Os Movimentos Voluntários em Portugal

Quatro pessoas revelam quem são e o que as faz roubar tempo ao tempo que não têm para se dedicarem aos outros. Não procuram reconhecimento, não querem medalhas e há até quem não tenha contado à família aquilo que faz. Também asseguram que recebem muito mais do que aquilo que oferecem.

Nuno serrano, 45 anos, dentista

«Não gosto muito de falar disto. Tenho amigos que me chamam maluco, outros dizem que eu seria mais útil à sociedade se doasse o que ganho numa manhã. Mas isto é diferente. Quando passo uma manhã na Clínica de Apoio à Saúde Oral sirvo pessoas que de outra maneira não teriam acesso àqueles cuidados médicos. E dou mais do que dinheiro: dou o meu tempo, os meus conhecimentos, a minha experiência, aquilo que sou e sinto. Dou-me.

Há outros colegas a colaborar neste projecto da Mundo a Sorrir, uma associação de médicos dentistas solidários. Penso que serei dos mais velhos. Tenho 45 anos e não estou desocupado, de forma alguma. Trabalho em várias clínicas e uma ou duas vezes por mês tiro a manhã de segunda-feira para trabalhar naquele espaço da associação, que funciona nas instalações do Hospital Conde de Ferreira, no Porto. (…)»

Ler reportagem completa em: publico.pt

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