Portugal’s Nonprofit Sector in Comparative Context 2002-2012

Portugal’s Nonprofit Sector in Comparative Context 2002-2012, by Lester M. Salamon, S. Wojciech Sokolowski, Megan Haddock and Helen Stone Tice, Johns Hopkins Center for Civil Society Studies in cooperation with Instituto Nacional de Estatística.

A significant economic presence: the size of the Portuguese NPI sector In 2006, nonprofit institutions (NPIs) in Portugal employed nearly 185,000 workers that represents 4.3% of Portugal’s total employment.  These workers produced goods and services worth over €5.7 billion, 14 and ultimately contributed €2.7 billion of Gross Value Added 15 to the national economy.

Read Full Report http://ccss.jhu.edu/wp-content/uploads/downloads/2012/04/Portugal_Comparative-Report_FINAL_4.2012.pdf

Read Full Report via Slideshare http://www.slideshare.net/Dianova/portugal-comparative-reportfinal42012johns-hopkins

Portugal: Workforce, expenditures and revenue data (2002)

Adapted from Lester M. Salamon, S. Wojciech Sokolowski, and Associates, Global Civil Society: Dimensions of the Nonprofit Sector, Volume Two (Bloomfied, CT: Kumarian Press, 2004). Data circa 2002.

Read Fact Sheet http://ccss.jhu.edu/wp-content/uploads/downloads/2011/09/Portugal_Data_2002.pdf

Portugal: The Portuguese Nonprofit Sector in Comparative Perspective (2006)

Produced by Universidade Católica Portuguesa, this report by Raquel Campos Franco, S. Wojciech Sokolowski, Eileen M. H. Hairel and Lester M. Salamon, summarizes the findings of the Johns Hopkins Comparative Nonprofit Sector Project work in Portugal. The findings show that the nonprofit and voluntary sector expenditures as of 2002 that represent 4.2 percent of the nation’s gross domestic product (GDP), employing 4.0 percent of the economically active population. This makes the Portuguese nonprofit sector roughly equivalent in size to that in neighboring Spain and Italy. Data is circa 2002.

Read Report http://ccss.jhu.edu/wp-content/uploads/downloads/2011/11/Portugal_NationalReport_2005.pdf

Setor não lucrativo representa 2% do PIB. Agência Financeira 17-04-2012

As instituições portuguesas sem fins lucrativos contribuíram com dois por cento para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional, entre 2002 e 2010. Desta feita, ocupam o 13.º lugar numa tabela de 15 países liderada pelo Canadá, segundo uma universidade norte-americana.

A comparação feita pelo Centro de Estudos da Sociedade Civil da Universidade John Hopkins coloca Portugal atrás de Moçambique (3.º da lista, com 6,6 %), do Brasil (10.º, com 2,3%), do Quirguistão (11.º, com 2,2%) e do México (12.º, com 2%), e à frente da Noruega (14.º, com 1,6%) e da República Checa (15.º, com 0,6%), adianta a agência Lusa.

A contribuição média do setor não lucrativo dos 15 países estudados para o PIB situa-se nos 3,6%.

O estudo efectuado em parceria com o Instituto Nacional de Estatística (INE), vai ser apresentado esta terça-feira à tarde numa sessão que decorre na Fundação Luso-Americana, em Lisboa, uma das entidades que apoiou o mesmo estudo, a par da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Aga Khan.

O setor não lucrativo no nosso país é dominado pelas entidades de assistência social, como por exemplo as misericórdias, que representam 47%, seguida do movimento associativo com 14%, da educação com 11% e da saúde com 7%, que são os setores mais significativos.

Os oito países que também produziram informação estatística que permitiu à instituição americana realizar o estudo são Israel que fica em 2.º lugar, a Bélgica em 4.º, Estados Unidos da América em 5.º, a Austrália em 6.º, o Japão em 7.º, a França em 8.º, a Nova Zelândia e Tailândia em 15º.

Analisando como base o emprego criado pelas instituições nacionais sem fins lucrativos, dados referentes a 2006 indicam que Portugal sobe para 9.º lugar, com uma taxa de 4,3%, sendo que a média é de 5,5%. No topo da tabela está a Bélgica com 11,5%, seguida de Israel com 11,2% e do Canadá com10%.
O último lugar é ocupado pela Tailândia que regista 0,7%.

Em Portugal, o emprego proporcionado pelo setor é também dominado pela assistência social com 52%, seguido do movimento associativo com 16%, da educação com 11% e da saúde com 7%.

O estudo conclui que o setor não lucrativo em Portugal tem uma dimensão maior do que era estimada: promove uma quantidade significativa de empregos, cerca de 185 mil e, financia-se em diversas origens. Além disso, apresenta ainda a caraterística de não depender dos donativos como primeira fonte de receita.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/santa-casa-da-misericordia-instituicoes-sem-fins-lucrativos-produto-interno-bruto-estudos-da-sociedade-civil-da-universidade-john-hopkins–agencia-financeira/1341438-1730.html

Reportagem Advocatus sobre Propriedade Industrial (Direitos sobre Marcas)

ADVOCATUS. Nesta emissão estiveram em análise questões relacionados com Propriedade Intelectual, Propriedade Industrial e Direito Conexos. O programa contou com o contributo de Ricardo Henriques (pbbr), João Gonçalves de Assunção (Abreu Advogados), Paulo Monteverde (BMA) e Cristina Carvalho (CMS-Rui Pena & Arnaut). Como habitualmente, o programa foi conduzido pelo jornalista do Diário Económico Rui Pedro Batista e contou com o comentário do diretor do Advocatus, João Teives.

A Dianova Portugal tem actualmente registadas como Propriedade Industrial cerca de 40 Marcas e Domínios, tendo sido recentemente protegida através da sua assessoria jurídica (BMA Advogados) contra uso indevido de uma das suas marcas fruto desta Propriedade, tendo solucionado celeremente o problema sem ter que recorrer aos Tribunais.

Ver Reportagem vídeo http://www.advocatus.pt/actual/5450-hoje-online-direito-a-falar-sobre-propriedade-intelectual.html

Dianova na IV Convenção Anual da REDE RSO PT 2012

Como membro da REDE RSO PT, a Dianova Portugal participou na IV Convenção Anual da RSO PT (Responsabilidade Social das Organizações) 2012, realizada ontem dia 12 de Abril na Fundação da Juventude, no Porto. A Convenção 2012 foi dividida em 2 momentos:

  1. 1.Parte da manhã: dirigida aos membros da Rede, que conta actualmente com 220 Organizações (116 Empresas, 96 Associações e 18 Entidades Públicas), tendo sido realizada a descrição de actividades de 2011 e os resultados do Inquérito Atitudes Futuras:
  • manter financiamento extra membros;
  • manter como modelo de governação rede Informal com evolução do SC (Steering Committee) + Actividades + Orçamento aprovado em AG;
  • manter serviços de compilação e divulgação de informação, organizar eventos, dinamizar Grupos de Trabalho para estudos, relatórios, investigação…;
  • manter actividades core de organização de eventos com evolução de mainstream para a Estratégia de Responsabilidade Social em Portugal ou seja influencia as políticas nacionais;
  • manter como contributos banco de recursos, participação activa e divulgação de iniciativas da Rede

Seguiu-se almoço realizado por alunos de Hotelaria (Cozinha, Pastelaria e Bar) da Fundação e cujas receitas reverteram a favor da Fundação,

  1. 2.Parte da tarde: aberto a participantes externos, com um debate moderado por Helena Gonçalves da UCP Porto, com António Oliveira DGAE, Fernando Leite LIPOR, Filipe Macedo SCML Porto, Leonor Tavares Porcelanas Costa Verde, Cristina Duarte AEP e Mário Parra da Silva APEE, sobre o tema “A nova estratégia Europeia da RSO, quais os impactos presentes e futuros desta nova estratégia EU nas nossas Organizações?”

Visite o site da Rede RSO PT: www.rsopt.com

Veja o programa da IV Convenção 2012:http://www.rsopt.com/irj/servlet/prt/portal/prtroot/com.sap.km.cm.docs/rsopt/documentos/pagina/informacao/Publica%C3%A7%C3%A3o_%20Programa_Convencao4.pdf

Nova definição Europeia da RSO:

“A responsabilidade das Empresas (e restantes tipos de Organizações, públicas e sociais) pelos seus impactos na sociedade.”

Para que as Organizações cabalmente desenvolvam a sua Responsabilidade Social Corporativa, devem não só respeitar a legislação a acordos colectivos com parceiros sociais aplicáveis, mas sobretudo terem implementado processo de gestão que integre preocupações (dimensões) sociais, ambientais, éticas, económicas, direitos humanos e expectativas de consumidores/clientes nas suas operações de negócio e estratégia chave em estreita colaboração com stakeholders chave visando: maximizar a criação de valor partilhado e identificar, prevenir e mitigar possíveis impactos adversos.

De acordo com estes princípios, a RSO cobre entre outros práticas de direitos humanos, trabalho e emprego (tais como formação, diversidade, igualdade de género e saúde e bem-estar dos colaboradores), aspectos ambientais (tais como biodiversidade, mudanças climáticas, eficiência de recursos, avaliação do ciclo de vida e prevenção de poluição), combate ao suborno e corrupção, envolvimento e desenvolvimento comunitário, integração de pessoas com deficiência, interesses dos consumidores/clientes, divulgação de informação não-financeira (transparência e accountability – prestação de contas) e promoção (credenciais) da responsabilidade social e ambiental ao longo da cadeia de valor.
Para mais informações detalhadas sobre Responsabilidade Social Corporativa sugerimos a leitura dos principais recursos globais sobre a matéria (com especial ênfase para os dois primeiros):

Com refere o lema da Rede RSO PT “Incentivamos Atitudes”, necessitamos na actualidade de um renovado compromisso com o Comportamento Ético e a da nossa própria Responsabilidade enquanto bons Cidadãos & Cidadãos Corporativos para uma nova atitude Socialmente Responsável que beneficie toda a Sociedade!