Há mais alcoólicos a pedir tratamento

O álcool continua a ser uma das calamidades sociais mais preocupantes do país. Estima-se que existam 500 mil pessoas afectadas por este flagelo, um número que tende a subir até pelos efeitos sentidos pela crise. O número de internamentos nas Unidades de Alcoologia (UA) é proporcional a este fenómeno o que está a provocar uma sobre lotação nas três unidades que não geram capcidade de resposta para o volume de pedidos. A Unidade de Alcoologia de Lisboa é uma das vítimas desta redução de pessoal mas o presidente do IDT, João Goulão, assegura que não há risco de encerramento. “A solução é concentrar e optimizar os recursos pelas estruturas existentes”, rematou.

No total, o País conta com três Unidades de Alcoologia (Lisboa, Porto e Coimbra), que estão sob a tutela do Instituto Português da Droga e da Toxicodependência (IDT), hoje em fase de “emagrecimento” dos recursos humanos, devido aos cortes orçamentais que afectam o Ministério da Saúde. Duzentos profissionais precários, contratados a empresas de recursos e a trabalhar nas unidades de tratamento do IDT, não vão continuar a colaborar devido aos cortes orçamentais, o que representa uma poupança de dois milhões de euros. Os dispensados são médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e técnicos.

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