I Am Because We Are

Num país com 12 milhões (Malawi), milhares de crianças órfãs sofreram danos irreperáveis. Este filme documentário dirigido pela Madonna tenta explorar o que vai nas mentes e corações destas crianças sem pais e o que lhes reserva o futuro, e explorando o dilema: responsabilização e mentalidade de vítima.

Sobressai a emergência da Educação e Desenvolvimento Comunitário destas futuras gerações que serão responsáveis pela construção do seu próprio futuro, do futuro do seu país!

“Somos todos habitantes deste mundo. E somos todos responsáveis por ele”.

Um documentário imperdível sobre Inter-dependência, Inter-ligação, Cooperação, Solidariedade, Sustentabilidade, Resiliência, Confiança, Esperança, Inspiração.

+ Ver site: http://www.iambecauseweare.com/

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Filme “Sexo e a Cidade 2” estreia hoje

Michael Patrick King volta a assinar o argumento e a realização da segunda adaptação para cinema das histórias de “Sexo e a Cidade” a partir de um texto original de Candace Bushnell.

O elenco mantém-se o mesmo, com Sarah Jessica Parker (Carrie Bradshaw), Kim Cattrall (Samantha), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte), além de Chris Noth (Mr. Big), David Eigenberg (Steve) e John Corbett (Aidan).

A história é retomada dois anos depois do ponto em que ficou no primeiro filme, com Carrie Bradshaw casada com Mr. Big, Charlotte a lidar com a maternidade, Samantha a contrariar a menopausa e Miranda em conflito com um novo patrão.

Agora as quatro amigas decidem passar umas férias nos Emirados Árabes Unidos para fugir às rotinas matrimoniais de Nova Iorque.

É lá que Carrie reencontra Aidan (John Corbett), que a faz questionar os dois anos de casamento com Mr. Big. Diário Notícias Online

+Ler notícia: http://dn.sapo.pt/cartaz/cinema/interior.aspx?content_id=1584279

+ Ver Site HBO: http://www.hbo.com/sex-and-the-city/index.html

País é incapaz de manter a “qualidade” do Serviço Nacional de Saúde

Perante o “endividamento excessivo” das estruturas do SNS, impõe-se “fazer um esforço no sentido de não desperdiçar os recursos, fazer uma boa gestão e uma clareza e transparência na tomada de decisões”. A receita foi prescrita pelo bastonário da Ordem dos Médicos à margem de um encontro, na Fundação Gulbenkian, subordinado ao tema “Segurança dos cuidados de saúde versus sustentabilidade do sistema de saúde”.

No rescaldo da aprovação, em Conselho de Ministros, da derradeira versão do decreto que estatui um regime excepcional para a contratação de médicos aposentados, Pedro Nunes advoga que o “melhor contributo” a prestar pela classe é “continuar a trabalhar no Serviço Nacional de Saúde” e assim “responder a todos os portugueses”. O Ministério da Saúde determinou que os médicos aposentados, assim como aqueles que pediram a aposentação antecipada, podem permanecer no SNS mediante contratos directos com as unidades, mas não podem ser recrutados com recurso a empresas. Por outro lado, os demais médicos podem continuar a ser contratados por empresas em regime de prestação de serviços.

Pedro Nunes considerou esta quarta-feira, em declarações citadas pela agência Lusa, que a contratação por empresas “desestrutura os serviços”, pelo que é “obrigação dos hospitais terem equipas estáveis e não contratações através desta precariedade que não traz nada de novo”: “A contratação por empresas é aliciante do ponto de vista financeiro para os médicos, mas desestrutura os serviços, principalmente as urgências, porque não permite a criação de equipas estáveis, torna os serviços muito precários, aumenta o risco de erro e de insegurança nos serviços de saúde”. RTP

+Ler notícia: http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Pais-e-incapaz-de-manter-a-%93qualidade%94-do-Servico-Nacional-de-Saude.rtp&article=349535&visual=3&layout=10&tm=2

Euribor a três meses volta a subir e renova máximo do ano

As Euribor voltaram a subir, em todos os prazos, num movimento que revela a crescente tensão no mercado interbancário. A taxa a três meses está já no nível mais elevado deste ano, enquanto a Euribor a seis meses aproxima-se da taxa do BCE.

A taxa a seis meses, a mais utilizada como indexante nos contratos de crédito à habitação em Portugal, valorizou em 0,2 pontos base, na sessão de hoje. Subiu pela quarta sessão consecutiva, fixando-se nos 0,996%.

Não é, assim, a perspectiva de aumento de juros que está a impulsionar as Euribor, mas sim as crescentes tensões no mercado interbancário. Os bancos estão cada vez mais relutantes em emprestar dinheiro entre si, receando situações de incumprimento. Jornal Negócios Online

+Ler notícia: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=428737

Resposta à crise não é acabar com o SNS

Ministra defende cuidados públicos e acusa quem invoca a “livre escolha”

“Escondidos” atrás “de um conceito vago de livre escolha, com o Estado a pagar, concentram-se os que querem acabar com o acesso universal aos cuidados de saúde”. As palavras são de Ana Jorge, que receita como resposta uma gestão mais eficaz do SNS.

A ministra da Saúde fez ontem a sua mais empenhada defesa do Serviço Nacional de Saúde(SNS) desde que ocupa a pasta. Num simpósio sobre a relação entre a sustentabilidade do sistema de saúde e a segurança dos cuidados neste prestados, Ana Jorge classificou a universalidade deste serviço público como “uma das marcas de sucesso da democracia portuguesa”.

A ministra acusou mesmo “quem ache que os problemas do país se resolvem pondo em causa o serviço público de saúde de não compreender o alcance do SNS enquanto instrumento poderoso de coesão social”. Argumentando ainda sobre o panorama de crise, Ana Jorge repetiu o que já antes defendera: “Nestes tempos difíceis, a resposta não é desmantelar o SNS”. Jornal Notícias Online

+Ler notícia: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1584525