NGO Trends Sigwatch: Where are NGOs concentrating their campaign resources?

Robert D. Putnam Still Bowling Alone? The Post 9/11 Split

Development as Leadership-led Change – A Report for the Global Leadership Initiative and the World Bank Institute

Em Iniciativas de Desenvolvimento a Liderança lidera o caminho

O desenvolvimento internacional é tudo acerca de mudança – e presumivelmente acerca de mudar as coisas para melhor. Todavia, muitas iniciativas de desenvolvimento – talvez a maioria – registaram “ níveis de mudança pouco impressionantes em alguns países”, refere Matt Andrews, Jesse McConnel e Alison WEscott.  Andrew e os co-autores pretendiam perceber porque os projectos desenhados com as melhores das intenções e executados nos tempos planeados produzem muitas vezes resultados decepcionantes. Como, perguntam  eles, “podemos reduzir o fosso entre a mudança pretendida no desenvolvimento… e a mudança que efectivamente se produz?”.

Algumas das conclusões relacionam-se com a importância da Liderança na mudança efectiva. A ideia geral é que, como refere Andrew, “dispor tecnicamente de uma boa ideia ou solução política é o elemento vai-ou-racha na reforma”. Esta percepção, todavia, negligencia a dimensão crítica desempenhada pelos agentes. E insiste “Precisamos de liderança”. “Não importa quão boa é a ideia; as pessoas continuam a necessitar de ser lideradas”.

Por Liderança entende não apenas a liderança inspiracional como Nelson Mandela, que supostamente mobilizou toda uma nação através de multidões em fúria e a força do seu exemplo. Andrew optam por uma perspectiva mais pragmática, argumentando que “os líders são identificados mais pela sua contribuição funcional para mudar do que os seus traços  pessoais ou autoridade”. A Liderança prende-se mais com grupos do que com indivíduos, dado que alcançar a mudança desejada requererá sempre contribuições de múltiplos players. Harvard Kennedy School

+Ler artigo: http://www.hks.harvard.edu/news-events/publications/impact-newsletter/archives/summer-2010/in-development-initiatives-leadership-leads-the-way

+Aceder artigo completo Development as Leadrship-led Change: http://web.hks.harvard.edu/publications/workingpapers/citation.aspx?PubId=7176

Entrevista Paul Peterson sobre Política de Educação

O Debate sobre como educar as crianças norte-americanas intensificou-se nos últimos anos, com muitas discussões acerca dos standards nacionais, accountability (prestação de contas) formação de professores , selecção de escolas e vouchers. Paul Peterson, the Henry Lee Shattuck Professor of Government e Director do Programa sobre Política de Educação e Governance (PEPG) na Harvard Kennedy School, autor de diversos livros e artigos em temas relacionados com política de educação nos Estados Unidos. É autor do novo livro “Saving Schools: From Horace Mann to Virtual Learning”.

Q. Como compara o sistema de educação dos Estados Unidos com os de outros países à volta do mundo?

Peterson: Temos excelentes dados sobre essa temática agora que o mundo industrializado adoptou um este internacional, e os Estados Unidos não estão muito bem a nível dos resultados em matemática e ciências. A última vez que este teste foi aplicado nos EUA ficámos praticamente no fim da lista, abaixo da média. O que é notável dado que historicamente os EUA sempre foram olhados como tendo o melhor sistema de educação na maioria dos países. A Alemanha também sempre foi bastante forte, mas está a piorar, ainda que os EUA estejam pior. Harvard Kennedy School – John F. Kennedy School of Government

+Ler entrevista integral (em inglês): http://www.hks.harvard.edu/news-events/publications/insight/social/paul-peterson

+Ver site PEPG Program On Education and Policy Governance: http://www.hks.harvard.edu/pepg/

+Ver site Paul Peterson Saving Schools: http://content.hks.harvard.edu/savingschools/

+Vers perfil Paul Peterson: http://www.hks.harvard.edu/about/faculty-staff-directory/paul-peterson

Saiba quem são os mais ricos de Portugal

Américo Amorim, Belmiro de Azevedo e Joe Berardo estão entre os portugueses mais ricos de Portugal em 2010.

A Exame divulgou hoje o ‘ranking’ dos 25 mais ricos do país, num ano particularmente marcado pelos efeitos da crise financeira nas fortunas pessoais dos milionários.

No topo da lista, e pelo terceiro ano consecutivo, continua Américo Amorim. O milionário de 76 anos conseguiu aumentar em 9,1% a sua fortuna durante o ano, e tem agora património no valor estimado de 2,2 mil milhões de euros.

Dos 25 nomes que constam no ‘ranking’, 18 viram as suas fortunas diminuir em 2010. E a mulher mais rica de Portugal não foi excepção.

  • Os dez mais ricos de Portugal

1. Américo Amorim: 2.188,4 milhões de euros

2. Belmiro de Azevedo: 1.283 milhões

3. Família Guimarães de Mello: 1.017 milhões

4. Alexandre Soares dos Santos: 1.015 milhões

5. Maria do Carmo Moniz Galvão Espírito Santo Silva: 670 milhões

6. Luís Silva e Perpétua Bordallo Silva: 646,4 milhões de euros

7. Manuel Soares Violas e Rita Celeste Soares Violas e Sá: 611,5 milhões

8. Família Cunha José de Mello: 605 milhões

9. Joe Berardo: 589 milhões

10. Teresa Roque Dal Fabbro e Paula Roque: 532,7 milhões de euros

+Ler notícia: http://economico.sapo.pt/noticias/saiba-quem-sao-os-mais-ricos-de-portugal_95717.html

Clima económico estabilizou em Julho no valor mais elevado desde 2008

Confiança no Comércio e nos consumidores trava trajectória ascendente.

Iniciou uma trajectória ascendente em Maio de 2009, e manteve-a por 14 meses. Mas agora, em Julho,o indicador de clima económico estabilizou, acaba de divulgar o Instituto Nacional de Estatística, fixando-o no valor mais elevado desde Setembro de 2008.

Os principais responsaáveis por esta travagem foram os resultados do indicador que mede a confiança dos Consumidores, que manteve o acentuado perfil descendente iniciado em Novembro ( e resgitou agora o valor mais baixo desde há um ano), mas também o indicador de confiança no comércio, que se deteriorou no mês de Julho.

Os indicadores de confiança relativos à Indústria Transformadora, aos Serviços e à Construção e Obras Públicas manteve-se a trajectória de recuperação, ainda que ligeira. Público

+Ler notícia: http://economia.publico.pt/Noticia/clima-economico-estabilizou-em-julho-no-valor-mais-elevado-desde-2008_1449247

Naide Gomes repete medalha de prata

Naide Gomes conquistou a medalha de prata no salto em comprimento dos Europeus de atletismo, com 6,92 metros, a mesma marca da nova campeã europeia, a letã Ineta Radevica, que fez um segundo melhor salto (6,87m contra 6,68m da portuguesa).

A atleta do Sporting repete, assim, o segundo lugar de há quatro anos, em Gotemburgo, dando a 22.ª medalha a Portugal em Europeus ao ar livre.

Naide abriu a final com um salto de 6,64 metros e, à segunda tentativa, conseguiu 6,68 metros.

Só que, numa final em que teoricamente as russas eram as adversárias mais perigosas, foi do Báltico que chegou a principal concorrência: a letã Ineta Radevica saltou a 6,87m à segunda tentativa, assumindo a liderança da final.

Naide puxou então dos galões e fez a sua melhor marca pessoal do ano, com um salto a 6,92 metros (no quarto ensaio, depois de um nulo). Só que, mais uma vez, Radevica mostrou estar no topo da sua forma, igualando os 6,92 metros de Naide e batendo o recorde nacional da Letónia. Público

+Ler notícia: http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1449169

Ministra defende que gays podem ser doadores de sangue

Ana Jorge veio defender que os inquéritos feitos antes da doação não devem incluir nenhuma referência à orientação sexual.

Depois de no ano passado ter sido gerada alguma confusão sobre se os homens que tivessem sexo com homens podiam ou não doar sangue e o Ministério da Saúde ter vindo defender a teoria que não havia nenhuma discriminação eis que nas últimas semanas a situação tornou-se ainda mais confusa.

A Assembleia da República aprovou em Abril uma recomendação no sentido de permitir a doação por parte de homens homossexuais. No entanto o Jornal de Notícias de 26 de Julho anunciava que o Ministério da Saúde não iria tomar nenhuma medida neste sentido. Esta é aliás a posição defendia pelo presidente do Instituto Português do Sangue, Gabriel Olim, que se mostra frontalmente contra a eliminação nos questionários feitos aos potenciais dadores sobre se sendo homens tiveram sexo no passado com outros homens. Pelo contrário o Coordenador Nacional da Comissão para o VIH/SIDA Prof. Doutor Henrique Barros já veio a público defender que o que é preciso questionar é sobre os comportamentos específicos e que o sexo de quem se teve sexo com não deveria ser factor de exclusão.

Mas eis que agora, Ana Jorge, Ministra da Saúde veio a público indicar que os serviços do Ministério da Saúde vão reforçar as recomendação aos locais de colheita de sangue para que expurguem os inquéritos a preencher pelos dadores de quaisquer questões relativas à orientação sexual. Esta foi a reacção da ministra da Saúde quando confrontada com um formulário utilizado recentemente no Hospital de Santo António, no Porto, em que aparece a questão: “Se é homem, alguma vez teve relações sexuais com outro homem?”.

“Do inquérito constam apenas perguntas relacionadas com o comportamento das pessoas, independentemente de serem homo, hetero ou bissexuais”, insistiu a governante em declarações aos media referindo-se a um modelo de inquérito preparado pelo Ministério mas que não estará em utilização em todos os locais neste momento.

+Ler notícia: http://portugalgay.pt/news/290710A/portugal:_ministra_defende_que_gays_podem_ser_doadores_de_sangue