Ponha fim à Pobreza: o site oficial da União Europeia

Aproximadamente 84 milhões de europeus vivem em risco de pobreza, significando que enfrentam insegurança e deixam de aceder ao que a maioria das pessoas toma por garantido.

2010 é o Ano Europeu de Combate à Pobreza e Exclusão Social, assinalando a Comissão Europeia – Emprego, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades a efeméride com um site onde poderá encontrar informação diversa e calls-to-action enquanto Pessoa e/ou Organização (pública, privada e do terceiro sector).

A comemoração deste Ano visa desafiar estereótipos e percepções sobre pobreza. Através dos princípios europeus de solidariedade e parceria, 2010 representa uma chamada de atenção para combater as causas da pobreza e assegurando que todos possam desempenhar um papel activo e integral na sociedade.

+ Ver site http://www.2010againstpoverty.eu/?langid=en

Europa 2020: Uma estratégia de crescimento inteligente, sustentável e inclusivo

Nos últimos 2 anos, enfrentámos a maior crise económica desde 1930. Esta crise fez regredir muitos dos progressos alcançados na Europa desde 2000. Estamos actualmente a lidar com elevados níveis de desemprego, crescimento estrutural lento e níveis excessivos de endividamento. A situação económica está a melhorar, mas a recuperação é ainda frágil. Simultaneamente, o mundo está a mudar rapidamente e os desafios de longo prazo – globalização, pressão sobre recursos, mudança climática, envelhecimento – a intensificar-se.

A Europa apenas poderá ser bem sucedida se agir colectivamente como, União. A Estratégia Europa 2020 http://ec.europa.eu/eu2020/index_en.htm levada a cabo pela Comissão define uma visão de economia de mercado social da Europa para o século XXI. Demonstra como a EU pode sair reforçada desta crise e como tornar-se numa economia inteligente, sustentável e inclusiva. Para mais rápidos resultados de longo prazo, será igualmente requerida uma mais forte governança económica.

+Ler Europa 2020 http://ec.europa.eu/eu2020/pdf/1_PT_ACT_part1_v1.pdf

1 de Junho: Dia Internacional da Criança

Children’s voices — experiências e percepções de crianças sobre drogas e álcool

O EMCDDA (Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência http://www.emcdda.europa.eu) lança hoje uma colecção de narrativas de crianças sobre temáticas relacionadas com o uso de drogas, como forma de [pre]comemoração do Dia Internacional da Criança a 1 de Junho.

O consumo de álcool e drogas pode ter um profundo impacto na vida das crianças. A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (http://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/convencao_direitos_crianca2004.pdf) afirma que as crianças devem poder ser capazes de expressar os seus pontos de vista em temáticas relacionadas com as suas vidas.

O objectivo da colecção Children’s voices (http://www.emcdda.europa.eu/attachements.cfm/att_102555_EN_TP_ChildrenVoices.pdf) é disponibilizar um canal para essa expressão e oferecer significado e conhecimento sobre tópicos chave de drogas e álcool que afectam as crianças.

Actualmente na Europa à volta de 60.000 crianças deverão viver com pessoas que se encontram em tratamento de toxicodependência. E muitas mais viverão com pais que consomem drogas e não estão afectas a nenhum serviço de tratamento.

2º World Forum Against Drugs

O 2º WFAD reuniu representantes de mais de 60 países entre 24-25 Maio em Estocolmo, Suécia, tendo contado com a presença de Maria Larsson, Ministra de Saúde Pública da Suécia, e Robert L. DuPont, M.D., Director do NIDA e White House Drug Chief:

 “Durante estes dias, mais de uma centena de delegados reuniram-se em Estocolmo para debater as consequências danosas resultantes do consumo de drogas, facto que não é uma coincidência. Na Suécia existe um apoio geral a uma política de drogas equilibrada e restritiva que rejeita todo o consumo de drogas ilícitas. Inclui a prevenção e tratamento, bem como um vigoroso reforço legal caracterizado por penalidades assertivas mas não severas . Esta política, construída com base numa experiência nacional única que regista um aumento explosivo de uso de drogas ilícitas, grangeou um forte suporte nacional sustentado em todas as esferas sócio-políticas da Suécia. Constitui actualmente um modelo de referência para os EUA e resto do mundo em que esta epidemia da droga se tornou um problema à escala global.”

+Info http://www.wfad.se

Investigação aos riscos da mefedrona

O Conselho da União Europeia solicitou uma investigação aos riscos do consumo de mefedrona, droga sintética que já causou 25 mortes em Inglaterra e é “agressivamente” comercializada na internet como alternativa legal ao ecstasy e à cocaína.  
 
Publicitada online como uma “substância química experimental”, “sais de banho”, “fertilizante de plantas” e até como “ambientador”, a droga é vulgarmente conhecida por “mefedrona”, “miau-miau”, “bolhas”, “bounce” e “subcoca”.  
 
Em alguns países europeus os consumidores podem comprar a mefedrona em lojas de psicotrópicos legais (smart shops) ou a traficantes de rua, refere um comunicado do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), com sede em Lisboa.  Algumas equipas de rua do IDT relataram alguns consumos na zona Centro do país, mas sem indícios de sobredosagem.  
 
“No mecanismo de alerta formal português não foi detectada nenhuma situação de risco. Mas sabemos que é uma substância que acarreta riscos e são desconhecidos os seus efeitos nos seres humanos”, disse Paula Andrade, I.D.T., considerando que “faz todo o sentido” esta decisão do Conselho. Jornal Notícias

Sr. Criatividade. “As redes sociais não são brinquedos para crianças”

Como se comunica na era das redes sociais? É o que a Ogilvy vai discutir no evento VERGE, que começa terça-feira em Lisboa em parceria com a AESE – Escola de Negócios. O CEO Brian Fetherstonhaugh explica ao i o que pensa das realidades trazidas pela web social.

Vinte e sete anos depois de ter entrado na Ogilvy, Brian Fetherstonhaugh já viu meia dúzia de revoluções no mercado da publicidade e outras tantas crises. Mas nunca como agora foi tão importante repensar estratégias: entrámos na era em que o consumidor é que manda. As redes sociais dão um poder inédito a quem compra e quem vende precisa de se habituar. Como? O CEO da OgilvyOne WorldWide explica.

Mas também há um lado negativo: uma marca pode sofrer muito nas redes sociais.

Sim. As redes sociais não são algo que uma marca possa controlar. É algo em que uma marca inteligente pode participar de forma saudável. Se um marketeer acha que pode calar as vozes negativas, vai falhar. O consumidor controla as redes sociais. As marcas têm de ser convidadas para as conversas. Isto requer todo um novo estilo, uma atitude diferente dos marketeers. Não tão intrusiva e não tão promocional como sempre foi. É um pouco como ser pai. Quando os filhos têm quatro anos, eles obedecem, os pais têm poder sobre tudo. Isso era o consumidor de antes. Agora, o consumidor tem 18 anos. Pode guiá-lo, mas não controlá-lo. Tem de lhe mostrar amor, mas deixá-lo fazer erros. Se tentar calá-lo, ele vai expulsá-lo.

+Ler notícia http://www.ionline.pt/conteudo/61959-sr-criatividade-as-redes-sociais-nao-sao-brinquedos-criancas