europa, há 86 espaços onde os toxicodependentes podem injetar-se com supervisão médica e em condições de higiene e segurança. E o primeiro já tem mais de um quarto de século: abriu na Suíça, em 1986. A experiência rapidamente saltou fronteiras, multiplicando-se em sete outros países — Holanda, Alemanha, Espanha, Luxemburgo, Noruega, Dinamarca e Grécia — sobretudo a partir de meados da década de 1990, quando o consumo de heroína atingiu o auge. Os estudos feitos ao longo dos anos demonstram o impacto positivo destes equipamentos e contrariam os principais receios dos opositores, nomeadamente quanto ao aumento do consumo e da insegurança, sublinha o Observatório Europeu.  
 
O diretor do SICAD, João Goulão, invoca igualmente os “bons resultados” conseguidos nas 58 cidades europeias onde existem salas de consumo assistido para defender a “bondade” de um projeto semelhante em Lisboa. “Estamos de acordo com a avaliação quanto à sua utilidade”, diz.  
 
Em Barcelona, por exemplo, os resultados são visíveis. “Praticamente deixámos de ver pessoas a injetar-se na rua. As overdoses baixaram muito, assim como as infeções por HIV. E mais toxicodependentes foram encaminhados para tratamento”, conta ao Expresso Dito Eningo, diretor de uma das sete salas de consumo assistido existentes na cidade e a primeira a abrir em Espanha, há já 21 anos.  
 
Como em todos os outros espaços existentes na Europa, os técnicos fornecem todo o material para o consumo da droga — sempre comprada fora —, mas só intervêm se houver sinal de overdose. De resto, fazem educação para a saúde e tentam encaminhar as pessoas para tratamento.  
 
A localização é essencial para o sucesso, corrobora Martin Luck, diretor de uma sala de consumo assistido em Zurique (Suíça). “A comunidade reage muitas vezes com desconfiança, pelo que é fundamental estabelecer um diálogo com a vizinhança e ter o cuidado de manter as imediações sempre limpas”, aconselha. Em Lisboa, a escolha do local parece não estar a levantar ondas entre os moradores, pelo menos para já. A Associação Renovar a Mouraria concorda com a criação do espaço, considerando que vai “melhorar significativamente a vida no bairro”, onde todos os dias muitos toxicodependentes se concentram para injetar heroína e fumar crack à vista de todos.  
 
Ainda que estejam previstas na lei desde 2001, as salas de consumo assistido nunca chegaram a avançar em Portugal. E não foi por falta de tentativas. Logo nesse ano, o então presidente da Câmara de Lisboa, João Soares, propôs a abertura de uma sala nas instalações de um antigo quartel em Campo de Ourique, mas o projeto foi fortemente contestado pelos moradores e comerciantes locais e não chegou a sair do papel. Em 2007, o tema voltou a estar na ordem do dia, quando o executivo, então liderado por Carmona Rodrigues, aprovou a criação de uma sala de injeção assistida. Na altura, a convocação de eleições antecipadas travou a concretização do projeto.  
 
Desta vez, a instalação está prevista para a Rua da Palma, junto ao Martim Moniz. Segundo a Câmara, a localização “cumpre todos os requisitos”: tem fácil acesso e fica próxima do Benformoso (Intendente), onde muitos toxicodependentes consomem a céu aberto, sendo ao mesmo tempo numa rua com poucos moradores, que não fica no coração do bairro. Segundo a lei, estes espaços não podem localizar-se em zonas muito residenciais e “não devem ser usados por mais de dez pessoas em simultâneo”. O ato de consumo “é da inteira responsabilidade” dos utentes. Todos têm de ser maiores de 18 anos e estar previamente registados, após a avaliação de um técnico de saúde que ateste a dependência.  
 
A diretora do Departamento de Boas Práticas e Intervenções Sociais e de Saúde do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), sediado em Lisboa, garante que os espaços conhecidos como ‘salas de chuto’ não fazem aumentar o consumo nem o tráfico de estupefacientes, como receiam algumas pessoas. A responsável alemã apoia a criação de um espaço destes em Lisboa.  (Entrevista disponível na edição papel do Expresso)ImagemFonte (Foto): Expresso

CONVITE HAPPINNESS WORKS 2014

A Horton International – Happiness Works tem o prazer de vos convidar para a apresentação dos Resultados do “Índice da Felicidade” por Sectores em Portugal 2014, que se realiza a 30 de Maio próximo (6ª feira), entre as 9h30 e as 13h00 no Auditório BES Arte & Finança, Pç. Marquês de Pombal, 3 Lisboa.

Programa

09h30 Abertura, Guilhermina Vaz Monteiro, Managing Partner da Happiness Works

09h35 Apresentação Resultados HW2014, Georg Dutschke, Partner da Happiness Works

10h05 O Caso Dianova Portugal no Terceiro Sector, Rui Martins, Director de Comunicação

11h00 Felicidade Organizacional e Produtividade, Pedro Ramos, Director RH Groundfource

11h30 A importância da Felicidade Organizacional para s Organizações, Mario Ceitil, Vice-Presidente da APG

12h00 Q&A e Networking

12h30 Encerramento, Guilhermina Vaz Monteiro e Georg Dutschke

 Para +info ligue 213 860 504

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IGUALDADE E CONCILIAÇÃO | TVL | Programa +Cidadania

“Igualdade no Trabalho e no Emprego”, com Marta Santos, Responsável Gestão de Pessoas da Dianova Portugal, e Sandra Ribeiro, Presidente da CITE – Comissão para a igualdade no Trabalho e no Emprego, programa conduzido por Jorge Rio Cardoso, 15-05-2104

Ver+ http://tvl.pt/2014/05/14/cidadania-igualdade-no-trabalho-e-no-emprego-marta-santos-da-diana-nova-e-sandra-ribeiro-presidente-da-cite/

CONCLUSÕES EUROPEAN YOUTH EVENT 2014 | ELEIÇÕES EUROPEIAS 2014

– 100 Jovens Portugueses

– 157 Oradores, entre os quais o Ministro da Solidariedade Emprego e Segurança Social de Portugal, Pedro Mota Soares

Como Coordenadora Nacional para Portugal do EYE 2014, a Dianova Portugal tem o prazer de partilhar as conclusões deste evento que precede as Eleições Europeias de 25 de Maio.

Numa conjuntura actual de dificuldades, em que o aumento crescente do desemprego jovem constitui um dos resultados mais dramáticos da crise económica e financeira, constata-se a necessidade de novas ideias para a Europa, que tornem a Europa um melhor lugar para viver.

O EYE 2014 visou por isso mesmo, não uma agenda de mudança, mas um contributo real dos jovens através do debate e da conformação dessa mesma mudança. A participação e junção de mais de 5.000 jovens com pensadores, decisores políticos, media e profissionais de organizações diversas (empresas, entidades públicas e sociedade civil) foi fundamental para o enriquecimento e partilha de perspectivas em temas críticos para o futuro comum dos europeus.

Este debate de 3 dias serviu como fonte de inspiração para que os novos membros do Parlamento Europeu, a eleger entre 22 e 25 de Maio de 2014, materializem estas preocupações, necessidades e expectativas dos jovens na próxima legislatura EU 2014-2019.

O EYE 2014 “Ideas for a better Europe”, realizado a 9-11 de Maio no Parlamento Europeu em Estrasburgo, dirigido a mais de 5000 jovens adultos entre os 18 e 30 anos da União Europeia (28 países e Croácia), teve como principal objectivo dar a oportunidade aos participantes em debater durante 3 dias e em mais de 200 actividades (conferências indoor e actividades lúdicas outdoor) a agenda actual do parlamento Europeu e o futuro da União Europeia, e especificamente as suas necessidades e expectativas face às políticas europeias e nacionais que impactam quer a sua actualidade quer o seu futuro na próxima legislatura EU 2014-2019.

Objectivos

O EYE 2014 visou no seu conjunto:

  • Oferecer aos jovens europeus a oportunidade de reinventar a Europa através da partilha de perspectivas e ideias com vista a desenvolver novas e inovadoras formas e soluções às questões cruciais do futuro próximo e debatê-las com os decisores políticos europeus
  • Encorajar uma discussão pública europeia entre os jovens acerca dos assuntos de política europeia e assim reforçar uma democracia participativa europeia
  • Convidar os jovens para performances culturais e lúdicas que conformam a diversidade cultural da EU numa perspectiva inclusiva (e.g. a participação do Grupo Circense Chapitô, Portugal)
  • Inspirar os participantes a partilhar ideias a nível político, económico, social e cultural, no reforço da identidade europeia, tendo em conta a diversidade e pluralidade dos diferentes Estados membro
  • Dar os jovens europeus a oportunidade de apresentarem as suas ideias para uma melhor Europa aos decisores políticos europeus, particularmente aos Membros do Parlamento Europeu que serão eleitos para a nova legislatura 2014-2019.

Ao longo dos 3 dias foram abordados 5 temas principais:

  • Desemprego Jovem | Youth Unemployment
  • Revolução Digital | Digital Revolution
  • Futuro da UE | Future of EU
  • Sustentabilidade | Sustainability
  • Valores Europeus | European Values

Contactos

Ver Website http://www.europarl.europa.eu/eye2014/en/news/news.html
Ver Facebook https://www.facebook.com/events/660718250628272/?fref=ts
Ver Twitter http://www.twitter.com/EP_YouthEvent
Ver Programa http://www.europarl.europa.eu/eye2014/en/programme-.html
Ver Actividades http://www.europarl.europa.eu/eye2014/en/programme-/activity-formats.html
Ver Guia http://www.epgencms.europarl.europa.eu/cmsdata/upload/efa385ea-ee19-4eab-b0c8-bfe6c8ba038d/EYE_Guide_web_EN_2014_05_06.pdf

Parceiros

Entre os diversos Parceiros salientam-se: o Parlamento Europeu, o European Youth Forum, o European Youth Press, o European Young Innovators Forum, a Cidade de Estrasburgo, o Canal ARTE, o Conselho da Europa, ENA, a Comissão Europeia e não esquecendo a Equipa Coordenação EYE, a Equipa Voluntários EYE e a Equipa de Coordenadores Nacionais EYE dos 28 estados membros e Croácia.

Conclusões

A Sessão Plenária de Encerramento foi presidida pela Comissária Europeia para a Educação, Juventude, Cultura e Multi-línguas Ms. Androulla Vassiliou, e participaram mais de 800 jovens na Sala Hemiciclo do edifício LOW – Louis Weiss, durante a qual foram transmitidas pelos 5 Rapporteurs das 5 áreas de discussão principais, as suas preocupações, necessidades e expectativas relativamente ao seu futuro e ao futuro da Europa. 

A principal e final questão desta Sessão é se efectivamente os decisores políticos europeus, particularmente os novos Membros do Parlamento Europeu irão tomar em conta as discussões, sugestões e conclusões destes 3 intensos dias de participação cívica dos jovens e incorporá-los em políticas e medidas reais que melhorem as condições de vida dos jovens e da própria sustentabilidade da União Europeia.

É de salientar ainda a sugestão avançada pela Comissária Europeia Ms. Vassiliou em uniformizar o processo eleitoral na UE – no mesmo dia e através do mesmo processo, presencial e/ou digital – em todos os Estados Membro.

 
As 5 áreas resumo apresentadas pelos respectivos Rapporteurs:

  • Desemprego Jovem |
  • Revolução Digital | Digital Revolution
  • Futuro da EU | Future of EU
  •  Sustentabilidade | Sustainability
  • Valores Europeus | European Values

Como Coordenador Nacional para Portugal, Rui Martins, foi responsável por:

  • Co-criação da estratégia de Social Media para o European Parliament Information Office
  • Criação de Base de dados de Stakeholders relevantes para gestão de convites para o EYE 2014, nomeadamente: Ministérios, Partidos Políticos, Entidades públicas relacionados com processos eleitorais, ONGs, Media, Associações Sindicais, Associação Empresariais
  • Coordenação, gestão e suporte aos grupos provenientes de Portugal para o EYE 2014
  • Participação e gestão de suporte logístico à organização do EYE 2014, Parlamento Europeu, Estrasburgo, França, de 7 a 12 de Maio. Responsável pela gestão da Entrada Protocolar, LOW (Louise Weiss) Building.
  • Elaboração de Relatório de Avaliação
  • Timing: Agosto de 2013 a Maio de 2014

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RTP | SAÚDE | CANNABIS

Programa Especial Saúde dedicado ao tema “Uso terapêutico da cannabis” (não confundir com uso recreativo) com João Goulão, Director-Geral do SICAD e Presidente do EMCDDA, Jorge Cortez, Director Unidade Dor do Hospital São Bernardo e da Associação Portuguesa do Estudo da Dor, e Cristina Lopes, Directora Técnica da Comunidade Terapêutica Quinta das Lapas Dianova Portugal, conduzido pela nossa caríssima jornalista Marina Caldas! 

Cada vez há mais empresas com rastreio de álcool

Jornal i | 16-05-2014

Soprar no balão no local de trabalho vai ser um cenário cada vez mais comum nas empresas portuguesas. Além da Cofina, há outras empresas de maior dimensão com autorização concedida pela Comissão Nacional de Protecção de Dados. É o caso do Continente ou da empresa de elevadores Otis.

Após um período de reflexão envolvendo sindicatos, patronatos e liderado pela Associação para as Condições de Trabalho e Instituto para a Droga e Toxicodependência (SICAD), veio estipular-se que o controlo feito apenas deve assentar em colaboradores “cuja actividade possa pôr em perigo a sua integridade física ou de terceiros.” Os regulamentos internos das organizações devem incluir as substâncias alvo da detecção, as categorias de profissionais visadas, a frequência, entre outros items.

Segundo Mário Castro do SICAD, “o objectivo é a prevenção e a reabilitação”, uma vez que em caso de testes positivos pode optar-se pelo tratamento da dependência ou a sujeição a processo disciplinar.

Verificando alguns exemplos, na Cofina houve a comunicação aos colaboradores de que iria ter início um programa de prevenção e controlo de consumo de bebidas alcoólicas nas empresas do grupo, tais como Correio da Manhã, Record ou Jornal de Negócios. No caso do Continente a autorizada para iniciar o programa em meados de Fevereiro. Há ainda outras empresas incluídas, tais como autarquias, por exemplo.

Confira estes e outros detalhes desta notícia sobre o programa que já engloba cerca de 140 empresas portuguesas.Imagem

Vivek Prakash – Reuters

Fonte (Foto): http://www.ionline.pt/sites/default/files/styles/625×350-imagem_interior/public/13995829213013.jpg?itok=lz9PWFrx