Empreendedorismo Social

A idéia “do empreendimento social” é bola da vez. É uma frase que serve bem a nossa época. Combina a paixão de uma missão social com uma imagem de empresa voltada para a modernidade, para inovação e da determinação associada geralmente com, por exemplo, actividades voltadas para a sociedade.
O tempo é, certamente, colaborador por excelência para aproximação dos empreendedores aos problemas sociais. Muitos esforços governamentais e privados têm sido desenvolvidos para superação dos problemas sociais.
Muitas instituições sociais são vistas frequentemente como ineficientes e ineficazes. Os empreendedores sociais são necessários para desenvolver novos modelos para a área social
O discurso do empreendimento social pode ser algo novo, mas o fenómeno não é. Sempre tivemos empreendedores sociais, mesmo se nós não os chamava-mos assim. Construíram originalmente muitas instituições que dignificam os seus criadores.
Entretanto, além de inovador, não visam lucros, o empreendimento social pode incluir riscos como qualquer outro negócio. Os empreendedores sociais procuram sempre os métodos os mais eficazes de servir a suas missões sociais.
O conceito de “empreendimento social” vem ganhando popularidade, significando que a responsabilidade social dos empreendedores vem crescendo cada vez mais. Isto pode ser uma viragem histórica na percepção da questão social no Brasil e em Portugal.
Muitos associam o empreendimento social exclusivamente com as organizações que não visam lucros. Outros a usam para descrever qualquer organização que não vise o lucro.
O que é realmente um empreendimento social? Que faz um indivíduo para ser um empreendedor social? Para responder a estas perguntas, devemos começar a olhar as raízes do termo “empreendedor”.
No senso comum, empreendedor é associado com alguém que começa a criar um negócio, mas esta é uma definição muito limitada de um termo que tenha um histórico tão rico e muito significativo na história do crescimento e desenvolvimento económico.
O termo “empreendedor” surgiu na economia francesa nos séculos 17 e 18. Em francês, significa alguém que “empreende,” não um “gerente” no sentido de um director, mas um indivíduo que empreende um projecto ou uma actividade significativa.
Mais especificamente, veio a ser usado para identificar pessoas que estimularam o progresso económico encontrando novas e melhores maneiras de fazer coisas.
Por volta do século 19, Jean Say, economista francês, definiu empreendedor como uma pessoa que “desloca os recursos económicos de uma área de mais baixo rendimento para uma área de produtividade mais elevada e de rendimento maior”. Os empreendedores criam o valor.

Ler o resto do artigo aqui.

Deixe um comentário

Ainda sem comentários.

Comments RSS TrackBack Identifier URI

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s