10 Ways to Leverage LinkedIn to Generate Business

Being a regular user of LinkedIn, I’m disappointed when I see marketers that are not utilizing LinkedIn effectively to share their brand (either business or personal).  If you take the simple and effective actions that I discuss below, you’ll be taking great steps to increase your marketing visibility and success that your competition is not taking…yet.

I recently attended one of MarketingProfs Take 10 webinars called “How to Build Your Reputation at LinkedIn (in a Few Minutes a Week)” which was hosted by Jason Alba.  Most people have a profile on LinkedIn but most people don’t know what to do once they get set up either because they’re overwhelmed with all the options or simply don’t have the time.  Here’s 10 actions he suggested to take that can help you build your reputation that are effective and time efficient.

4 One-Time Actions You Should Take

  1. Enhance your profile.
  2. Modify your settings
  3. Join Groups

6 Ongoing Actions You Should Take

  1. Ask Questions.
  2. Answer Questions.
  3. Start Group Discussions. 
  4. Do An Advanced.
  5. Search for Companies.
  6. Update Your Network Status.

+Ler notícia: http://socialmediatoday.com/patricianeuray/160227/10-ways-leverage-linkedin-generate-business?utm_source=smt_newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter

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BE quer pensão social de 419 euros

A bancada do BE  defende que esta pensão deve ser igual ao indexante de apoios sociais. Valor  actual é de 189,52 euros.

O Bloco de Esquerda defende que a pensão social deve passar a corresponder ao valor do indexante de apoios sociais (IAS).

Em diploma entregue no Parlamento e subscrito, designadamente, pela deputada Mariana Aiveca, lembra-se que os beneficiários da pensão social auferem, actualmente, uma pensão de 189,52 euros, o que significa que os mesmos “não têm um nível de vida adequado para si e para as suas famílias, encontrando-se abaixo do limiar da pobreza”.

Segundo o BE, “as actuais regras de acumulação de rendimentos com a pensão social afiguram-se manifestamente insuficientes e põem em causa a autonomia, e mesmo a sobrevivência, dos beneficiários da pensão social”. O BE refere que, no que respeita à possibilidade de acumulação de rendimentos de um casal, as regras impostas pelo actual regime são particularmente discriminatórias. Uma situação que leva a que muitos dos beneficiários da pensão social, destinada a cidadãos que não são abrangidos por outro regime, ou auferem pensões de valor ínfimo, e a cidadãos com deficiência, optem, muitas vezes, por não se casar, de forma a preservar a pensão que o Estado lhes atribui mensalmente.

Recorde-se que, no actual quadro legal, os beneficiários “perdem a pensão se o cônjuge auferir rendimentos iguais ou superiores a pouco mais de 200 euros”.

O diploma do Bloco de Esquerda defende, ainda, que a pensão social passa a ser atribuída às pessoas cujos rendimentos ilíquidos mensais não excedam o valor correspondente ao IAS ou a uma vez e meia o seu valor no caso de se tratar de um casal. O BE quer que os valores referidos para a pensão social sejam “majorados em 20% por cada dependente que compõe o agregado familiar, até ao limite de 60%”. DN

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1639892

Portugal pela positiva

As desgraças não pagam dívidas. O ditado é velho mas não tem muita aplicação por cá. Os portugueses preferem as lamentações e suportam mal o sucesso. Preferem as vitórias morais, os perdedores que se esforçaram, os remediados mas honrados…

Por isto, não é estranho que haja sempre quem coloque um “mas” no sucesso das energias renováveis, nomeadamente as eólicas, em Portugal. Ainda esta semana, o prestigiado “New York Times” chamou o caso nacional à capa, recordando os esforços de Manuel Pinho, então ministro da Economia, para arrancar com o ‘cluster’ das renováveis. É verdade que não resolve todos os problemas energéticos do País mas este é o caminho a seguir. Portugal só conseguirá sair definitivamente da crise estrutural em que se encontra há uma década se tiver a capacidade de se afirmar no mundo como líder num conjunto diferenciado de actividades. Na energia renovável já está, agora é manter a aposta porque é preciso persistência. E podem-se acrescentar outras áreas. Fica aqui uma sugestão: o sector do mar. A zona marítima nacional permite desenvolver um conjunto variado de actividades: transporte marítimo, turismo, investigação ligada às universidades, desportos marítimos, pesca… Mais do que dizer mal, é mais útil fazer. Diário Económico

+Ler notícia e comentários: http://economico.sapo.pt/noticias/portugal-pela-positiva_96865.html

Programa de estágios para jovens alargado às autarquias

Redução da duração do estágio de 12 para 9 meses e exclusão de médicos e enfermeiros do programa entre as novas regras que entram hoje em vigor.

A partir de hoje, o programa de estágios profissionais do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) é alargado às autarquias e passa a excluir médicos e enfermeiros, segundo a portaria publicada ontem em Diário da República e que entra hoje em vigor.

Estas alterações – que incluem ainda a redução da duração do estágio de 12 para 9 meses – terão em conta as candidaturas apresentadas a partir de hoje. A abertura de nova fase de candidaturas está prevista para dia 16, tendo estado suspensas desde dia 30 de Junho para avaliação do programa. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/programa-de-estagios-para-jovens-alargado-as-autarquias_96853.html

Empresas controlam acesso ao Facebook

O Ikea é uma das empresas que já monitoriza o acesso dos seus colaboradores à Internet.

O ritual repete-se todos os dias. Chega ao escritório, liga o computador, descarrega os ‘emails’, abre a internet… e liga-se ao Facebook. O gesto faz parte da rotina de milhares de funcionários, que perdem pelo menos meia hora por dia nas redes sociais. Só que a falta de produtividade custa dinheiro: em concreto, cerca de 1,5 mil milhões de euros por ano só no Reino Unido, segundo conclui um estudo da consultora Morse.

Na Europa ainda não se chegou à tendência de cortar o acesso às redes sociais no local de trabalho, como já acontece em países como os Estados Unidos, mas algumas empresas estão a começar a limitar o uso do Facebook ou Twitter no local de trabalho ou a monitorizar o tempo que os seus funcionários – produtivos ou improdutivos – passam nas redes sociais. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/empresas-controlam-acesso-ao-facebook_96831.html

+Ler notícia “Twitter and social networks cost UK businesses” (Morse): http://www.morse.com/press_20.htm