Portugal atrasado na Responsabilidade Social

A Responsabilidade Social em Portugal é algo ainda muito atrasado e, muitas vezes, associada a um conceito “errado” de solidariedade e acções filantrópicas das empresas. Uma nova norma internacional foi agora alcançada e deverá ser aprovada ainda este ano. As empresas portuguesas estão “mais avançadas do que muitas outras em termos de mercado mundial” na responsabilidade social, mas estão ainda atrasadas
em relação aos mercados europeus. “Temos muito que fazer”, admitiu, ao JN, o presidente da Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) que, na semana passada, participou na definição final da nova norma internacional que vai regular a Responsabilidade Social (a ISO 26000). Jornal de Notícias

+Ler notícia
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1576852

Anúncios

PR: Cavaco Silva agradece às instituições de solidariedade o apoio aos portugueses mais vulneráveis

“Penso que é devida uma palavra de agradecimento às misericórdias, às instituições de solidariedade social e aos grupos de voluntariado por tudo o que têm feito e continuam a fazer pelo apoio àqueles que são os mais vulneráveis, os mais pobres da nossa sociedade”, afirmou Cavaco Silva. Diário de Notícias

+Ler notícia http://dn.sapo.pt/Inicio/interior.aspx?content_id=1575646

Lisboa teme os seus bairros

“Lisboa é a cidade do País com mais crimes graves e violentos” – 44 roubos a bombas de gasolina, 35 por cento dos assaltos no País a carrinhas de tabaco, no distrito com mais participações de crime em 2009: 108 735. A frase repete-se a cada ano, nas apresentações de relatórios de segurança interna, e marca a vida de quem lá vive. É a capital onde o medo invade os comerciantes que somam roubos e lutam para manter seguros; onde os corações aceleram quando se abre a porta do autocarro ou do comboio; onde automobilistas e taxistas se trancam à noite. É a capital formada e cercada por bairros, dominados pelo tráfico, de onde saem os grupos de assaltantes armados e onde muito poucos ousam entrar.

O cheiro nos corredores não afecta quem lá vive. Com orgulho. “Isto não é mau. Tem algum mal fumar ganzas? Até as cotas da mercearia o fazem”, diz ‘Mamad’. Provocador, faz soltar gargalhadas entre os amigos. “Não temos oportunidades. Queremos um lugar para nos divertirmos e não conseguimos nada”, continua, assumindo-se vítima do estigma de viver num bairro problemático. “É o trauma que leva ao crime, ao ódio, à desigualdade”, numa cidade de excessos. E sobra para a polícia. O alvo predilecto da fúria e do flagelo social. Somam-se agressões, injúrias à porta dos tribunais, na rua, transportes e até à porta das esquadras. “É uma vergonha. Já todos levámos com garrafas, pedras. Já perdemos colegas e quando saímos de casa não sabemos se voltamos a entrar”, lamenta um polícia, sem esconder algum embaraço. Todos os dias são agredidos entre quatro a cinco agentes da PSP. “Temos medo. Não há nenhum polícia que não tenha. Mas sobretudo da Justiça, que faz pouco por nós.” Correio da Manhã

+Ler notícia na integra http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/actualidade/capital-teme-os-seus-bairros

56 mortes nas prisões portuguesas

Taxa de óbitos nos estabelecimentos prisionais portugueses é o dobro da  dos outros países do Conselho da Europa.  “Uma taxa que ronda as 50 mortes por cada dez mil reclusos representa sensivelmente o dobro da média dos países do Conselho da Europa”, diz António Pedro Dores, investigador do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa e dirigente da ACED. “É uma taxa de mortalidade extremamente elevada que resulta das condições miseráveis de funcionamento das prisões portuguesas onde só há pouco tempo se conseguiu acabar com o balde higiénico”.  

Segundo António Pedro Dores, o acesso dos reclusos a serviços externos de saúde é “muito complicado” pois o “controlo de custos no sistema prisional obriga, por exemplo, a que as doenças mentais praticamente não sejam tratadas”. A estes problemas, a ACED soma uma “elevadíssima incidência” de doenças infecto-contagiosas associada à toxicodependência – “cerca de metade dos presos assume o consumo de drogas” – e a “falta” de apoio médico adequado. Diário de Notícias

+Ler notícias na intergra http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1576895