Unidades de saúde familiar reivindicam incentivos

A história repete-se. Dobrado o meio do ano, não há qualquer sinal dos incentivos aos profissionais das unidades de saúde familiar (USF) relativos a 2009. Uma falha que não suaviza em nada a insatisfação por eles manifestada face ao Ministério da Saúde.

A denúncia foi feita ontem, quarta-feira, na Comissão Parlamentar de Saúde, mas já tinha seguido por carta para a ministra Ana Jorge, na semana passada. A Associação Nacional das USF (AN-USF) juntava um alerta sobre a situação de precariedade de muitos profissionais.

Na região Norte, 29% dos administrativos, 24% dos enfermeiros e 9% dos médicos das unidades estão contratados a prazo. Ou seja, no fim de um contrato podem não se manter na equipa, deitando por terra o princípio dos cuidados personalizados que é a base da criação das USF.

Ora, somando a falta de cumprimento do pagamento de incentivos (deveriam ser pagos até Março) à precariedade, resulta um sentimento de insatisfação, comprovado num inquérito realizado pela AN-USF em Fevereiro. E o certo é que, no ano passado, os incentivos relativos a 2008 foram pagos em Junho, a todos os enfermeiros e administrativos, sem esperar pelos relatórios dos resultados das unidades. Jornal Notícias

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