Apresentação de Resultados Mocktails 2011

A Dianova tem o prazer de partilhar os resultados da 3ª edição da iniciativa de Educação & Promoção de SaúdeMocktails: memórias divertidas de uma noite sem álcool” decorrida a 21 e 25 de Novembro último com o objectivo de sensibilizar, sem preconceitos e numa relação de proximidade, sobretudo os mais Jovens e Jovens-Adultos para os comportamentos de risco associados ao consumo abusivo de álcool.

Promovida pela Dianova em parceria com a Câmara Municipal de Torres Vedras, Comissão da Juventude, Protecção Civil, PSP (Polícia Segurança Pública), GNR (Guarda Nacional Republicana), Red Bull (Sponsor), Escola ESCO, Escola Cenfim, Escola Agrícola de Runa, Escola Superior ISPO e 16 Espaços de lazer – Restaurantes Midi e paeto Faustino, Discotecas Sai de Gatas e Cão com Pulgas & Bares Screencafe, Villa Caffe, Mau Maria, Elegance, Celeiro, Bar do Gil, Wallpaper, 3 A, Hora H, Saborear, Boca Roxa e Confraria..

Realizada por 36 Voluntários, contando com a presença de 23 Agentes de Autoridade e 124 Colabores dos espaços de Lazer, esta acção impactou (outputs) 3.903 Pessoas.

Convidamos-vos ver a apresentação para dados mais detalhados através do link http://www.slideshare.net/dianova .

Na nossa página Facebook http://www.facebook.com/dianovaportugal poderão ainda visualizar o Álbum de Fotos https://www.facebook.com/media/set/?set=a.268450376546068.65715.100001433242838&type=3

 

Uma vez mais a Dianova agradece a imprescindível cooperação aos 23 Parceiros e 160 Colaboradores/Voluntários, sem a qual esta acção não teria sido tornada possível, esperando vê-los juntos novamente na 4ª edição em 2012…

Abraço natalício e continuação de Boas Festas

Rui

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Pedro Mota Soares “O Estado não tem vocação para gerir instituições sociais”.

Ministro da Solidariedade e Segurança Social há poucos meses, Pedro Mota Soares entrou no edifício da Praça de Londres com o país a atravessar um enorme crise económica e social. O tempo é pouco e o Memorando da troika exigente. A sua primeira grande medida foi o Plano de Emergência Social, mas vêm aí grandes e profundas reformas. A primeira é o Estado sair da gestão de instituições sociais. A segunda é o plafonamento das pensões.

Extractos da Entrevista…

Tem falado muito em economia social, mas a verdade é que muitas instituições estão em dificuldades e a desempregar pessoas. Tem noção disso?

A sustentabilidade das instituições sociais preocupa-nos muito. Percebemos que seria fundamental ter, junto do Plano de Emergência Social, um verdadeiro fundo de emergência. Por isso estamos a mudar o que existia no Fundo de Socorro Social, garantindo que passe a ser verdadeiramente um fundo de emergência para as instituições. Até aqui era muitas vezes usado para se fazer eventos, seminários, conferências, estudos e atribuir viaturas a instituições. Nós queremos que passe a servir para garantir o equilíbrio financeiro das instituições em dificuldades. Recebemos um fundo esgotado, mas já conseguimos alocar-lhe 10 milhões de euros. E também estamos a trabalhar numa linha de crédito para as instituições sociais, de cerca de 50 milhões de euros, para que possam transformar as dívidas de curto prazo em dívidas de médio e longo prazo.

Muitas dessas instituições endividaram-se para responder a exigências do próprio Estado.

Temos trabalhado directamente com as instituições para garantir que as regras que o Estado lhes impõe em termos de qualidade e segurança têm alguma sensatez. Uma das primeiras medidas que tomámos quando chegámos ao governo foi criar uma portaria que permitiu potenciar em cerca de 20 mil lugares a respostas das creches. Isto porque percebemos que era possível aligeirar as regras e aumentar a capacidade de resposta sem pôr em risco a segurança. Agora queremos fazer o mesmo ao nível da resposta às pessoas mais idosas, no que toca aos lares e ao apoio domiciliário.

Também tomou medidas para que a fiscalização numa IPSS não fosse tão rígida como num restaurante. Qual tem sido a resposta da ASAE?

Muito positiva. Para tudo é preciso sentar as pessoas à mesma mesa e falar de forma aberta. Não fazia sentido que a ASAE tivesse o mesmo grau de exigência. A economia social representa 5,5% do PIB nacional. É um valor relevante e que merece ser estimulado. E é um sector com grande potencial, mesmo em alturas de crise: não se deslocaliza, os apoios que dermos ficam dentro do país, tem uma importância grande na substituição de importações. Além disso, as instituições sociais relacionam-se de perto com as economias locais, estimulando-as e dando emprego a pessoas com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho. É crescentemente importante estimular esta economia. Contamos, até ao final do ano, ter fechado um protocolo com as instituições que seja uma mudança de paradigma na relação que têm com o Estado.

Tenciona actualizar, no próximo ano, o valor das transferências do Estado para as instituições sociais?

Neste momento estamos a negociar esse e outros pontos com as instituições e julgo que será importante respeitar as mesas negociais.

Os seis anos de governação socialista ficaram marcados por alguma tensão na relação com estas instituições. Havia uma ideologia no sentido de o Estado fazer concorrência em matéria de respostas sociais. A política deste governo é acabar com a construção de equipamentos e dar completa iniciativa às organizações sociais?

Penso, sinceramente, que o Estado não tem vocação para dirigir instituições sociais. Há uns meses fui visitar uma instituição em que um funcionário com uma função muito útil se reformou há já dois anos e ainda não foi substituído por causa das alterações do anterior governo ao nível da abertura de concursos e contratações. Compreendemos cada vez mais que o Estado tem muitas dificuldades na gestão directa destes equipamentos. É por isso que queremos fazer, muito rapidamente, a transferência dos equipamentos que ainda estão na tutela da SS para o sector social. Entendo que quando contratualizamos conseguimos gerir melhor e até com menos recursos.

Ler Entrevista integral http://www.ionline.pt/portugal/pedro-mota-soares-estado-nao-tem-vocacao-gerir-instituicoes-sociais

Cidade de Salzburgo (Áustria) vence prémio Access City Award 2012

Salzburgo ganha prémio da UE para as cidades acessíveis às pessoas com deficiência

cidade austríaca de Salzburgo ganhou hoje o prémio «Cidade acessível» 2012 (Access City Award), o prémio europeu para incentivar as cidades a serem mais acessíveis a pessoas com deficiência. Este reconhecimento anual visa premiar os esforços envidados no sentido de melhorar a acessibilidade dos ambientes urbanos e fomentar a participação igualitária das pessoas com deficiência. A Comissão Europeia congratulou-se com o empenhamento de longa data de Salzburgo, a sua abordagem coerente e os excelentes resultados na melhoria da acessibilidade, realizada com a participação directa das pessoas com deficiência.

Viviane Reding, Comissária da UE para a Justiça, entregou o prémio por ocasião do Dia Europeu das Pessoas com Deficiência. A iniciativa – organizada em parceria com o Fórum Europeu das Pessoas com Deficiência (FED) – é uma acção fundamental no âmbito da estratégia da UE em matéria de deficiência (IP/10/1505 e MEMO/10/578), visando promover iniciativas de acessibilidade nas cidades europeias.

“Tornar a vida acessível a todas as pessoas é crucial para a nossa estratégia de uma Europa sem barreiras”, declarou a Comissária da Justiça da União Europeia, Viviane Reding.  “O prémio «Cidade acessível» contribui para realçar e promover as boas práticas em toda a Europa, numa altura em que o envelhecimento da população obriga a uma acessibilidade para todos. A acessibilidade pode ser um estímulo à inovação e ao crescimento económico, o que é especialmente relevante no clima económico actual. Gostaria de ver uma Lei de Acessibilidade para a Europa e tenciono apresentar uma proposta até ao final de 2012”.

O júri europeu seleccionou Salzburgo pelas suas realizações notáveis em todas as áreas principais de acessibilidade: ambiente construído e espaços públicos; transportes e infra-estruturas conexas; informação e comunicação, incluindo as novas tecnologias, facilidades e serviços públicos.

Os outros finalistas foram (por ordem alfabética):

  • Cracóvia (Polónia), seleccionada pelo seu empenhamento em melhorar a acessibilidade no contexto difícil de infra-estruturas inacessíveis, bem como por uma atenção especial ao acesso a monumentos do património cultural;
  • Marburgo (Alemanha), escolhida pelo seu empenhamento de longa data a favor da acessibilidade, uma estratégia clara e a longo prazo para o futuro, e pela integração exemplar das pessoas com deficiência nos projectos de acessibilidade do município, desde a fase de planeamento até à execução;
  • Santander (Espanha), nomeada como finalista pelos programas urbanos coerentes de acessibilidade a favor das pessoas com deficiência na sequência de uma abordagem de concepção universal, bem como pela qualidade e sustentabilidade dos resultados obtidos.

A segunda edição do prémio «Cidade acessível» recebeu candidaturas de 114 cidades em 23 países da UE. As cidades participantes tiveram de apresentar provas dos seus esforços e resultados alcançados em garantir a igualdade de acesso a todos os cidadãos, independentemente da idade ou capacidade.  Os júris nacionais compostos por pessoas com deficiência e os peritos em matéria de acessibilidade pré-seleccionaram 31 candidatos para o concurso de nível europeu.

Contexto geral

«Acessibilidade» significa que as pessoas com deficiência têm acesso, em condições de igualdade com os demais cidadãos, ao ambiente físico, aos transportes, aos sistemas e tecnologias da informação e comunicação e a outras instalações e serviços.

Esta é a segunda edição anual do prémio «Cidade acessível». O primeiro prémio foi para Ávila em Espanha (IP/10/1641). Além do vencedor e três finalistas, este ano o júri também conferiu menções especiais a:

  • Grenoble (França) pelas facilidades e serviços públicos: um empenhamento de longa data para melhorar a acessibilidade e uma política coerente de inclusão social, assente em infra-estruturas acessíveis;
  • Liubliana (Eslovénia) pelas infra-estruturas de transportes e conexas, coerentes e favoráveis à acessibilidade, no centro da cidade (autocarros equipados com avisos áudio e vídeo de paragem, sinais em Braille nas paragens de autocarro, mapa táctil do centro da cidade);
  • Olomouc (República Checa) pelas iniciativas em matéria de informação e de comunicação, incluindo as novas tecnologias: esta situação traduziu-se em projectos multimédia inovadores, como um guia turístico multimédia – um novo instrumento de navegação interactiva, incluindo um sistema GPS, bem como informação áudio e visual em várias línguas;
  • Terrassa (Espanha) pelo ambiente construído e espaços públicos:  esforços sustentados para tornar acessíveis os sítios históricos; ênfase na eliminação das barreiras arquitectónicas em edifícios residenciais, parques, ruas, largos e edifícios históricos, incluindo a instalação de elevadores, rampas e pontes.

Para mais informações Prémio Access City Award www.accesscityaward.eu

Página inicial da Vice-Presidente Viviane Reding, Comissária da UE responsável pela Justiça: http://ec.europa.eu/reding

Missão Sorriso Continente: vote no projecto Dianova

Neste Natal colabore com a Dianova votando no projecto Parque Aventura Emotiva 3G® através do link na página 4 http://missaosorriso.continente.pt/projectos.php , um espaço lúdico-pedagógico de desenvolvimento de competências pessoais, sociais e relacionais inter-geracionais (Filhos, Pais e Avós) uma aventura que certamente irá usufruir em 2012 em Família!

Obrigado desde já pelo voto de confiança!

Saudações festivas da Equipa Dianova!