A mania dos bonecos na publicidade de Macau

Serão poucos ou nenhuns os residentes de Macau que nunca repararam nos cartazes e brochuras animadas do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM). Nas personagens que apelam para que os cidadãos de Macau “não arremessem objectos para rua”, “jamais descurem a higiene domiciliária” ou “não cuspam no chão” que até têm nomes e pertencem a uma “família”.
O “Harmonioso”, o “Gorducho”, a “Sra. Bela”, o “Velhote” e o “Cãozinho” são alguns dos protagonistas coloridos da “Família de Alegria” criada pelo Gabinete do Cidadão para divulgar a consciência cívica, protecção ambiental, protecção dos animais e segurança alimentar no formato papel. Mas até que ponto é que a mensagem passa apresentada naquele formato? Porquê a opção estilística e para quem é dirigida?
O Hoje Macau falou sobre o assunto com os responsáveis pela máquina publicitária do gabinete governamental e dois designers locais.
“Não permita que o seu animal de estimação faça as suas necessidades em qualquer sítio” é uma das dezenas de mensagens espalhadas pela cidade pela Rede sobre Informações da Formação Cívica do IACM. No cartaz, o cartoon do pequeno “Harmonioso” e o seu “Cãozinho” sorridente pela trela. “Usamos personagens de uma família nos nossos anúncios porque funciona como elemento de proximidade. Construímos uma história para as nossas campanhas de educação cívica que começa por ser primeiro dirigida ao indivíduo, depois à família, à comunidade e enfim a toda a cidade”, explica Patsy Ko, chefe do Gabinete do Cidadão do IACM. “Com o aumento da chegada de trabalhadores não residentes e turistas, a higiene da cidade está pior do que antes, e é o dever do IACM fazer este trabalho comunitário para minorar o problema”, justifica.
O gabinete tem uma Divisão de Formação e Informação Cívica constituída por 18 pessoas que se responsabilizam pelas campanhas, que vão desde os seminários, workshops e projecção de filmes à publicidade através de diversos meios de comunicação como cartazes, banners, ‘spots’ televisivos ou transmitidos na rádio, publicidade nos jornais e internet. A maioria recorre ao cartoon.

Ler a notícia completa no Hoje Macau

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