Crise obriga a corte nas verbas de 2011 do IDT

Com cerca de 40 mil utentes, o IDT está a viver uma situação de aperto orçamental, noticia a TSF. O instituto terá também de dispensar todos os trabalhadores com vínculos mais precários. Mas em contrapartida, segundo João Goulão, presidente do IDT, há 64 funcionários que vão passar para os quadros, deixando de ter um vínculo precário ao instituto. O concurso para estes funcionários arrasta-se há meses, sendo que o processo teve início ainda antes de arrancarem os programas de austeridade. João Goulão destaca, contudo, que já saíram 60 funcionários e que 140 também vão sair até ao meio do ano.

Sobre o encerramento de alguns locais de consulta, o responsável assegura que “na capital de distrito haverá sempre resposta”, e justifica que não tinham condições para continuar com tantos sítios abertos e com horários tão alargados.

Aliás, as despesas com o pessoal contratado a termo e precários foram as que sofreram maior rombo nos cálculos finais de racionamento económico. De quatro milhões de euros para licenças de parto e doença e para perto de 200 enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais contratados a termo, o valor baixou aos 938.309 mil euros.

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