Instituições criam centenas de novas vagas na 2.ª fase

Além dos lugares sobrantes na 1.ª fase vão surgir novas vagas. Medicina não está excluída. A regra é haver procura  acima da oferta nacional e capacidade das instituições

Centenas de novas vagas, incluindo algumas em áreas apetecíveis, como a Medicina, a Arquitectura e certas engenharias, poderão ser colocadas a concurso na 2.ª fase de acesso ao ensino superior, a partir de Setembro. Para que isso aconteça, há duas condições: que a procura desses cursos exceda a oferta a nível nacional; e que as instituições mostrem capacidade para receber mais alunos.

A possibilidade – suscitada na nota que acompanhou a lista dos 53 986 lugares a concurso na 1.ª fase de acesso, que arranca hoje – foi confirmada ao DN pelo ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, que a definiu como uma resposta ao “aumento da procura” que o Governo espera este ano.

“Temos a noção de que a procura está a subir de forma evidente”, disse o governante, associando o fenómeno ao “Contrato de Confiança”. Um acordo assinado em Janeiro com as instituições do ensino superior público que prevê a qualificação de mais 400 mil adultos no activo até 2014.

Mariano Gago começou por ressalvar que só “quando forem conhecidos os resultados” desta primeira fase, em Setembro, será possível projectar as áreas e o número dos lugares adicionais. DN ONline

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1617015

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