RECRUTAMENTO CENTRO FORMAÇÃO DIANOVA

Recrutam-se Formadores/as | Docentes com os seguintes requisitos:

• Titulares de Código de Habilitação para a Docência no 1º ou 2º ciclos do ensino básico- grupos de recrutamento 110, 200, 210, 220 e 230 –– Região – Lisboa (Ref.ª CHD_BASE_LX)

• Código de Habilitação para a Docência 550 – Informática (Ou outro código de Habilitação para a Docência e certificação ICDL/ECDL) – Região – Lisboa – (Ref.ª CHD_550_LX)

• CAP/CCP de Formador/a (requisito eliminatório);

• Recibos Electrónicos(requisito eliminatório);    

• Experiência profissional em Educação e Formação de Adultos;   

• Disponibilidade para deslocações

 

SÓ SERÃO CONSIDERADOS PROCESSOS DE CANDIDATURA VÁLIDOS, os que contenham no mesmo e-mail a seguinte documentação:

• Curriculum Vitae

• Digitalização do Certificado de Aptidão Profissional de Formador(a)/ Certificado de Competências Pedagógicas;

• Digitalização do Certificado de Habilitações Literárias;

• Digitalização do Bilhete de Identidade;

• Digitalização do Cartão de Contribuinte;

• digitalização do Cartão de Cidadão

 

Os/as interessados/as deverão enviar o processo de candidatura ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE para o email: formacao@dianova.pt (recrutamento até dia 31/10/2013).

 

A Dianova segue o princípio de igualdade de oportunidades e tratamento e não discriminação.

FORMAÇÃO | Benefícios Fiscais – A Reforma Fiscal do IRC, Hotel Fénix Urban, Lisboa, 12 Novembro/ 2013.

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Parceria Dianova + Baptista Monteverde & Associados, R.L. Oradora: Dr.ª Joana Cunha d’Almeida, Consultora Fiscal. A oradora presta assessoria a empresas nacionais e multinacionais e clientes individuais. A sua área de actuação desenvolve-se essencialmente no âmbito de projectos de reestruturação societária e apoio na área da tributação internacional, gestão do contencioso administrativo-fiscal e judicial, aplicação de benefícios fiscais, regime dos residentes não habituais e acompanhamento de operações imobiliárias.

Consulte o Programa http://www.slideshare.net/Dianova/beneficios-fiscais-reforma-fiscal-irc-12nov

Inscreva-se em http://www.formacao.dianova.pt/desenvolvimento-organizacional/86-relatorio-unico-actividade-social-ministerio-do-trabalho-e-da-solidariedade-social-mtss

Para mais informações contacte o Centro de Formação Dianova (CFD) através do email formacao@dianova.pt ou tel. 261 312 300 – extensão 4.»

Os Vencedores do concurso “Migrantes na Europa” galardoados a 14 de Outubro em Bruxelas, Sala Schuman – Comissão Europeia (Berlaymont) com a presença e entrega pela Sr.ª Comissária Cecilia Malmstrom, CE – DG Home Affairs:

 

  • Melhor      FOTO |      Romy Cordivani, Bélgica, IHECS-Institut des Hautes Etudes des      Communications Sociales
  • Melhor      VÍDEO & PÚBLICO ONLINE | Nadja Haugas , Martin Siilak, Estónia, Kuressaare      Regional Training Centre
  • Melhor      POSTER |      Andrea Raia, Itália, Fondazione Accademia di Comunicazione
  • Menção      Especial Prémio Nicolas Genevay | Giulia Ricciardi , Andrea Dell’Osa, Itália,      Fondazione Accademia di Comunicazione

Factos sobre a 1ª edição do concurso 2013:

  • 3 categorias a concurso Fotografia | Poster | Vídeo +      Público Online
  • 28 Estados membros da UE participantes
  • 777 Escolas | Universidades de Jornalismo, Artes, Design e      Comunicação (48 Portugal)
  • 1513 Trabalhos apresentados (78 Portugal)
  • 27 Finalistas europeus (Portugal)
  • 4 Vencedores + 1 Menção Especial

Visite-nos em http://www.migrantsineurope.eu/

Número de novos toxicodependentes é o mais alto desde 2000

Número de novos toxicodependentes é o mais alto desde 2000 De acordo com os dados do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), o total de toxicodependentes em tratamento chegou, no ano passado, aos 38.900, mais dez mil do que em 2003. Em 2012, 8844 toxicodependentes pediram ajuda pela primeira vez aos centros de tratamento, o valor mais alto desde 2000. Na última década, o número de novos casos de dependência subiu 70%.

in TSF

“2013 Cone Communications Social Impact Study”

O “2013 Cone Communications Social Impact Study”, que destaca as atitudes, percepções e comportamentos dos americanos em torno do apoio corporativo de questões sociais e ambientais, revela observações críticas para os profissionais de Marketing e de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) , incluindo:

• O facto de o entusiasmo dos consumidores norte-americanos para fazerem compras de forma consciência nunca ter sido tão forte, uma vez que estes se questionam quanto ao impacto tanto corporativo e individual das suas compras;

• Os hispânicos emergirem como um dos segmentos de consumidores mais socialmente conscientes e activamente envolvidos, sinalizando um esforço de envolvimento público para com os esforços de RSC;

• Os media serem cada vez mais um meio obrigatório para veicular a informação e envolver os consumidores em torno de assuntos e iniciativas, uma vez que cada vez mais os consumidores procuram espaços online para obter informações relativas à RSC.

Quatro conclusões mais importantes do estudo:

A procura por parte dos consumidores por Causas atingiu um patamar mais elevado:

– 54% dos consumidores norte-americanos compraram um produto associado a uma Causa ao longo dos últimos 12 meses, aumentando 170% desde 1993;
-89% são susceptíveis de mudar de marca para uma associada a uma Causa, dado o preço e a qualidade comparável, saltando quase para 35% desde 1993;
– 91% quer ainda mais os produtos e serviços que eles usam para apoiar Causas sociais;
-88 % quer ouvir como as empresas estão apoiando questões sociais e ambientais.

A alta procura vem com grandes expectativas para o impacto – e as dúvidas sobre o impacto corporativo persistem:

– 16% dos americanos acreditam que as empresas têm tido um impacto positivo significativo sobre questões sociais ou ambientais;
– 25% acredita que as suas próprias compras influenciam substancialmente as questões sociais ou ambientais.

Consumidores multiculturais emergem como actores críticos, com os hispânicos a liderar o caminho:

-94 % dos hispânicos são susceptíveis de mudar de marca para uma associada a uma boa Causa (vs. 89% da população geral dos EUA);
– Os hispânicos são mais propensos a considerar o apoio de uma empresa de questões para decidir: o que comprar (86% vs 82%), onde trabalhar (80 % vs 71%) e onde investir 70 % vs 60%);
-Os hispânicos vão frequentemente mais além do registo de doar (70 % vs 65%) , voluntário (47% vs 42%) e defesa em nome de empresas (43% vs 38%).

Millennials crescem como proponentes de Causas apesar de um olhar crítico:
– 78% dos Millennials consideram compromissos de responsabilidade social de uma empresa antes de decidir onde trabalhar (contra 71% da população geral dos EUA);
-64% usa os media para resolver ou se envolver com as empresas em torno de questões sociais ou ambientais (vs. 51% da população em geral);
– 26% vão compartilhar informações negativas sobre empresas e questões com que se preocupam (vs. – 20% da população geral dos EUA)

Ver relatório completo em: http://www.conecomm.com/2013-social-impact

 

Europeus divididos perante a austeridade, querem alternativas

Enquanto a Comissão Europeia está prestes a apresentar propostas para fortalecer a “dimensão social da união económica e monetária”, uma nova pesquisa mostra que até 60 % dos europeus acreditam que há melhores maneiras de resolver a crise e…conómica do que com a austeridade. Os resultados da pesquisa, divulgada pelo instituto de pesquisas Gallup, confirmam que a opinião pública rejeita a ideia de que a única forma de combater a crise é através da redução da despesa. Nos países em crise da Europa do Sul, o apoio às medidas de austeridade é muito baixo: 94 % dos gregos , 81% dos portugueses e 80 % dos espanhóis acreditam que existem alternativas melhores. Mais da metade dos entrevistados (51% ) argumentou que as políticas de austeridade não conseguiram combater a crise . Apenas 5% disseram que estas medidas foram produtivas. Os europeus com maior confiança nas políticas de austeridade são os búlgaros (67%) e os húngaros (62%) . Quando perguntado quem se beneficia destas políticas de austeridade, 67% dos entrevistados disseram que ” apenas alguns países”, com 77% deste grupo a apontar o dedo para a Alemanha. A pesquisa, realizada pelo Instituto Gallup e para Debater a Europa, entrevistou um total de 6.177 cidadãos europeus em toda a EU. Em busca de uma união social Enquanto isso, o Eurostat, o gabinete de estatísticas da UE, confirmou o mau estado do emprego em toda a UE : 5,5 milhões de europeus com menos de 25 anos estão desempregados, 3,5 milhões deles nos países da zona do euro . Comparado ao ano passado, o desemprego juvenil manteve-se estável – houve um decréscimo marginal de 123 mil jovens em todos os 28 estados membros da EU. O desemprego juvenil é de 61,5 % na Grécia, 56 % em Espanha e 52% , na Croácia (país fora da zona euro). Em resposta à crescente desaprovação das políticas de austeridade – omnipresentes na Europa desde o início da crise em 2008 -, a Comissão Europeia tem vindo a procurar uma resposta social à crise. O executivo da UE vai apresentar propostas sobre a dimensão social da União Económica e Monetária (UEM). Pretende-se abordar os aspectos sociais da UE, que – como o comissário László Andor sublinhou anteriormente – fazem parte dos tratados europeus e “deve estar no centro de tornar a nossa política”.
 
Ver mais em: http://www.euractiv.com/socialeurope/europeans-dismiss-austerity-poli-news-530806?utm_source=EurActiv+Newsletter&utm_campaign=5a50d42a7c-newsletter_euro__finance&utm_medium=email&utm_term=0_bab5f0ea4e-5a50d42a7c-245623310

Abraçar a vulnerabilidade no trabalho é a chave para o envolvimento entre os trabalhadores

 
 
“Grandes artistas como Dylan, Picasso e Newton arriscaram o insucesso. E se nós queremos ser grandes, também temos de arriscar.” Steve Jobs
 
O medo de falhar é natural, especialmente quando estamos inseridos num ambiente de trabalho. Situações desde falarmos em frente ao espelho antes de uma importante reunião, a esconder erros por detrás de enganos técnicos e deslizar sobre uma máscara para esconder a nossa vulnerabilidade, é uma prática comum no mundo corporativo/empresarial.
 
Existe uma larga suposição considerando que mostrar fraqueza irá relegar-nos do bloco da frente, que ao admitir que cometemos erros significa que não somos dignos de lugares de topo. Mas onde é que esta atitude nos leva? Uma organização que nega a sua vulnerabilidade acaba por resultar num ambiente desagradável e numa cultura de sentimento de culpa que retira toda a energia e entusiasmo aos seus trabalhadores.
 
As empresas e organizações corporativas precisam de abraçar a vulnerabilidade e trabalhar em conjunto com todos os colaboradores, abrindo as suas ideias e emoções. É importante dar a oportunidade a todos os trabalhadores de se sentirem totalmente à vontade para que consigam expressar as suas ideias sem receios. Só assim se podem descobrir verdadeiros génios com ideias carregadas de sucesso.
 
Ver mais em: http://www.theguardian.com/sustainable-business/embrace-vulnerabilty-workplace-employee-engagement?CMP&et_cid=51467&et_rid=1237081&Linkid=Embracing+vulnerability+at+work+is+the+key+to+employee+engagement