GRI: shape sustainability reporting – answer the G4 survey

The Global Reporting Initiative (GRI) is developing new Guidelines for sustainability reporting. Your input as part of the first Public Comment Period is crucial. Now is your chance to shape the future of corporate reporting!

There are only four weeks left for you to help shape the G4 Sustainability Reporting Guidelines by answering this survey: http://goo.gl/wUoAS

The issues you can comment on in the survey include:
• Who should define the topics covered in a sustainability report?
• What emerging sustainability issues should be covered in the Guidelines?
• Should there be a set of 10 obligatory indicators for all companies?

The survey is available in English, Portuguese (Português), Mandarin Chinese (简体中文), French (Français) and Spanish (Español) and can take 20 to 70 minutes to complete. You can only give feedback in one sitting, and your answers will count even if you do not complete the survey.

For more information about the survey, please visit the website: http://www.globalreporting.org/CurrentPriorities/G4Developments/GetInvolved/GetInvolved.htm

Bons Investimentos em Impacto Social: Oportunidade em uma classe de activos emergente

O relatório, Making Good in Social Impact Investment: Opportunities in an Emerging Asset Class, foi patrocinado pela TheCityUK e encomendado pela The Social Investment Business, com prefácio do Ministro Oliver Letwin.

O relatório sugere que o investimento em impacto social tem o potencial de evoluir de um mercado emergente para um mercado de investimento muito grande e maduro atraindo investidores mainstream. O relatório assegura que o Reino Unido está bem posicionado para ser um líder global no campo, assim como o investimento em impacto social se baseia no seu registo como o lar de um bem desenvolvido e sem fins lucrativos, sector de caridade e voluntariado e nas forças históricas em serviços financeiros desse país.

Os Autores Rupert Evenett e Karl H. Richter explicam a necessidade de um mercado de investimento de impacto social integrado com uma gama de produtos financeiros adequados para as diferentes fases de desenvolvimento das organizações do sector social. Eles concluiram que o investimento em impacto social tem todas as características de uma classe de activos distintos – melhor entendida como um mercado de capital intermediário com características da dívida e do capital próprio – o que, do ponto de vista de um investidor, pode oferecer um retorno financeiro sustentável, risco avaliável e um potencial de diversificação.

O relatório esclarece que o mercado de investimento em impacto social precisa ser construído em torno das necessidades de seus clientes – as organizações do sector social – em que suas vozes são ouvidas. Os autores solicitaram a opinião de peritos no seio das organizações que oferecem e buscam investimento social; as visões de baixo para cima dos líderes das organizações do sector social, e contribuições de figuras prestigiadas no investimento comercial e social.

Fonte: The City UK

Um quarto das pessoas com Rendimento Social de Inserção não deixam de ser pobres e repetem ajuda

Não ultrapassam a sua condição de muito pobres e voltam a precisar de ajuda do Estado. É o que acontece com quase um em cada quatro beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI). O mais recente balanço de como é aplicada no terreno esta medida, elaborado semestralmente pela Comissão Nacional do RSI, está concluído. Entre as razões para se deixar de receber o apoio, a mais frequente é o fim da situação de grave carência económica.

Contudo, das pessoas que viram cessar a sua prestação, por esse ou outro motivo, 24% regressaram – um total de 162 mil “repetentes” desde que o RSI foi criado em 2003, substituindo o Rendimento Mínimo Garantido. Os dados referentes a Junho de 2011 mostram ainda que os beneficiários do RSI “representam 3,6% da população residente”, mais de 372 mil pessoas, sendo uma grande fatia (40%) crianças e jovens até aos 18 anos. O valor médio da prestação é de 88 euros por pessoa.

Maria do Carmo Tavares, representante da CGTP-IN na Comissão Nacional do RSI, disse que uma das explicações para que os beneficiários não consigam ultrapassar as situações de pobreza que os levam a recorrer à prestação social pode estar no facto de “os planos de inserção não terem o efeito que deveriam ter”. Os problemas relacionados com o desemprego e a saúde explicarão muitos outros casos, diz. O RSI implica, de acordo com a lei, a assinatura de um programa de inserção, que pode passar por acções de formação, acesso a cuidados de saúde ou outros apoios na área da acção social. Em Junho, 321.900 beneficiários do RSI tinham acordos de inserção assinados (87 mil frequentavam acções que visam promover o emprego).

No mesmo comunicado a CGTP assinala outro dado: cerca de 58% dos beneficiários do RSI não possuía, no semestre em análise, qualquer rendimento para além da própria prestação. E um outro ainda: houve uma redução do número dos que têm subsídio de desemprego e pensões. “Estas duas situações podem ser justificadas pelo aumento do desemprego de longa duração e [pelo facto de] os beneficiários esgotarem a prestação de desemprego que estavam a receber.”

A CGTP considera ainda “lamentável” a “intenção do Governo acabar com vários órgãos da Segurança Social, entre eles a Comissão Nacional do RSI”, que deverá integrar um órgão consultivo que substituirá diversas estruturas. A CGTP discorda e diz que esta comissão fazia um acompanhamento sistemático “de uma prestação cujo objectivo é conferir às pessoas e seus agregados familiares apoios adaptados”, promovendo a “progressiva inserção laboral e comunitária”.

Fonte: Público

Associações querem ver reforçadas verbas do POPH dirigidas às empresas

Apesar de reconhecerem que o Programa Operacional Potencial Humano (POPH) é um sucesso, inclusive, a nível europeu, gostariam de ver reforçadas as verbas afetas às empresas. Disto nos deram conta os responsáveis da Associação Industrial Portuguesa (AIP), da Associação Empresarial de Portugal (AEP) e do Conselho Empresarial do Centro (CEC).
“Consideramos que, no quadro atual, as empresas carecem de formação profissional mais adequada às suas realidades específicas e menos padronizadas e, por isso, defendemos, uma maior afetação de verbas para o eixo 3”, destaca à VE a diretora de Formação e Consultoria da AIP, Norma Rodrigues. O mesmo diz o vice-Presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida. “Existindo uma execução globalmente satisfatória, nem sempre as expectativas dos empresários foram satisfeitas, na medida em que os eixos, diretamente, destinados às empresas foram muito insuficientes para satisfazer as necessidades de formação do tecido empresarial”. E acrescenta: “Seria desejável aumentar as linhas de financiamento direto para projetos empresariais de melhoria da produtividade e de outros fatores dinâmicos de competitividade”.
“O reduzido peso da intervenção orientada para as empresas é um dos pontos mais assinalados pelas empresas. Concretamente, a formação para empresários e, muito em particular, a formação-ação, a qual ficou aquém que as empresas precisavam e desejavam”, relatam, por sua vez, as fontes do CEC. Mas há outros aspetos que podiam ser alvo de melhoria.
A AIP, por exemplo, fala na necessidade das regiões de “Phasing Out” – região objeto de uma saída faseada do Objetivo Convergência – serem alvo de uma maior dotação de verbas. “Ocorreu, recentemente, a abertura da medida 3.2 para Lisboa e o Algarve, mas a comparticipação financeira das empresas é muito elevada face ao contexto de crise”, lembra Norma Rodrigues. Esta responsável defende ainda que o eixo 5 ligado ao empreendedorismo vá para além dos estágios profissionais e inserção de desempregos e alarge também a sua ação à criação de empresas, através de metodologias ativas. “Impõe-se também uma maior articulação entre o POPH e outros programas do QREN”, acrescentou.
Paulo Nunes de Almeida refere-se também a este último aspeto, dizendo ainda que “continuam a ser necessárias medidas e programas mais focados na resolução dos problemas mais prementes das empresas, na transformação qualitativa do fator humano e na criação de novas empresas”. Uma vez mais, as associações empresariais estão de acordo, já que o CEC fala, igualmente, das “dificuldades que as empresas enfrentam quando estas procuram formações mais especializadas e de maior exigência”. E acrescentam: “As limitações regulamentares e orçamentais impedem um acesso das PME ao programa”.
Razão pela qual têm de ser privilegiadas umas áreas em detrimento de outras. O interesse das empresas vai, sobretudo para a internacionalização, vendas e mercados, gestão industrial, tecnologias de informação e comunicação. E ainda para a redução de custos, produção, área financeira, bem como comportamental. As associações também desempenham uma papel nesta área com o CEC a destacar programas como o QI PME Centro, a AIP e Move PME e a AEP a Iniciativa Formação de Empresários.

Fonte: Vida Económica

DROGA EM FACTOS: Cafés holandeses já só vão vender canábis “light”


CANÁBIS

É uma droga produzida a partir da planta Cannabis sativa, mais conhecida por cânhamo – que é também o nome das fibras do seu caule que podem ser usadas, por exemplo, na indústria têxtil. A planta contém mais de 400 químicos, sendo o principal o THC (Delta 9 tetrahidrocannabinol)

HISTÓRIA
Acredita-se que a planta seja oriunda da índia. Há referências aos seus efeitos em textos de medicina chinesa com mais de cinco mil anos.

CULTIVO
A canábis é produzida em praticamente todos os países do mundo. Segundo o site do Instituto da Droga e da Toxicodependência, os EUA são os principais produtores mundiais.

APRESENTAÇÃO
Há três formas: marijuana ou erva, preparada a partir de folhas secas, flores e pequenos troncos da planta; haxixe, que se prepara prensando a resina da planta fêmea; e óleo, líquido concentrado que se obtém misturando a resina com um dissolvente (mais forte). A droga é normalmente misturada com tabaco.

EFEITOS IMEDIATOS
Variam consoante a pessoa, a dose e a potência da canábis. Fisicamente, provoca o aumento da frequência cardíaca, olhos vermelhos e dilatação dos brônquios. Sintomas psíquicos podem incluir euforia, uma maior sensibilidade aos estímulos externos e até mesmo ideias paranóides.

USO TERAPÊUTICO
É usado em alguns casos para tratar as náuseas provocadas pela quimioterapia, havendo também quem reivindique o seu uso no caso de dores de cabeça, Parkinson ou Alzheimer.

CONSUMO
A ONU, no relatório mundial da droga deste ano (referente a dados de 2009), estima que entre 2,8% e 4,5% da população dos 15 aos 64 anos (125 a 203 milhões de pessoas) tenham consumido canábis no ano anterior. Mais que no relatório de 2010.

LEGALIZAÇÃO
O cultivo, posse ou venda é ilegal na maioria dos países, tendo o consumo sido despenalizado ou descriminalizado em alguns (como Portugal). Na Holanda, é legal a venda nos locais autorizados (coffeeshops). Noutros países autoriza-se o uso medicinal, incluindo 16 estados dos EUA. Continuar a ler

Seminário Internacional “Políticas Sociais e Envelhecimento”

28 de Outubro de 2011
Instituto Superior de Serviço Social do Porto

Programa

17h00-17h45 – “Ageing population in Poland: challenges for social policy and social work research, education and practice” – Jery Krzyszkowski (Universidade de Lodz, Polónia)

17h45-18h30 – “Between productive and frail ageing: social gerontology keynotes in Germany” – Joachim Doebler (Universidade de Ostfalia, Alemanha)

18h30-19h15 – “O envelhecimento demográfico em Portugal inviabiliza o sistema de pensões fundado na solidariedade?” – Adriano Zilhão, José Alberto Reis, Marielle Gros, Sidalina Almeida (Instituto Superior de Serviço Social do Porto, Portugal)

19h15-20h00 – Debate

Moderador – Adriano Zilhão (Instituto Superior de Serviço Social do Porto)

Língua das comunicações e debate – português e inglês (sem tradução)

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Organização: Comissão de Coordenação do Mestrado em Gerontologia Social do ISSSP

Inscrições

Ficha de Inscrição

  • 5€
  • Inscrição gratuita para alunos do ISSSP (com inscrição prévia)

Pagamento por numerário ou cheque à ordem de Cooperativa de Ensino Superior de Serviço Social, CRL

Inscrições até 25 de Outubro de 2011, na Biblioteca do ISSSP ou por e-mail para: biblioteca@isssp.pt

Inscrições e Informações:
Glória Morais
Centro de Investigação em Ciências do Serviço Social – CICSS
Av. Dr. Manuel Teixeira Ruela, 370 – Senhora da Hora (Estação de metro “Sete Bicas”)
Telef.: +351 229577210 – Fax: +351 229577219 – E-mail: biblioteca@isssp.pt – website: http://www.isssp.pt

FÓRUM GULBENKIAN DE SAÚDE 2011: Labirintos da Adolescência (Roads to Whatever)

Adolescência é o período do desenvolvimento humano em que se projecta uma multiplicidade de estímulos físicos, afectivos e sociais e ocorre uma complexa maturação somática e psíquica que condiciona a evolução da personalidade, os comportamentos e as doenças dos jovens.

Há informação científica nova, fascinante, no campo da neurobiologia e da endocrinologia do cérebro e das suas relações com as condutas sociais e os seus desvios, a saúde mental e os seus distúrbios.

O Fórum Gulbenkian de Saúde 2011 “Labirintos da Adolescência” tem como objectivo promover a informação e o debate sobre os problemas que afectam o desenvolvimento, os comportamentos e as patologias, identificando acções e estratégias para uma formação mais saudável e feliz dos adolescentes.

PROGRAMA

EXPOSIÇÃO LABIRINTOS

Mais informações no site da Gulbenkian

INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. de Berna, 45A
1067-001 Lisboa
Telf: +351217823560
forum.saude@gulbenkian.pt