Portugal contribui com 1 milhão de estrangeiros, ou 3%, juntamente com a Itália, de onde são oriundos cerca de 1,3 milhões dos estrangeiros, ou 4%; a Polónia, responsável por 1,5 milhões dos cidadãos estrangeiros, ou 5%; e a Roménia, que corresponde a 2 milhões ou 6% do total de estrangeiros nos 27 Estados-membros.
As idades destes cidadãos tende a ser menos elevada que a dos cidadãos nacionais. É na Itália, Holanda e Finlândia que se registam as maiores diferenças.
Mas, em média, os estrangeiros de fora da EU27 são mais novos que os provenientes dos Estados-membros. Como é o caso de Portugal, onde a média de idade é de 40,9 anos, que compara com uma média de 33,3 anos os cidadãos estrangeiros oriundos de países não estados-membros e 38 anos em média dos cidadãos que vêm de países da UE27.
Quanto aos países que mais recebem estes estrangeiros, destaca-se a Alemanha, com cerca de 7,2 milhões de estrangeiros; seguida da Espanha, com 5,7 milhões; o Reino Unidos, com 4 milhões de estrangeiros, segundo valores de 2008; a Itália, com 3,9 milhões e a França, com 3,7 milhões de estrangeiros.
Estes cinco países reúnem em si 75% dos cidadãos estrangeiros dos 27 Estados. No entanto, é o Luxemburgo que lidera a lista dos países com uma maior proporção de cidadão estrangeiros em relação à sua população, correspondendo os primeiros a 44% da população do país.
Em segundo lugar surge a Letónia, com 18%, seguida do Chipre e Estónia, onde os cidadãos estrangeiros correspondem a 16% da população em ambos. 12% da população espanhola é estrangeira, 11% para o caso da Irlanda e 10% para o caso da Áustria. Jornal Negócios

