Partilhar conhecimento sobre bom investimento social

Task force sobre Investimento Social: O seu contributo necessita de apenas 24 horas para fazer a diferença!

Euclid Network, juntamente com a FEBEA lançou oficialmente o nosso Taskforce sobre Investimento Social em Cracóvia, nos dias sete e oito de Septembro, durante a segunda conferência da Europe Active, em que banqueiros sociais e financiadores alternativos reunidos solicitaram o Mecanismo Europeu de Investimento Social (ESIF) para financiar os seus negócios sociais. Este Taskforce tem como objectivo coordenar os próximos passos no desenvolvimento dos princípios orientadores de um modelo de trabalho para ESIF.

Durante a nossa presença num evento paralelo à conferência, os princípios orientadores para a sua criação foram debatidos e concluídos num comunicado – que Karl Richter o nosso Coordenador de Projetos da Taskforce trouxe para comentários no final de semana! Este será submetido à Comissão Europeia no âmbito de consulta pública lançada pelo Comissário Barnier para explorar a forma como os fundos de investimento privados podem apoiar a Iniciativa Social das Empresas (prazo 14 de Septembro).

O comunicado está disponível aqui para os seus comentários e subscrição.

Acompanhe o resto da notícia no site da Euclid

Marca de bebidas apela à consciência dos mais novos

Numa acção inédita para uma marca de bebidas alcoólicas, o Whisky Granfs vai realizar uma campanha de consciencialização junto da população jovem, incentivando-os a uma condução responsável, apelando para que enquanto conduzam não bebam. Esta iniciativa, em parceria com a Emparque, está a decorrer no parque de estacionamento da Praça Luís de Camões, no Bairro Alto, desde o dia 15, das 23.00 horas às 3.00 horas da manhã, e termina hoje. Na altura de levantarem os carros, os condutores terão oportunidade de fazer o teste do balão e os que registem 0,0g de álcool no sangue, serão premiados com três horas de parque grátis.

“Esta campanha surge no âmbito do compromisso de Grant’s em promover consumo responsável”, revela António Carvalhão, gestor da marca, que acrescenta: “Uma das principais áreas de intervenção de Grant’s a nível de responsabilidade social é a condução. Nesse sentido, a marca tem promovido nos últimos anos algumas acções de sensibilização dos riscos de associar o consumo de álcool à condução”. Deste modo, a Grant’s pretende “assumir-se como uma marca consciente e apelar à mensagem de uma condução segura, assim como à necessidade de se fazer uma escolha entre o conduzir e o beber”, reforça o responsável.

Em acções passadas, a marca de bebidas apostou em fazer passar uma mensagem assente na recomendação de que aqueles que bebem devem abster-se de conduzir. “Este ano optámos por uma mensagem diferente e apostámos na recomendação de que aqueles que irão conduzir devem abster-se completamente de consumir bebidas alcoólicas. Continuar a ler

Mais de 160 milhões de europeus têm doença mental

Mais de 160 milhões de europeus sofrem de uma doença mental ou neurológica, sendo que apenas um terço dos casos diagnosticados está a ser tratado, conclui um estudo divulgado pelo Colégio Europeu de Neuropsicofarmacologia e citado pela agência Lusa.

A investigação incidiu sobre 514 milhões de habitantes de 30 países – 27 Estados-membros da União Europeia, Suíça, Islândia e Noruega – e toda a gama de doenças mentais ou neurológicas, em todas as idades. Segundo os dados divulgados, em comunicado, existem 164,8 milhões de europeus que sofrem de uma doença mental ou neurológica.

As patologias mais frequentes são ansiedade, insónia, depressão major, transtornos somatoformes, dependência de álcool ou drogas, défice de atenção ou hiperactividade e demência. Há também “milhões de doentes” que padecem de apoplexia, traumatismos cerebrais, doença de Parkinson e esclerose múltipla.

Apenas um terço dos casos diagnosticados recebe tratamento, com vários anos de atraso e, muitas vezes, desadequado. O estudo realça ainda que as doenças mentais ou neurológicas são as que mais contribuem para o peso das patologias registadas na Europa.

Fonte: As Beiras

Cortes no apoio a pílulas por decidir

Foi mais um problema de expressão ou um airoso recuo? Afinal, a descomparticipação da pílula e das combinações de medicamentos para problemas respiratórios (no caso antiasmáticos e broncodilatadores), noticiada esta semana, não está decidida. “A realidade absoluta é que ainda estamos a analisar”, garantiu ao Expresso o secretário de Estado-adjunto do ministro da Saúde, Leal da Costa. Na mesa estão vários cenários. “Pode vir a ser equacionada uma redução do escalão de comparticipação e até se pode dar o caso de isso não acontecer”, afirma. Em causa estão as potenciais ‘reações adversas’ da decisão ministerial.

O governante explica que “é preciso ver se existem alternativas terapêuticas aos medicamentos”, por um lado, e ainda ter em atenção os aspetos do planeamento familiar. “Não podemos ignorar que os contracetivos envolvem muitas pessoas e é necessário ponderar que impacto é que as mudanças na comparticipação poderão ter em termos de saúde pública”. Ainda assim, a solução não vai demorar a ser encontrada. “É uma decisão que queremos tomar com alguma brevidade, mas que está dependente de outras medidas que vamos adotar na área do medicamento”, revela Leal da Costa, sem adiantar mais pormenores.

Plano de Vacinação revisto

Para já, a única descomparticipação confirmada é a das vacinas contra o vírus do papiloma humano (agente do cancro do colo do útero), hepatite B e hemophilus tipo B (bactéria na origem da meningite e da pneumonia). A tutela diz que a decisão de eliminar o copagamento público, de 37%, surge no âmbito de uma revisão do Plano Nacional de Vacinação (PNV). “Estamos a ponderar, a cada momento, adaptar e até ampliar o PNV, garantindo sempre que qualquer decisão de descomparticipação não deixará de ser salvaguarda pelo acesso gratuito através do PNV”.

A filosofia é que o Estado garanta gratuitamente, via PNV, as vacinas com mais-valia cientificamente comprovada, descomparticipando o seu consumo nas outras situações. Por exemplo, quando a criança está fora do limite de idade definido para a imunização ou a vacina não consta do PNV. Continuar a ler

Prostitutas de rua pensam mais em suicídio

Estudo feito no Grande Porto será apresentado para a semana, na China, num congresso mundial sobre a matéria. O psicólogo Alexandre Teixeira está de partida para Pequim. Vai ao congresso da International Association for Suicide Prevention explicar que as prostitutas de rua pensam duas vezes mais em suicídio do que os jovens adultos. A comunicação resulta da tese de mestrado que defendeu, no ano passado, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto.

Bateu as ruas do grande Porto, com técnicos de organizações que lidam com trabalhadoras do sexo, até já não haver portuguesas que com ele quisessem conversar. Metade das 52 entrevistadas conhecia alguém que já tentara o suicídio. Um quarto tinha familiares com histórias dessa natureza. Quase metade já o tentara também. À volta de 30 por cento já o tinham feito três ou mais vezes.

Não encontrou estudos semelhantes, apesar da sobreposição de factores de risco como o estigma, a violência familiar, a violência laboral, o uso de drogas, a doença mental. “Os que estudam suicídio pouco querem saber de prostituição; os que estudam prostituição pouco querem saber de suicídio”, nota. “As prostitutas de rua já estão no lugar mais baixo da hierarquia das mulheres, no lugar mais baixo da hierarquia das prostitutas. Estudar isto do suicídio é reforçar o estigma: além de prostitutas, ainda se matam.” Continuar a ler