Defining Philanthropy, by Henry Frechette

Following up on my previous post on charity, and want to define philanthropy in hopes to highlight some of the important differences between the two forms of giving. Here you go:

Philanthropy:

Definition: Philanthropy is about the giving of time, talent, and treasure, but unlike charity, there is a possibility of return. Also unlike charity, philanthropy has more in-depth and partnership-based nature.

Attributes:

  • Where as charity focuses on treating more of the symptoms of a problem, philanthropy focuses more on the treating the problem or cause of the symptoms.
  • Philanthropy can be done both individually and through organizations.
  • While charity is more based in transactions, philanthropy is based in both transactions and setting up mutually beneficial partnerships between organizations and recipients.

Develop Strategy

  • Define the problem: Long before we make a single grant for any given issue, we listen and learn about problems that cause great inequity… As we learn about an issue, we ask whether we can make a difference with our money and our ability to bring partners together. We get involved only if we believe we can make a unique contribution.
  • Articulate the Strategy: For each opportunity, a program area considers its cost, the risk associated with it, its long-term viability, and, most important, its potential impact on people’s lives. Based on the answers to these criteria, and after extensive discussion, the program identifies a strategy, which includes a budget, the results they hope to achieve, and a plan to measure those results over the short and long term.
  • Develop an Execution Plan: Once we receive approval on a strategy, we develop an execution plan. To create this plan, we detail the “nuts and bolts” of how we will implement against our strategic goals. We develop a budget, identify grantees and likely grants, and set specific milestones and time frames.

+Read artcile: http://citizenpolity.com/2010/08/30/defining-philanthropy-2/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+Citizenpolity+%28CitizenPolity%29

+Check site The Bill & Melinda Gates Foundation: http://www.gatesfoundation.org/Pages/home.aspx

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Voicing values in the workplace: Professor Mary Gentile explores ethical dilemmas at work and how to act on them

Recent years have seen an unprecedented breakdown in public trust of business, spurred in no small part by instances of unethical behavior at some of the world’s most powerful institutions. Mary Gentile, director of business curriculum at Babson College, says the real challenge for business students, employees, and executives isn’t knowing what’s right, but knowing how to act on those convictions within an organization. In this video interview, Gentile shares insights and experiences on how to do that, which she’s gathered through her work developing the Giving Voice to Values curriculum and her eponymous book. McKinsey Publishing’s Lily Cunningham conducted the interview with Mary Gentile in New York in June 2010.

+Read article: https://www.mckinseyquarterly.com/Organization/Talent/Voicing_values_in_the_workplace_2663?gp=1

+Read Full transcription: https://www.mckinseyquarterly.com/PDFDownload.aspx?ar=2663

Dianova nomeada pela Comissão Europeia Coordenadora Nacional da European Action On Drugs

Na sequência da assinatura como nova signatária da campanha European Action On Drugs (EAD), a 25 de Junho último em Bruxelas, sob a coordenação da Direcção-Geral de Justiça da Comissão Europeia, a Dianova foi nomeada a nova Coordenadora Nacional para Portugal desta campanha que se encontra a ser implementada desde 2009 nos 27 Estados membro num total de 708 iniciativas (http://www.action-drugs.eu) nos 27 Estados membro, dos quais 21 em Portugal, 10 na União Europeia e 677 nos restantes Estados membro.

Conjuntamente com a Dianova, tornaram-se 25 novas signatárias da EAD empresas como a SNCF – Societé Nationale dês Chemins de Fér Français, Departamento de Prevenção e Saúde no Trabalho (França) e SMEC – Sports Media & Entertainment Corporation (Chipre), entidades públicas como o Departamento de Controlo de Drogas do Governo Lituano (Lituânia), e Tribunal de Tratamento de Toxicodependência de Dublin (Irlanda), escolas como o Gymnázium Biliková (Eslováquia), Media como a TVR1 a estação de televisão nacional (Roménia), Redes Sociais  como o Netstof.dk (Dinamarca), celebridades como Daniel Depienne (Luxembrugo), indivíduos como Mathew Bonnet (Malta), Elizabeth Burton-Philips (Reino Unido), Max Cegielski (Polónia) e ONG como Proyecto Hombre (Espanha) e International Healthcare and Health Insurance Institute ((Bulgária).

O Compromisso da Dianova

Acreditando que, com a ajuda adequada, cada pessoa pode encontrar em si mesma os recursos para alcançar o seu desenvolvimento pessoal e integração social, como contribuição para a campanha EAD a Dianova assumiu o Compromisso de ajudar as pessoas a abandonar o consumo problemático de substâncias psicoactivas lícitas e ilícitas (drogas e álcool) e favorecer a sua reintegração social, bem como promover acções de educação e promoção de saúde sobretudo junto dos mais jovens.

Para atingir estes objectivos, a Dianova propôs-se proactivamente a incrementar a percepção social do risco associada ao consumo e abuso de drogas através dos Media, Redes Sociais, Eventos e Campanhas de Sensibilização junto de dois grupos alvo: jovens e jovens-adultos em meio comunitário e escolar, estimando impactar mais de 5.000 pessoas; e Organizações (Públicas, Privadas e Universidades) e Personalidades de relevo da sociedade portuguesa através de iniciativas de Marketing Social e Responsabilidade Social Corporativa, estimando impactar mais de 30.000 Pessoas no território português (Continente e Ilhas). A Dianova comprometeu-se ainda a promover a EAD junto da rede internacional Dianova e do Vienna NGO Committee On Narcotic Drugs, das quais é membro.

As Responsabilidades enquanto Coordenadora Nacional

Como Coordenadora nacional, a Dianova será responsável pela promoção e comunicação da European Action On Drugs junto de Organizações e Pessoas individuais, encorajá-las a envolver-se activamente com a campanha a nível nacional, regional ou local, facultar aos potenciais novos signatários aconselhamento e guidelines que facilitem a sua adesão, disponibilização de materiais promocionais, rever as novas adesões e validá-las, submetendo à aprovação final da Comissão Europeia, avaliar e reportar resultados à Comissão Europeia.

Quem e Porquê aderir à European Action On Drugs?

Através da European Action On Drugs a Comissão Europeia – Direcção-Geral de Justiça convida as autoridades nacionais e locais, instituições, órgãos governamentais, regiões, autarquias, escolas e universidades, institutos de monitorização e pesquisa, órgãos de comunicação social, organizações da Sociedade Civil e da Economia Solidária, empresas, personalidades de relevo, celebridades e indivíduos em geral a aderirem a esta campanha, mediante o envolvimento e efectivação de um compromisso concreto que ajude a fazer a diferença e contribuía para uma mudança social positiva.

Todos os compromissos (Organização ou Pessoa signatária) terão uma elevada visibilidade junto da Comissão Europeia em todos os 27 Estados membro e das potenciais redes europeias e internacionais promovidas pelos mesmos.

Aderir à EAD representa, em última instância, a assumpção de um compromisso simples, concreto e mensurável, e um envolvimento prático na acção de sensibilizar jovens e adultos para os riscos do uso/abuso de drogas, de enaltecer o potencial devastador a nível económico e social desta problemática multi-dimensional, realizar projectos de prevenção ou tomar uma posição responsável ante as drogas, álcool e abuso de medicamentos.

Como signatária, receberá um kit personalizado contendo: Certificado European Action On Drugs com o seu compromisso detalhado, Placa EAD em reconhecimento do apoio à campanha e um CD-ROM contendo materiais promocionais.

Faça parte desta plataforma europeia de comunicação e partilha de boas práticas, torne-se signatária/o da European Action On Drugs.

Para mais informações visite os sites:
+European Action On Drugs: http://www.action-drugs.eu
+Direcção-Geral Justiça da Comissão Europeia: http://ec.europa.eu/justice/policies/intro/policies_intro_en.htm
+Dianova: http://www.dianova.pt

A Dianova – Intervenção em Toxicodependências e Desenvolvimento Social, Instituição Particular de Solidariedade Social e Associação de Utilidade Pública de âmbito nacional e sem fins lucrativos, com sede na Quinta das Lapas, Monte Redondo TVD, tem as suas áreas de intervenção licenciadas e protocoladas pelo Instituto da Droga e Toxicodependência, Instituto da Segurança Social, Instituto de Emprego e Formação Profissional e Direcção-Geral do Emprego e Relações no Trabalho.

Fruto do nosso desenvolvimento organizacional e cooperação, eis o resultado do nosso Impacto Social nas múltiplas áreas de intervenção a nível de educação, capacitação, social e saúde: entre 2007 e 2009 beneficiámos 7.818 Pessoas (jovens, adultos e seniores) 1.113 Pessoas em 2007, 2.041 Pessoas em 2008 e 4.664 Pessoas em 2009.

Medicamentos para cancro entre os 500 que desaparecem

 

Secretário de Estado Óscar Gaspar admite fazer em breve uma revisão excepcional de preços nos casos em que deixam de ter viabilidade económica e em que não haja alternativas para os doentes.

Quase 500 medicamentos desapareceram temporária ou permanentemente do mercado português em 2010, alguns deles sem terem uma alternativa. As falhas sentem-se em áreas como o cancro, cardiologia ou nas doenças raras e foram confirmadas ao DN por vários especialistas (ver textos ao lado). Uma das razões relaciona-se com o baixo preço de alguns remédios, que são retirados pela indústria. O secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, admitiu ao DN que “tem de ser feita rapidamente uma revisão excepcional de preços, mas temos de estabelecer critérios. Sabemos que há medicamentos que saem de mercado por estas razões”.

A falta de centenas de medicamentos – que podem ser apresentações e dosagens diferentes de um mesmo produto – verifica–se quando há ruptura de stocks no mercado ou quando um remédio perde autorização para ser vendido. Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), até Agosto registaram-se 175 casos de rupturas, muitas vezes com datas de reposição previstas, e já em 2009 houve 505 casos.

Outro caso envolve a revogação das autorizações de introdução no mercado (AIM), ou seja, licenças de comercialização. No primeiro semestre contabilizaram-se 310 apresentações de medicamentos, a pedido do laboratório ou do Infarmed. O organismo diz que, “na maioria dos casos”, se encontram soluções para garantir uma alternativa para o doente.

As revogações de autorizações de introdução no mercado podem surgir depois de o Infarmed detectar falhas na segurança. Mas há muitos casos, “a maioria”, em que a decisão é do laboratório. “Há situações inevitáveis”, diz fonte do Infarmed. O organismo pode de-senvolver contactos com produtores para incentivar a distribuição ou produção ou recorrer a autorizações de utilização especial (AUE) ou excepcional (AEX) para reduzir o impacto.

O preço é um dos maiores problemas. “Há casos de remédios com preços baixos que não são revistos há dez anos. Num mercado pequeno como o português, podem levar a retirar muitos”, diz Rui Ivo, director executivo da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma).

O mesmo acontece com as revisões excepcionais de preços, um mecanismo que o ministério usa quando reconhece haver um preço demasiado baixo. “Há anos que não é feito”, alerta. Óscar Gaspar admite que “muitos medicamentos possam não ter viabilidade económica. Temos um mecanismo mas não estamos autorizados a utilizá-lo. Vamos trabalhar com as Finanças para que se clarifique a situação e se avalie a subida nos casos em que esteja em causa a saúde pública. Ainda por cima, são casos de medicamentos que não têm custos elevados”.

Já as rupturas devem-se a problemas nos laboratórios que fabricam, ao transporte, ausência de matérias-primas, irregularidades nos lotes, entre outros. “As rupturas geralmente são pontuais e as empresas esforçam-se por ultrapassar as dificuldades”, afirma Rui Ivo.

Mais preocupante é a exportação paralela. “Continuamos a receber queixas de doentes e farmácias, porque as encomendas não chegam ou só de forma errática. A exportação paralela é legal, mas não pode pôr em causa o fornecimento aos doentes”, diz, realçando que esta é a causa de muitas rupturas. DN

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1651266

Manifestações de fortuna “fogem” ao fisco por falta de informação rigorosa

Carros, barcos e aeronaves ficaram de fora do planeamento da inspecção

O fisco continua sem acesso directo e em tempo real à informação que permite aplicá-la. Em 2005, a Inspecção-Geral de Finanças (IGF) alertou para esse facto, mas, como foi confirmado ao PÚBLICO pelo Ministério das Finanças, esse constrangimento mantém-se, sem que o Governo veja necessidade de o ultrapassar.

A conclusão extrai-se do relatório de uma nova auditoria da IGF, realizada em 2009 ao regime de tributação e ao sistema de controlo das manifestações de fortuna, actualizando o diagnóstico de há quatro anos.

Este último relatório tem o mérito de assinalar os diversos constrangimentos à aplicação da lei.

Por diversas vezes, refere-se a necessidade de se estabelecer a interconexão de dados entre o fisco e as conservatórias predial e automóvel, como forma de aceder a essa informação em tempo real. O relatório lembra que, a partir de 1 de Janeiro de 2007, os contribuintes deixaram de ser obrigados a comunicar à administração fiscal os bens tidos como manifestações de fortuna. O Estado continua dependente de informação pouco rigorosa, sem os elementos necessários, nalgumas vezes fornecida caso a caso, e isso quando há resposta por parte das entidades que detêm a informação (ver caixa). Mas, ao PÚBLICO, o Ministério das Finanças nega haver “uma solução milagrosa de “interconexão” ou de “rotinas” que a permita obter”.

Em segundo lugar, a IGF lembra que foi o legislador e a administração quem criou mais problemas.

Os “enxertos” e “as sucessivas alterações ao regime não foram acompanhadas pela necessária actualização das instruções administrativas”, o que criou “diversas dúvidas”, principalmente na forma de corrigir o rendimento dos contribuintes inspeccionados. Há já distintas jurisprudências, contraditórias, e tudo isso tem levado ao “decaimento de boa parte das propostas de correcção” ao rendimento dos contribuintes.

Face à “aparente confusão do regime legal aplicável e à necessidade de simplificação (…) parecem aconselhar, de resto, a sua alteração, no sentido de passar” a abranger “todos e quaisquer acréscimos patrimoniais ou despesas não justificadas”. O Ministério das Finanças, mais uma vez, não vê necessidade disso.

Finalmente, a IGF deixa no ar dúvidas à qualidade da selecção de contribuintes a inspeccionar, que redunda numa escassa minoria de casos com correcções em IRS. Ao mesmo tempo, elogia as “boas práticas” de algumas direcções distritais, como do Porto. Público

+Ler notícia: http://economia.publico.pt/Noticia/sinais-exteriores-de-riqueza-continuam-a-escapar-ao-fisco_1453451

A partir de hoje já pode desbloquear o seu telemóvel de graça

Nova legislação impede as operadoras de cobrarem pelo desbloqueamanento no fim da fidelização.

Ao dirigir-se hoje a uma loja da TMN, Vodafone ou Optimus já não lhe poderão cobrar por desbloquear o seu telemóvel. A partir de agora, as operadores são obrigadas a prestar este serviço gratuitamente, tornando o processo mais fácil e barato para os consumidores.

O decreto-lei publicado a 1 de Junho proíbe as operadoras de cobrarem pelo desbloqueamento dos aparelhos mal termine o período de fidelização do cliente, que pode ir até aos 24 meses.

A nova legislação introduz também tectos máximos para a cobrança de pedidos para desbloqueamentos ou pedidos para terminar o contrato, quando feitos dentro do período de fidelização. Nos primeiros seis meses, o valor cobrado não pode ultrapassar o preço original do telemóvel. A partir dos seis meses, o valor não pode ultrapassar 80% do custo do aparelho e, no último ano da fidelização, a cobrança fica limitada a 50% desse valor. As operadoras ficam também obrigadas a cumprir estes pedidos dos clientes num prazo máximo de cinco dias.

Esta alteração põe fim a uma luta antiga da DECO pelo desbloqueamento gratuito. Há muito que a associação de defesa dos consumidores argumentava que não existiam razões legais para um cliente ter de pagar para abandonar uma rede. A Associação de Operadores de Telecomunicações (APRITEL) colocou, contudo, dúvidas sobre a que telemóveis se poderia aplicar a lei. Para a APRITEL, as novas regras só deveriam abranger os aparelhos comprados após 30 de Agosto, para dar tempo às operadoras de adaptarem os seus sistemas. Jornal i

+Ler notícia: http://www.ionline.pt/conteudo/75923-a-partir-hoje-ja-pode-desbloquear-o-seu-telemovel-graca

Operação “regresso seguro” já registou quase 200 acidentes

Já foram divulgados os primeiros dados da operação Regresso Seguro da GNR. Ontem houve 4 acidentes graves dos quais resultaram um morto, quatro feridos graves e cinco feridos ligeiros. No sábado, a GNR registou 187 acidentes que causaram quatro feridos graves e 92 feridos ligeiros. Durante o fim de semana de regresso a casa, a GNR teve nas estradas mais de 1.700 militares. RTP

+Ler notícia: http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Operacao-regresso-seguro-ja-registou-quase-200-acidentes.rtp&headline=20&visual=9&article=371225&tm=8