Global Reputation Pulse 2010 Report

Navratilova’s inspiring fight with cancer

She’s arguably the greatest women’s tennis player of all time, an icon in women’s sports. So when Martina Navratilova agreed to have CNN follow her throughout her breast cancer treatment, I wondered what it would be like covering such a strong, accomplished individual.

I quickly found Martina Navratilova wasn’t going to let a cancer diagnosis get in the way of anything she planned to do.

“My gut was telling me I just need to go on, and don’t like put everything on hold. I still played hockey and I still went skiing and I played tennis of course,” she said.

Navratilova won 59 Grand Slam titles in singles, doubles and mixed doubles during a glittering career which only ended four years ago, when she retired just months shy of her 50th birthday.

Navratilova was diagnosed with breast cancer February 24, a day that left her in tears, but only for a short time.

She said: “I thought for sure I would keep it private, keep it quiet, nobody needs to know. It’s a very personal issue of course, and I wanted to save my energy for fighting it.

Her treatment would have two steps — a lumpectomy in March and then radiation treatment in May-June.

My cameraman and I met Navratilova outside the L’Institut Curie in Paris, France, where she would undergo six weeks of radiation treatment. CNN

+Ler notícia: http://edition.cnn.com/2010/SPORT/tennis/08/06/covering.navratilova/index.html?hpt=Mid#fbid=xJ7pF6c5nXr&wom=false

Função Pública acumula salário com o do privado

Maioria dos 1.121 ex-funcionários com licença extraordinária que foram trabalhar para o sector privado têm uma licenciatura.

Quase 30% dos 3.809 funcionários públicos actualmente em situação de mobilidade especial (excedentários) estão a trabalhar no sector privado, acumulando o seu actual salário com uma licença paga pelo Estado. A maioria dos trabalhadores são licenciados e muitos eram técnicos superiores.

Segundo dados do Ministério das Finanças a que o Diário Económico teve acesso, são precisamente 1.121 os funcionários que estão nesta situação. Ou seja, que foram colocados em mobilidade especial, ou por opção própria ou por decisão do seu superior, e que entretanto pediram uma licença extraordinária que lhes permite trabalhar fora da Administração Pública, embora não perdendo o vínculo ao Estado.

No decurso da licença, o funcionário tem direito a uma subvenção mensal, paga 12 vezes por ano pelos cofres públicos, que acumula com o salário que recebe no sector privado. Durante os primeiros cinco anos, a licença equivale a 70% da sua remuneração ilíquida que recebia quando trabalhava na administração pública. Do sexto ao décimo ano, a licença baixa para 60% da remuneração e a partir daí, o ex-funcionário público passa a receber 50% do seu antigo salário. A quem optou por ser colocado em mobilidade especial – o que foi possível para algumas categorias em 2008 e 2009 – acresce 5% a estes valores. Actualmente e desde Janeiro de 2010 apenas é admissível a opção voluntária pela colocação em mobilidade especial de trabalhadores que se encontrem em processo de reorganização.

A concessão da licença extraordinária compete ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, ponderado, caso a caso, o interesse público dessa decisão e tendo em conta vários critérios, como a escassez de pessoal qualificado e experiente em determinado serviço ou organismo. Diário Económico

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/funcao-publica-acumula-salario-com-o-do-privado_96482.html

Lisboa lidera poder de compra

Indicador do Poder de Compra traduz a capacidade ‘per capita’ manifestada no quotidiano nos vários concelhos ou regiões.

A Região de Lisboa congrega seis dos 15 concelhos portugueses com maior poder de compra do País, sendo que apenas quatro dos 18 municípios da região estão abaixo da média nacional, indicam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Lisboa (1.º lugar), Oeiras (2.º), Cascais (4.º), Alcochete (5.º), Montijo (9.º) e Almada (15.º) são os municípios da Região de Lisboa que integram a tabela dos 15 concelhos com maior poder de compra por habitante.

Do conjunto de 18 municípios da Região de Lisboa, só em quatro não é superado o poder de compra médio nacional: Odivelas (98,7), Sintra (98,2), Seixal (96,1) e Moita (84,0).

Na lista dos que têm maior poder de compra, destacam-se também, no território metropolitano do Porto, os municípios do Porto (3.º), São João da Madeira (12.º) e Matosinhos (13.º).

Faro, Porto Santo, Coimbra, Funchal, Aveiro e Sines completam a lista dos 15 concelhos com maior poder de compra.

O objectivo é caracterizar os municípios “do ponto de vista do poder de compra, numa acepção ampla, a partir de um conjunto de variáveis”. Salários, contratos imobiliários e número de automóveis são algumas das variáveis. DN

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1637159

Mais queixas contra menores por violência sexual

Aumento das denúncias às autoridades é notório na área da Grande Lisboa

À Polícia Judiciária estão a chegar cada vez mais casos em que os agressores são menores de 16 anos, o que já obrigou a um reforço de meios.

O número de queixas relativas a agressões sexuais cometidas por menores está a aumentar e a preocupar os responsáveis da Polícia Judiciária (PJ). As participações deste tipo de crimes praticados por adolescentes são cada vez mais frequentes na directoria de Lisboa da PJ, diz o seu responsável, José Braz, em declarações ao PÚBLICO.

A grande maioria das situações verifica-se “no contexto familiar”, por vezes vitimizando crianças mais novas, esclarece. Braz afirma que o aumento das denúncias de agressões sexuais por parte de menores é notório na área da Grande Lisboa, salientando que o aumento de queixas não significa que haja mais casos mas sim uma maior visibilidade do problema.

Essa visibilidade é evidente nas estatísticas da Justiça relativas aos dois últimos anos, que registam um aumento considerável tanto de vítimas como de agressores com idade inferior a 18 anos nos crimes contra a liberdade e a autodeterminação sexual.

Os dados de 2009 provenientes de “polícias e entidades de apoio à investigação” revelam que o número de jovens com menos de 16 anos suspeitos de praticarem este tipo de crimes – que incluem, entre outros, a violação e o abuso sexual de criança – foi de 69, contra 44 em 2008. O número de vítimas menores de 16 anos também aumentou de 173, em 2008, para 282, no ano seguinte. No que respeita especificamente ao crime de violação, há registo de seis casos de adolescentes em 2008, aumentando para nove no ano seguinte.

Contextos de violência

A conhecida pedopsiquiatra Teresa Ferreira, em várias intervenções públicas, alertou por diversas vezes para o perigo do consumo de conteúdos eróticos ou pornográficos por crianças muito novas e sem maturidade. E chamava a atenção para os efeitos desastrosos que tal poderia ter.

Na opinião de Allen Gomes, a agressão sexual cometida por adolescentes é um problema que surge habitualmente noutros “contextos de violência e de exclusão social”. Famílias desagregadas, consumo de álcool e promiscuidade são, no entender de Allen Gomes, ingredientes que criam um “caldo” que gera comportamentos de violência, entre os quais o da violência sexual, às vezes até em grupo. A ideia de que quem foi vítima de abuso se tornará abusador também é relativizada por este psiquiatra. “É um factor de risco mas não determinante”, considera. Público

+Ler notícia: http://www.publico.pt/Sociedade/mais-queixas-contra-menores-por-violencia-sexual_1450564

Fundações: Ninguém sabe quantas existem nem o dinheiro que receberam do Estado

IGF identificou 306 fundações de utilidade pública que beneficiaram de 166,5 milhões de euros em 2009.

Ninguém sabe quantas fundações existem no país, o que fazem ao certo nem que dinheiro recebem do Estado. A Presidência do Conselho de Ministros (PCM) garante que tem o número – apesar de se recusar a dá-lo – mas a própria Inspecção-Geral de Finanças (IGF) e o Centro Português de Fundações (CPF) assumem que desconhecem o número real e o montante dos subsídios concedidos pelos vários ministérios a estas entidades sem fins lucrativos e que, no caso de serem de utilidade pública, gozam de inúmeros benefícios fiscais.

Em 2009, a IGF decidiu investigar e tentar apurar o universo das fundações e verbas envolvidas, mas a missão revelou-se impossível. “De acordo com o levantamento efectuado, identificámos 306 fundações de utilidade pública, na sua maioria instituições particulares de solidariedade social (IPSS) na área do Ministério do Trabalho e da Segurança Social (cerca de 60 por cento)”, começa por referir a IGF no capítulo que dedicou a esta temática no seu relatório de actividades do ano passado, revelando que estas “beneficiaram, no biénio 2007/08, de subsídios de entidades públicas no montante global de 166,5 milhões de euros”.

Porém, logo a seguir, a inspecção tutelada pelo ministro Teixeira dos Santos salienta que estes “dados pecam por defeito, dada a coexistência de diversos regimes de acesso ao estatuto de utilidade pública, que tem determinado a dispersão, pelas várias sedes que os tutelam, da informação sobre as entidades declaradas e que impede o conhecimento e a caracterização rigorosa do universo”.

A IGF revela ainda que “a apreciação realizada permitiu constatar que os requisitos exigidos [na legislação em vigor] para que uma entidade possa ser declarada de utilidade pública integram algumas expressões vagas e indeterminadas, que dificultam a respectiva verificação em sede de instrução de processos com vista à eventual concessão desse estatuto ou da confirmação das condições para a sua manutenção”.

“O acompanhamento da actividade das pessoas colectivas de utilidade pública, na perspectiva da confirmação das condições para a manutenção desse estatuto, apresenta algumas limitações decorrentes do controlo não sistemático do cumprimento dos deveres de prestação de contas a que as mesmas estão sujeitas, subsistindo dúvidas quanto às entidades abrangidas por esse acompanhamento e que devem integrar a base de dados”, lê-se ainda no relatório.

Mais onze só este ano

Os montantes agora revelados pela IGF indicam que as verbas entregues pelo Estado dispararam em relação aos únicos números globais conhecidos até agora relativos aos anos de 2001 e 2002: neste período os orçamentos do Estado destinaram, segundo os dados divulgados pelo Ministério das Finanças, um total de 68,8 milhões de euros.

Desde o início deste ano, o Governo já reconheceu mais sete fundações e declarou a utilidade pública de outras quatro, tendo extinguido apenas uma, de acordo os despachos publicados em Diário da República. A estas há que juntar ainda a que vai ser criada para gerir o Museu do Côa.

Estas decisões foram tomadas apesar de o Governo ainda não ter aprovado o novo regime jurídico das fundações, na sequência do trabalho que recebeu de Diogo Freitas do Amaral, encomendado depois de ter rebentado a polémica com a Fundação para as Comunicações Móveis (FCM), que gere o computador Magalhães. Público

+Ler notícia: http://economia.publico.pt/Noticia/fundacoes-ninguem-sabe-quantas-existem-nem-o-dinheiro-que-receberam-do-estado_1450543