Em cinco anos, a noção que os portugueses têm sobre a pobreza mudou de alvo. Pobres são hoje os jovens à procura do primeiro emprego, os que têm trabalhos precários e aqueles que ganham baixos salários, mas em 2004 eram, sobretudo, os idosos, os alcoólicos, os toxicodependentes e os deficientes. Essa é a principal conclusão do Estudo Sobre a Percepção da Pobreza em Portugal, que a Rede Europeia Anti-Pobreza apresentou ontem em conjunto com a Amnistia Internacional/Portugal (AIP) e o Socius – Centro de Investigação em Sociologia Económica e das Organizações do ISEG e UTL.
“Essa transformação acontece porque houve um combate eficaz à pobreza extrema dos grupos que antes estavam mais vulneráveis à pobreza”, explica ao i o director executivo da AIP, Pedro Krupenski. E essa será uma das razões para esses alvos passarem para segundo plano. A actual crise financeira e as elevadas taxas de desemprego explicam, por outro lado, a mudança de opinião dos portugueses sobre os novos grupos.
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