Novo Plano Nacional de Saúde aposta no cidadão

O Plano Nacional de Saúde (PNS) para 2011-2016 aposta no cidadão: além de querer o seu contributo, na elaboração do documento estratégico, pretende “capacitá-lo”, fazer aumentar a sua “literacia em saúde”, como explicou a alta comissária, ontem, terça-feira, em Coimbra.

No entender de Maria do Céu Machado, é importante que a pessoa saiba que tem direitos e deveres relativamente à sua saúde e perceba que “a doença pode decorrer de uma opção errada que tenha feito”. E “esta capacitação tem que começar nas escolas”, onde deve haver “educação para a saúde”, mas “de uma forma interessante”, defendeu, em declarações aos jornalistas, no Fórum Regional de Saúde do Centro.

“Sites, campanhas na televisão ou cartazes” são, a seu ver, outras formas de educar os cidadãos para a saúde, ao longo da vida. E exemplificou com a experiência que o Alto Comissariado da Saúde (ACS) está a realizar, no Algarve, assente na instalação de monitores, nas salas de espera de centros de saúde e hospitais, a transmitir pequenos filmes que podem visar questões como a asma ou as alergias. A alargar ao resto do país. JornaL Notícias

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Ministra afasta hipótese de SNS apostar em turismo de Saúde

O presidente do Conselho para a Qualidade na Saúde desafiou o que pode ser visto como uma ameaça dar lugar a uma “oportunidade”: os cuidados transfronteiriços de Saúde transformarem-se em turismo de Saúde. A ministra colocou reservas quanto ao envolvimento do SNS.

Falando no 1.º aniversário da Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde, Luís Campos levantou a hipótese de Portugal avançar para o “turismo na Saúde”.

“Temos bons profissionais, bom clima e bons hotéis”, argumentou.

Aos jornalistas, a ministra da Saúde disse que, se for “turismo, é bem- vindo, porque aumenta a actividade económica e recebemos mais pessoas e tudo isso é positivo”.

No entanto, Ana Jorge sublinhou que é necessário “distinguir muito bem o que é turismo de Saúde e prestação de cuidados de Saúde”. Diário Digital

+Ler notícia: http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=139726

Não encontramos na Europa melhor justiça que a portuguesa

Pinto Monteiro sacode discurso de crise, mas os analistas discordam: temos problemas idênticos aos dos vizinhos

A culpa é do fado e da tristeza que lhe está colada, diz o procurador-geral da República: “Não encontro povo que lide pior com ele próprio.” Transferido o lamento para o sector judicial, Pinto Monteiro considera exageradas as críticas e permanentes alusões à crise do sistema. “A justiça não está bem, mas não está tão mal como isso. Se corrermos a Europa, não encontramos justiça melhor que a portuguesa.”

Numa coisa o procurador-geral tem razão, admite Boaventura de Sousa Santos, coordenador do Observatório Permanente da Justiça: não estamos sozinhos nas dificuldades. “De uma maneira geral, há problemas em todos os sistemas de justiça na Europa, desde logo devido a uma maior procura por parte dos cidadãos”, sublinha.

Uma coisa será dizer que não estamos pior do que os companheiros do lado, outra dizer que estamos melhor: “Não me parece que o possa dizer.” Temos, aliás, um caso que nos põe “na cauda da Europa”. Chama-se Casa Pia e só a fase de julgamento dura há cinco anos.

Se o diagnóstico dos problemas do país está feito, mais perigoso é fazer comparações. Mas Boaventura de Sousa Santos sublinha haver um indicador objectivo quanto à satisfação com a administração da justiça. “Os portugueses são dos menos satisfeitos”, indica. O que não quer dizer que a justiça seja efectivamente pior. Jornal i

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Deco chumba seguros de saúde e ameaça processar seguradoras

Associação acusa empresas de exigirem sem dar. Dá 60 dias para tirarem cláusulas abusivas, como mudar preço sem pré-aviso

“Parece ser desumano revelar a um consumidor que a maioria dos planos de saúde comercializados por cá são de pouca qualidade e um investimento com pouco retorno.” Pode ser “desumano mas é a verdade”, concluem os técnicos da Pro Teste depois de analisarem 77 planos de 20 seguradoras. Além de denunciarem “cláusulas abusivas” que a Deco quer ver retiradas ou avança com acções inibitórias.

“Vão ser contactadas as seguradoras e vai ser dado um prazo, não menos que 60 dias, para retirarem as cláusulas consideradas abusivas à luz da legislação contratual. E, se não o fizerem, avançaremos com acções inibitórias para os tribunais”, disse ao DN Mónica Dias, economista que analisou os planos de saúde de 13 companhias . A AMA, Global, Groupama, Lusitania, Real, Sagres e Tranquilidade não quiseram participar.

Entre as cláusulas abusivas, está a concessão de um prazo reduzido ou nulo para o cliente reagir às alterações contratuais, por exemplo, o valor do prémio. Ou, quando o consumidor pede para pagar em 12 meses, é obrigado a fazer o pagamento por transferência bancária e sem direito a suspensão do mesmo. As situações já foram denunciadas ao Instituto de Seguros de Portugal e à secretaria de Estado do Consumidor. Diário Notícias

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Fecho de escolas “vai criar mais dificuldades”

Estabelecimentos a norte iniciam mobilização, os do centro já saíram à rua

Cerca de 80 representantes de órgãos de gestão escolar do Norte reuniram-se no Porto para debater o fecho de estabelecimentos e a fusão de agrupamentos previstos no plano de reordenamento da rede escolar. Isto no dia em que cerca de 500 pessoas se juntaram contra o processo em Viseu.

Indignação é a palavra que, segundo Manuela Mendonça, melhor ilustra o sentimento dos responsáveis escolares. “Indignação pela forma como o processo tem sido conduzido e pela falta de diálogo com as escolas”, sublinha a coordenadora do Sindicato dos Professores do Norte (SPN).

Segundo esta responsável “há um grande consenso quanto às consequências negativas da reorganização”. E aponta casos de “perigos” identificados. “No Porto, por exemplo, está prevista a fusão do Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas com o Agrupamento Escolar de Miragaia, que é um Território Educativo de Intervenção Prioritária (TEIP) e que, por isso mesmo, tem necessidades específicas no combate ao abandono escolar, entre outras”. Diário Notícias

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23 novos signatários da European Action On Drugs

Foto de grupo dos 23 novos signatários – Organizações Públicas, Privadas e Sociedade Civil & Indivíduos – da iniciativa European Action On Drugs: Mathew Bonnett, Malta; Elizabet Burton-Philips, Reino Unido; Max Cegielski, Polónia; SNCF – Departamento Prevenção e Saúde do Trabalho, França; Daniel Depienne, Luxemburgo; Dianova Portugal, Portugal; Departamento de Controlo de Droga do Governo Lituano, Lituânia; Tribunal de Tratamento de Toxicodependência de Dublin, Irlanda; Gymnázium Bilíková, Eslováquia; International Healthcare and Health Insurance Institute, Bulgária; Katrin Lindau, Estónia; Lidija Magdic, Eslovénia; Netsoft.dk, Dinamrca; Stvaroula Nicolinakou, Grécia; Paesaggio culturale italiano Srl, “I parchi letterari ®”, Itália; Proyecto Hombre, Espanha; Sjakkets Aktivitetscenter, Dinamarca; Marketá Škodová, República Checa; SMEC – Sports Media & Entertainment Corporation (Cyprus) Ltd/Kerkida.net, Chipre; Marina Almăşan Socaciu, Roménia; Sporting Chance Clinic, Reino Unido; Szertelen Egyesület, Hungria; Ion Vlad Onescu, Roménia. + info http://ec.europa.eu/ead/html/index.jsp

While: Diz sim à Vida, Não às Drogas

O novo single de While, rapper italiano, comemorativo do Dia Mundial de Luta Contra a Droga, cuja ante-visão foi realizada no evento anual da European Action On Drugs a 25 de Junho em Bruxelas.