Breves

Bruxelas quer apertar o cerco a novas drogas sintéticas
Um relatório hoje divulgado pelo executivo comunitário assinala que, em 2010, a União Europeia identificou 41 destas substâncias psicoativas, cujos efeitos se assemelham aos das drogas perigosas, como o ecstasy ou a cocaína, mas que são vendidas legalmente, normalmente através da Internet ou em lojas especializadas.
A Comissão alerta que se trata de um número recorde face ao número de substâncias identificadas no ano anterior (24) e aponta que, segundo um estudo também hoje publicado, estas novas substâncias que reproduzem os efeitos de drogas ilícitas são cada vez mais populares. De acordo com um “Eurobarómetro” sobre a atitude dos jovens face às drogas, cinco por cento dos jovens europeus inquiridos afirmaram que já consumiram este tipo de substâncias que imitam o efeito de drogas ilícitas, sendo o valor em Portugal de seis por cento.
FONTE: Diário Digital

5,8% dos jovens portugueses já consumiram drogas legais
Cinco em cada 100 jovens portugueses entre os 15 e os 24 anos admitem já ter experimentado as chamadas drogas legais, produtos à venda em smart-shops ou ervanárias com componentes semelhantes aos ilícitos. Os dados constam num novo eurobarómetro sobre a percepção dos jovens face às drogas. Os portugueses são dos que mais defendem a legalização (20%) mas a maioria reconhece risco elevado no consumo.
FONTE: Ionline

Vencer a dependência é como curar a sede
No longo percurso do homo sapiens, o cérebro humano aprendeu a regular o consumo do sal através de um mecanismo de gratificação, desencadeado por um instinto para repor o equilíbrio de sódio no organismo. Agora, uma parceria entre investigadores da Universidade Duke e a de Melbourne descobriu que a dependência de cocaína ou opiáceos utiliza os mesmos circuitos cerebrais. O coordenador do estudo publicado na revista “PNAS”, Wolfgang Liedtke, explica que os resultados não significam que o sal funcione como uma droga, porque o sódio é necessário. Mas descobriram que o apetite por sal funciona como um instinto natural, conquistado e consolidado por motivos de sobrevivência, e por isso quando as drogas entram em cena assumem-se como um “instinto artificial” e a reabilitação torna-se complicada: é como tentar curar uma pessoa de ter sede. “Como usam as mesmas vias que os instintos clássicos, com uma vantagem de milhões de anos, a conquista da abstinência é uma escalada difícil.”
Liedtke fala de uma sabotagem do sistema: “A sobrevivência das espécies veio primeiro e a dependência humana de drogas aconteceu nos últimos milissegundos do nosso relógio evolucionário.” O estudo foi feito com ratinhos, através do consumo de água salgada. A abstinência torna-se contraproducente porque, usando a experiência sal, o corpo tem tendência a cumprir a busca natural pelo equilíbrio – o que vem consolidar a ideia das terapias de substituição.
FONTE: Ionline

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