Breves

Associação teme efeitos de cortes no apoio à equipa do IDT
O número de toxicodependentes pode vir a aumentar no concelho de Peniche face aos cortes na intervenção da equipa local de tratamento do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), denunciou ontem a associação Acompanha. “Tememos que se agrave a situação social e de dependência em Peniche”, afirmou à agência Lusa a coordenadora da Acompanha – Cooperativa de Solidariedade Social de Peniche, responsável pelo desenvolvimento no concelho de programas de prevenção e de tratamento da toxicodependência e da sida.
O IDT, através do responsável da Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo, António Maia, disse, por escrito, à agência Lusa que “não está previsto o encerramento de qualquer uma das unidades na Região Oeste”, uma das quais existe em Peniche, mas admitiu “ajustamentos” dos serviços. A organização denunciou que o IDT “reduziu drasticamente” no concelho a intervenção da equipa de tratamento, uma vez que o médico e outros técnicos deixam de efectuar visitas diárias aos utentes e passam a fazê-lo uma vez por semana.
Fonte: Jornal de Notícias

35 detidos por posse e tráfico de droga
Em apenas dois dias, a GNR deteve 35 pessoas por posse ou tráfico de droga nas imediações ou a caminho do festival Sudoeste, na Zambujeira do Mar. O festival vai na 15ª edição e começou, esta semana, com a GNR a montar uma operação de fiscalização específica na região. Só na quarta e na quinta-feira os agentes de Beja detiveram 16 pessoas e apreenderam 750 doses de haxixe e 300 de barbitúricos, opiáceos e LSD. Já o destacamento de Santiago do Cacem deteve 19 pessoas nas estradas de acesso ao festival, na quarta-feira. Haxixe, MD- MA, cocaína e cannabis foram algumas das drogas encontradas. Os concertos terminam amanhã.
Fonte: Expresso

Dinheiro serve para financiar outros crimes
As preocupações das autoridades quando com os ajustes de contas e os gangues passam muito pela preservação da vida humana, mas também pelo controlo de grupos que estão cada vez mais violentos, mais bem armados e envolvidos noutros tipos de crimes. “De um momento para o outro, os gangues parece estarem a ganhar uma expressão demasiado abrangente”, apontaram ao JN fontes policiais, referindo-se ao seu aparecimento em vários tipos de crimes, designadamente assaltos violentos. Ainda na semana passada a PSP de Lisboa deteve, em Évora, dois jovens ligados ao assalto do Inatel, em Albufeira, e um deles tinha na sua posse cerca de 12 kg de haxixe, para tráfico próprio, além de uma espingarda-metralhadora Kalashnikov.
Esta não era uma situação comum até tempos muito recentes. E menos comum ainda era o facto de que os dois detidos, com origem no Algarve e em Évora, estarem também ligados ao roubo de uma carrinha em Lisboa que seria depois usada numa acção de tráfico. A preocupação das autoridades reside também no facto de dinheiro conseguido com a droga facultar a este tipo de criminosos um acesso mais fácil a armas mais sofisticadas, de maior qualidade e por isso mais perigosas, como metralhadoras, mas também a carros e a mais possibilidades logísticas e de deslocação. Resultado evidente desta escalada é por exemplo o facto de a PSP se ter apetrechado, em Lisboa, com veículos blindados para acções em bairros.
Fonte: Jornal de Notícias

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