Khat, a planta vinda de África

A droga é desconhecida em Portugal e quase não tem expressão na Europa, com excepção de alguns países do Norte. A rota tradicional inclui Etiópia, Somália, Iémen e Quénia como países de origem, o Reino Unido – onde é legal – como primeiro destinoe, posteriormente, os Estados Unidos como mercado preferencial desta droga, que tem um efeito algo semelhante ao das anfetaminas. Desta vez, Portugal foi escolhido como plataforma para os Estados Unidos, mas o tráfico foi travado pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) da Polícia Judiciária.

O coordenador António Sintra explicou ao i que o alerta foi dado pela Direcção-Geral das Alfândegas e Impostos Especiais Sobre o Consumo (DGAIEC), que detectou, no dia 14 de Fevereiro, no aeroporto de Lisboa, seis caixas com cerca de 35 quilos de khat, prestes a seguir para diferentes destinos nos EUA, através de uma empresa de carga expresso. A UNCTE decidiu iniciar investigações e, passado dois dias, conseguiu interceptar um homem com nacionalidade de um país europeu e uma mulher portuguesa, respectivamente com 28 e 33 anos.

Colaboração internacional A UNCTE e a Drug Enforcement Agency (DEA) americana acordaram que deixariam sair de Portugal mais sete caixas daquela droga (cerca de 30 quilogramas) com destino a várias cidades nos Estados Unidos da América.

Ler notícia completa em: ionline.pt

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