Viagem por uma noite de botellón em Lisboa

Noite de sexta-feira, o Largo de Camões fervilha de gente. Cheira a cerveja, vinho, os pés colam-se ao chão pegajoso dos degraus que contornam a estátua de Luís de Camões. Álcool entornado. Quem chega vai-se sentando, em grupos, neste largo onde os jovens se juntam à noite para beber de garrafas que compram em supermercados ou lojas de conveniência. Sai mais barato. É o botellón português.

Vão chegando mais amigos. Depois – quando já todos os lugares estão preenchidos – começa a haver gente sentada às portas dos prédios que dão forma ao largo. E garrafas, muitas garrafas, sobretudo “litrosas” (cervejas de litro). “Litrosas” à volta da praça, dos bancos, da estátua. “Litrosas” nas mãos do mundo e em sacos de plástico. Para dividir entre amigos ou individuais.

Nikola Nikolov, crista preta, botas tipo Doc Martens, está com um grupo de punks que habitualmente se encontra por aqui. Costumam fazer malabarismo com fogo, mas hoje fazem a seco. Ainda é cedo, 22h45. “Veio falar com a pessoa certa”, diz num português quase perfeito (tem 27 anos, vive em Portugal há dez). “Eu sou mais adepto do tinto, mas há quem seja da cerveja. Sinceramente, se tivesse “guito” até gostava de experimentar uns cocktails.”

Ler reportagem completa em publico.pt

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